AMMG em dia

Poesia e arte na AMMG

Otto Cirne abriga arte e poesia Durante o mês de abril, o Espaço Cultural Otto Cirne abriga a mostra coletiva ‘Habita-me, a face oculta dos transtornos mentais’. Idealizada pelas artistas Maria Helena Bomfim e Lorena Mascarenhas, a exposição une arte e poesia transcendendo em telas a delicada temática que permeia a vida de um a cada oito indivíduos no mundo, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os traçados abstratos e figurativos de cada obra dos 11 expositores convidados estão acompanhados de poesias criadas por Maria Helena. Ela revela que a inspiração veio do seu dia a dia, sendo casada há três décadas com um psiquiatra. “Segundo a OMS, o Brasil é considerado um dos países com os maiores índices de transtornos mentais e o debate é necessário”, avalia. Os artistas plásticos que apresentam seus trabalhos são Adriana Ballaio, Ana Verona, Betho Freitas, Carol Verona, EdLima, Heloísa Prado, Joana Peixoto, Lorena Mascarenhas, Lili Zaramela, Lúcia Josina, Santto e Sônia Bugareli. A curadoria e a expografia ficaram a cargo de Marcos Esteves e Michel Salazar, que também compõem o grupo da mostra coletiva. Para relacionar os textos sendo fiel às questões psiquiátricas, ela contou com o apoio de especialistas nessa área médica e uma profissional especializada em terapia cognitiva e comportamental. Respectivamente são: Lucas Moretzon, Martim Vitova Junqueira, Paulo Roberto Repsold e Renata Borja. “Sem eles não conseguiria escrever sobre esse assunto que não domino.” Maria Helena completa que, em sua opinião, as doenças mentais são invisíveis para a sociedade, mesmo percebendo que não escolhem raça, sexo, idade ou condição social. “As poesias junto à cada pintura irão contribuir para elucidar enfermidades como a depressão e a ansiedade, sendo as mais comuns dentre as condições que afetam a mente.” As peças da