Autor: Renata Clímaco

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AMV debate saúde

Médicos de Viçosa discutem condições de trabalho nos hospitais que estão colocando a população em risco A Associação Medica de Viçosa (AMV) convocou todos os médicos da cidade e região para uma reunião que ocorreu no no dia 25 de abril para discutir as condições de trabalho, principalmente, nos hospitais. O encontro aconteceu na sede da AMV. “Esse foi um momento importante para os médicos expressarem sua opinião sobre o caos em que se encontra a saúde em Viçosa”, segundo o presidente da AMV, Fernando Januário da Silva. De acordo com a filiada de Viçosa, além dos atrasos de pagamento dos médicos que prestam serviço nos hospitais, que chegam até a 18 meses em alguns casos, a questão que mais chamou a atenção foi a falta de equipamentos, destacando principalmente, o serviço de imagem que não funciona adequadamente. “Médicos relataram que não existe serviço de ultrassom diariamente, que a tomografia depende de laudo feito por telemedicina e que a qualidade dos equipamentos deixa a desejar, que o equipamento usado para acompanhar o trabalho de parto na maternidade não está funcionando bem, que não existe equipamento de ressonância magnética nos hospitais, dentre outros. Isso compromete significativamente os processos de diagnóstico das doenças dos pacientes assistidos pelas instituições e um melhor tratamento das doenças, colocando em risco a atividade dos médicos que lá atuam.” Segundo relato dos médicos, os serviços de emergência sofrem com superlotação de usuários, cuja maioria traz queixas que poderiam ser resolvidos nas unidades básicas de saúde, além de escassez de recursos diagnósticos e dificuldade de acesso a avaliações especializadas, algumas delas feitas por telemedicina. Silva pontua que as discussões estão apenas começando. “A AMV cumpre o seu papel de defender a qualidade dos serviços de saúde e as condições de trabalho dos médicos e nova reunião ficou marcada para o dia 23 de maio para aprofundar a discussão dessas questões e já convocamos de antemão todos os médicos que atuam em Viçosa para essa reunião. Ela ocorrerá na sede da AMV, Rua Dr. Milton Bandeira, 75, sala 101 e 102. Para finalizar, reconhecemos que a situação financeira dos hospitais é gravíssima e que órgãos controladores deveriam ser mais enérgicos nessa questão, mas as condições precárias de trabalho como falta de equipamentos e apoio de especialistas, aliado ao não pagamento em tempo hábil dos serviços prestados pelos médicos fazem com que muitos deles não aceitem trabalhar, devido o risco de processos judiciais por desfechos não desejados nos tratamentos. Estamos prontos para ajudar, desde que sejamos respeitados.” Fonte: Diretoria da Associação Médica de Viçosa

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Alerta no maio roxo

E maio a cor roxa, que celebra o tema, ilumina a sede da Associação Médica de Minas Gerais, em Belo Horizonte As doenças inflamatórias intestinais (DIIs) estão cada vez mais presentes na população. Apesar de não ter cura, especialistas explicam que existem tratamentos. Para alertar a população sobre o tema, a sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em Belo Horizonte, é iluminada de roxo. A Sociedade Mineira de Coloproctologia (SMCP), durante todo o mês de maio, fala em suas redes sociais sobre as DIIs, dentre elas a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn. Ainda nos dias 15 e 16 de maio, acontecerá o IbdDay, um evento voltado para médicos que procuram atualização científica sobre o assunto nas áreas da coloproctologia, endoscopia e gastroenterologia. Saiba mais no site: www.ibdday.com.br. As doenças inflamatórias intestinais causam quadros de inflamação no sistema digestivo podendo causar diarreias, sangramentos e complicações gastrointestinais como obstrução, fístulas e até câncer. De acordo com presidente da SMCP, Juliano Alves Figueiredo, é preciso falar sobre o tema para ajudar a entender melhor o problema e possibilitar que o paciente busque ajuda especializada. Quais são? A doença de Crohn, a mais comum entre as DIIs, é uma inflamação que pode se manifestar em qualquer parte do tubo digestivo – que vai da boca até o ânus. “Não é contagiosa e surge tanto em adultos como em crianças. Também é cientificamente comprovado que fatores como o tabagismo, maus hábitos alimentares e contato com certos tipos de vírus e bactérias podem alterar a evolução da enfermidade”, explica Figueiredo. Ao contrário da doença de Crohn, a retocolite ulcerativaapresenta inflamação quase que, exclusivamente, na mucosa do intestino grosso e é mais frequente em pacientes mais velhos. Geralmente, o diagnóstico das enfermidades é realizado por meio de exames laboratoriais, radiológicos, colonoscopia e biópsia do intestino. “Ambas podem ser tratadas por meio do uso de medicações orais e injetáveis e, em casos mais graves, pode ser indicada a cirurgia”, comenta o médico. Segundo Figueiredo, sem causa comprovada, as DIIs podem estar ligadas a fatores hereditários e imunológicos, sendo agravadas pelos maus hábitos de vida. Atingem ambos os sexos, indistintamente, e o diagnóstico acontece geralmente por volta da terceira década de vida. As DIIs acometem, principalmente, jovens em plena atividade, limitando temporária ou definitivamente suas ocupações habituais, influenciando o comportamento na escola, no trabalho, no relacionamento social e familiar, na autoimagem e na atividade sexual.  Sintomas mais comuns

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Diversidade e Respeito

Evento da Unimed-BH com apoio das entidades Médicas coloca em pauta temas de Diversidade e Respeito para médicos de todo o estado Associação Médica de Minas Gerais faz parte da iniciativa que ressalta a importância do respeito à diversidade e da não discriminação e preconceito em todas as relações. Campanha de comunicação e ações educacionais também marcam esse movimento conjunto No dia 07 de maio (terça-feira), às 19h, médicos de todo o Estado de Minas Gerais poderão assistir ao evento “Diversidade e Respeito”, a ser transmitido no canal da Unimed-BH no YouTube. O encontro marca o lançamento de um movimento organizado pela Unimed-BH com o apoio do Conselho Regional de Medicina (CRM MG), da Associação Médica (AMMG), do Sindicato dos Médicos (Sinmed MG), da Federação Unimed Minas e da Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom). O objetivo é, por meio de uma ampla campanha de comunicação e ações educacionais, sensibilizar a sociedade médica sobre a importância do respeito nas mais diversas relações – seja entre colegas e na relação médico-paciente. Independentemente de qualquer situação e de quem é a vítima não há espaço para nenhum tipo de preconceito, discriminação ou assédio.  Todo o trabalho realizado levou em consideração o que está previsto no Código de Ética Médica e na Declaração dos Direitos Humanos, dentre eles destacamos a Resolução do CFM 2.217/2018.  “Como cooperativa, temos como princípios a intercooperação, a promoção da educação e do conhecimento, bem como o interesse pela comunidade. Acredito e tenho sempre reforçado que o trabalho médico é um importante motor de transformação social. Este projeto tangibiliza, na prática, o que nos propomos ser como cooperativa de trabalho médico, entendendo também o nosso papel fundamental como formadores de opinião. Estaremos, junto com as entidades médicas, cooperando e ao mesmo tempo prestando um serviço para a comunidade médica e a sociedade em geral”, afirma o Diretor-Presidente da Unimed-BH, Frederico Peret. Durante o evento será realizado oficialmente o lançamento da campanha de comunicação que contou com a participação de médicos para tratar questões como racismo, etarismo, homofobia, capacitismo (preconceito contra pessoas com deficiência) e preconceito contra a mulher. Dois convidados irão debater e contribuir com o tema: os palestrantes Marcelo Altona, médico especializado em Geriatria e Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein, e a Cris Kerr, consultora e especialista em diversidade, além de professora da Fundação Dom Cabral.  Confira o perfil dos palestrantes ANOTE NA AGENDA Evento “Diversidade e Respeito” :: Data: 07 de maio, às 19h :: Evento com transmissão pelo canal da Unimed-H no YouTube – https://www.youtube.com/@unimedbh/streams

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70 anos da AMRPM

A Associação Médica Regional de Patos de Minas (AMRPM) completou 70 anos. Em comemoração as sete décadas de trabalho desenvolvido, a filiada da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) realizou o ‘Café com Associação’ no dia 25 de abril, às 19 horas, com a mesa redonda sobre ‘Insuficiência cardíaca: perspectivas e atualizações no manejo agudo e crônico’.   De acordo com o presidente da AMRPM, Élcio Moreira Alves, o evento teve como objetivo reunir estudantes de medicina, médicos e especialistas para discutir e debater questões atuais e emergentes do contexto da saúde. “Temos uma entidade que cumpre seu papel muito relevante em nossa região com nossos colegas, acadêmicos e a comunidade também. Será também uma grande oportunidade de confraternização.” Na ocasião, houve também a apresentação do Coral da AMRPM composto por médicos e familiares, oferecendo aos convidados algo mais para além da medicina e ainda uma aula com o ex-presidente da filiada, Giovanni Roncalli, sobre a história da Associação nesses setenta anos e da Medicina e o importante papel do Museu de História da Medicina na cidade.  

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Nova sede de Viçosa

No 12 de abril, a Associação Médica de Viçosa (AMV) reuniu seus associados para reinaugurar sua sede. Depois de um tempo sem uso, o imóvel de cerca de 120 m2 com sala de palestras com 50 assentos, uma sala de reunião, cozinha, três lavabos e sala de secretaria, foi completamente reformado com troca de pisos de todo o espaço e refeitos os banheiros com acabamentos mais modernos, além de troca de mobiliários e atualização de recursos audiovisuais.  A cerimônia contou com uma aula sobre a ‘Saúde do Médico’, ministrada pelo médico de família e comunidade, Gerson Matedi. Para o psiquiatra e presidente da AMV, Fernando Januário, é de suma importância o associativismo. “É preciso estarmos cada vez mais unidos para enfrentar os desafios da medicina moderna, além de outras manifestações.”  O evento foi encerrado com um coquetel onde os presentes se confraternizaram e trocaram experiências. “É a Associação Médica de Viçosa retomando seus trabalhos, agora com casa nova”, frisou Matedi.  

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CMG 2024 AMB

O 2º Congresso de Medicina Geral da Associação Médica Brasileira (CMG AMB) reunirá profissionais de diversas áreas médicas, com a finalidade de trocar experiências, esclarecer desafios específicos enfrentados no dia a dia pelos médicos especialistas e não especialistas. E, promover debates e aprendizados relevantes, incentivando a busca por educação continuada e conhecimentos específicos para aprimorar a prática médica em sintonia com os avanços mais recentes, utilizando novas técnicas de gestão e inovação. Congresso da AMB, para o progresso da atuação clínica atenta às principais tendências. ÁREAS TEMÁTICAS O CMG 2024 está segmentado em áreas temáticas para que os participantes possam ampliar seu networking em grandes frentes que fazem parte da realidade dos médicos, líderes e diretores de sociedades médicas. INSCRIÇÕES https://congressogeralamb.com.br/

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24 horas pelo Glaucoma

O glaucoma é uma das principais doenças oculares em todo o mundo e causa cegueira irreversível. Os seus sintomas, às vezes, demoram meses e até anos para aparecerem. Justamente por ser uma doença silenciosa, é preciso que a população entenda a necessidade de se consultar com o médico oftalmologista regularmente. Somente esse especialista é capaz de diagnosticar o glaucoma, indicar o tratamento correto e fazer o acompanhamento da evolução da doença. O objetivo do 24h pelo Glaucoma é mobilizar especialistas, população e órgãos competentes em torno da conscientização sobre essa questão de saúde pública. ​Anote na agenda: o 24h pelo Glaucoma será no dia 25 de maio de 2024, a partir das 9h, nas redes sociais oficiais do CBO. ​A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) apoia essa campanha. Participe! Avaliação do nervo óptico. Chamado de fundoscopia, este exame avalia a aparência do disco óptico (começo do nervo óptico na parte interna do olho). Um aparelho com uma luz é utilizado para examinar as estruturas dentro do olho e, às vezes, é necessário realizar a dilatação pupilar. Esse é um dos exames mais importante para detectar e tratar o glaucoma. Entenda o Glaucoma O que é o glaucoma?O glaucoma é uma doença crônica que atinge o nervo óptico, estrutura responsável por conectar o que o olho enxerga com o cérebro para formar a visão. A pressão intraocular suficientemente elevada machuca o nervo óptico progressivamente e, infelizmente, não é possível recuperar as partes do nervo que foram lesadas. Assim, o glaucoma não tratado corretamente pode levar a perda da visão permanente. Quais as causas do glaucoma?​A grande maioria dos casos de glaucoma ocorre por um “defeito de fábrica” – as pessoas já nascem “programadas” para ter a doença, ou seja, não é nada do que o paciente fez ou deixou de fazer. Existem alguns glaucomas chamados secundários, que ocorrem devido a traumas oculares, algumas doenças (artrite reumatoide e diabetes, por exemplo) e/ou uso de algumas medicações (como corticoides). ​Quais os fatores de risco para o desenvolvimento do glaucoma?​Um dos principais fatores de risco associado ao desenvolvimento do glaucoma é o histórico da doença na família, mas, além dele, outros fatores são: etnia africana (para glaucoma de ângulo aberto) ou asiática (glaucoma de ângulo fechado), idade acima de 40 anos e presença de miopia em graus altos. É muito importante que toda pessoa que faz parte do grupo de risco realize o acompanhamento médico oftalmológico. ​Quais os tipos de glaucoma?​Glaucoma primário de ângulo aberto. Este é o tipo mais comum dos glaucomas. Um problema no sistema de drenagem interno (“encanamento”) do olho faz com que a pressão intraocular fique suficientemente alta, com a consequente lesão do nervo óptico. Evolui, geralmente, de maneira lenta e progressiva, e os pacientes normalmente não percebem nada de errado com a visão. ​ Glaucoma de ângulo fechado. Este é o segundo tipo mais comum, no qual o problema é uma obstrução da abertura do sistema de drenagem (“fechamento do ralo”). Esta obstrução pode ocorrer de maneira rápida e extensa, resultando num aumento súbito da pressão intraocular, dor forte, enjoo e visão turva. Esta situação mais grave é chamada de glaucoma agudo, mas felizmente representa uma pequena parte dos casos de glaucoma de ângulo fechado. A maioria evolui de maneira mais lenta e sem sintomas. Glaucoma secundário. Quando o glaucoma ocorre por algum outro fator que leva ao aumento da pressão intraocular, como trauma, uso de medicação a base de corticoide, tumores, inflamações, hipertensão arterial e diabetes. ​Glaucoma congênito. Este tipo afeta bebês e crianças pequenas e é resultado de um erro na formação do sistema de drenagem do olho, causando o aumento da pressão intraocular logo ao nascimento ou nos primeiros meses de vida. Os sinais de alerta são um olho grande e sem brilho, lacrimejamento, grande sensibilidade à luz, que faz com que a criança fique com as pálpebras bem fechadas em ambientes muito iluminados. ​Quais os sintomas do glaucoma?Embora tenha diferentes tipos e manifestações, na maior parte dos casos o glaucoma é assintomático: não dói, não coça, não arde, não causa qualquer incômodo. Ainda assim, continua danificando o nervo óptico e, somente quando a doença está avançada, o paciente começa a perceber dificuldade de enxergar. O tratamento consegue apenas manter a visão do paciente, pois tudo que se perde do nervo não pode ser recuperado. Por isso, identificar a doença ainda nos estágios iniciais é muito importante. ​A importância do diagnóstico precoce​Quanto antes diagnosticar o glaucoma, menores as chances de problemas na visão. O tratamento, geralmente, é mais simples e o controle do glaucoma mais fácil nas fases iniciais. Como a doença evolui de forma assintomática, as visitas regulares ao oftalmologista são fundamentais, especialmente para pessoas que fazem parte do grupo de risco. O médico oftalmologista é o único profissional que pode diagnosticar o glaucoma com segurança. Entenda como funcionam os exames que auxiliam no diagnóstico de glaucoma! ​Avaliação da pressão ocular. Uma gota de colírio anestésico é aplicada para que um pequeno aparelho verifique a pressão intraocular. A pressão intraocular é o principal fator de risco para ter glaucoma, mas isso depende da susceptibilidade individual de cada pessoa. ​Avaliação do nervo óptico. Chamado de fundoscopia, este exame avalia a aparência do disco óptico (começo do nervo óptico na parte interna do olho). Um aparelho com uma luz é utilizado para examinar as estruturas dentro do olho e, às vezes, é necessário realizar a dilatação pupilar. Esse é um dos exames mais importante para detectar e tratar o glaucoma. ​Avaliação do campo visual. Este exame auxilia o oftalmologista na identificação de perdas da visão periférica causadas pelo glaucoma. O exame consiste no paciente apertar um botão quando consegue ver pontos luminosos em diferentes localizações. A avaliação do campo visual exige a atenção do paciente durante o exame, e os exames seriados são importantes para avaliar se o glaucoma está controlado ou não. Avaliação do ângulo da câmara anterior. O exame se chama gonioscopia e permite a avaliação da entrada do sistema de drenagem interno

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Clínica Médica para todos

Aconteceu no dia 25 de abril, a Reunião ‘Clínica Médica para todos’ com discussões de casos clínicos promovida pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica – Regional Minas Gerais (SBCM MG). Neste encontro, a presidente da SBCM MG, Aline Camille Yehia; o vice-presidente, Último Libânio da Costa e o médico Rufino de Freitas conduziram o encontro que aconteceu no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais (Cencon MG).       A reunião tem como objetivo reunir os serviços de Clínica Médica e as residências da especialidade no estado. Os encontros ocorrerão toda última quinta-feira do mês , às 19h30, no Cencon AMMG. As reuniões trazem apresentações de casos clínicos, realizadas pelos residentes de cada instituição. A ideia é trocar experiências e fortalecer a especialidade. Programação:28/05 ( Excepcionalmente terça-feira pelo feriado de Corpus Christi): Hospital João XXIII27/06: Hospital Felicio Rocho25/07: Hospital Odilon Behrens29/08: Hospital Mater Dei26/09: Congresso Mineiro de Clínica Médica24/10: Hospital Alberto Cavalcanti28/11: Santa Casa de Misericórdia de BH

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Urezoma Muriaé

Aconteceu no dia 20 de abril, a 509ª Reunião da Urezoma em Muriaé. Com auditório lotado, o encontro recebeu lideranças médicas da região, o presidente da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Fábio Augusto de Castro Guerra, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG), Ricardo Hernane Lacerda G. de Oliveira, o presidente da Urezoma, Delano Carneio, o presidente da Associação Médica de Muriaé, Hennio Alves da Silva, dentre outros importantes nomes da medicina. Durante toda manhã, os participantes puderam acompanhar intensas discussões à cerca da categoria, sobre temas da medicina e da defesa do médico. Dentre as palestras foram debatidas a ‘Apneia obstrutiva do sono: aspectos gerais, com o otorrinolaringologista, Calros Jaime Simiqueli de Faria; ‘Prontuário médico: aspectos éticos, jurídicos e práticos’, com o assessor jurídico da Comissão Estadual de Defesa do Médico, Fernando Mitraud e ‘Nova regulamentação da publicidade médica’, com o presidente da AMMG, Fábio Augusto de Castro Guerra. Para Guerra, esse é um momento importante de integração entre o interior e a capital e coloca em pauta assuntos comuns a todos os médicos. “Novas regras de publicidade, abertura indiscriminada de novas escolas de medicina, a importância de uma atualização científica de qualidade e uma outra infinidade de temas precisam ser amplamente discutidos e nada melhor que fóruns como estes para levantar questões desta natureza.” Ao final, os participantes puderam debater em uma mesa redonda composta por representantes das entidades médica sobre diversos assuntos de classe que estão em voga no momento. Fotos: Aline Alves Ferraz

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Carta Aberta AMB

Momento de união em defesa da residência médica brasileira e contra o decreto nº 11.999 É um momento de UNIÃO. Nós da AMB temos como princípio e dever a defesa da dignidade profissional do médico e a assistência de qualidade à saúde da população. Por isso, reiteramos nosso repúdio e indignação com a publicação do Decreto nº 11.999 (17/04/2024), que altera a composição da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), versado sobre regulação, supervisão e avaliação de programas de residência médica e das instituições. É um momento gravíssimo do ponto de vista da residência médica, por isso a necessidade emergencial de união de todas as entidades e sociedades médicas brasileiras. Nós da AMB que congregamos 27 Federadas e 54 Sociedades de Especialidades com mais de 40 mil associados em todo o país, não podemos nos furtar do nosso papel de defesa ampla e irrestrita. Para demonstrar o apoio da AMB, nossa coesão e preocupação em torno desse tema, estamos listando, no final desta carta, a manifestação de todas as entidades, que também estão se indignando com essa deliberação devastadora.  Nitidamente o decreto aponta para um desequilíbrio na composição da CNRM que passa a contar com o dobro de representantes do Governo Federal, o que afetará a equidade na tomada de decisões em favor da gestão em detrimento de posicionamentos técnicos e éticos apontados pelas entidades médicas. Um dos pontos mais graves é a retirada da obrigatoriedade de que os membros indicados pelos Ministérios para compor a CNRM sejam médicos. Tememos por decisões que não sejam embasadas pelos nobres propósitos da formação do médico especialista que, necessariamente, precisa adquirir as competências já aprovadas por cada uma de nossas sociedades de especialidade, bem com ganhar a autonomia para realização, por si só, dos procedimentos que caracterizam cada uma das especialidades médicas. Não se pode conferir o título de especialista a médicos que não seguiram, rigidamente, o estabelecido em cada programa oficial de residência médica do MEC. Quero reforçar aqui, que a publicação do decreto aconteceu às escuras, sem consulta prévia aos membros da atual CNRM, nem com lideranças das principais entidades médicas do país, que sempre defenderam a qualificação da residência médica. Estamos inseguros, pois há distorções que comprometem o papel técnico da CNRM, claramente em detrimento de uma visão política de Governo e não de Estado. Outro ponto que merece nossa atenção é o fato de que a CNRM sempre teve um secretário executivo que, via de regra, era uma pessoa que detinha excelente conhecimento e boa crítica sobre o que é residência médica. A nova diretriz determina a desqualificação do papel do secretário executivo, que deixa de ser membro votante da Comissão para exercer funções meramente administrativas. E por fim, outra questão não menos preocupante, refere-se à manutenção da Câmara Recursal retirando do seu Plenário o poder decisório e ampliando o poder de influência do Governo nas decisões da CNRM. Em resumo, o que for decidido dentro da comissão nacional, se não aceita por um dos membros, pode ser remetido à Câmara Recursal, onde claramente, pela composição de membros dessa instância, sempre prevalecerá a posição defendida pelo governo e não pela vontade dos médicos. Portanto, o momento de nos unirmos ainda mais é agora. Devemos buscar todas as instâncias decisórias para mostrar nossa indignação e lutar com todas as nossas forças, à exaustão, para reverter essa nefasta decisão. Contamos com todos os setores médicos organizados e com o apoio da população, pois é ela que, em última instância, sofrerá o maior prejuízo pela precariedade de formação dos novos especialistas e pelo comprometimento da eficácia e da segurança da assistência médica qualificada que virá em decorrência dessa tragédia que se abate sobre o aparelho formador de especialistas em nosso país! César Eduardo Fernandes Presidente da Associação Médica Brasileira – AMB Clique e confira as manifestações das entidades e sociedades médicas Conselho Federal de Medicina – CFM Conselho Regional de Medicina do Estado do Ceará – CREMEC Associação Paulista de Medicina – APM Associação Médica de Minas Gerais – AMMG Associação Médica do Estado do Rio de Janeiro – SOMERJ Associação de Medicina Intensiva Brasileira – AMIB Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica – CIPE Associação Médica do Acre – AMAC Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP Associação Médica Cearense – AMC Associação Nacional de Medicina do Trabalho – ANAMT Associação Médica de Pelotas – AMP Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de SP – SOGESP Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN Comissões de Residências Médicas – CEREMs Comissões Estaduais de Residência Médica – CNRM Sociedade Brasileira de Anestesiologia – SBA Sociedade Brasileira de Urologia – SBU Sociedade Brasileira de Cardiologia – SBC Sociedade Brasileira de Dermatologia – SBD Sociedade Brasileira de Neurocirurgia – SBN Sociedade Brasileira de Pediatria – SBP Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica – SBCO Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT Sociedade Brasileira Cirurgia Cardiovascular – SBCCV Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial – SBPCML Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – SBACV Sociedade Brasileira de Nefrologia – SBN Sociedade Brasileira de Radioterapia – SBRT Federação Nacional dos Médicos – FENAM Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO Federação Brasileira de Gastroenterologia – FBG Sindicato Médico Do Rio Grande Do Sul – SIMERS Departamento de Imagem Cardiovascular – DIC/SBC Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem – CBR Colégio Brasileiro de Cirurgiões – CBC

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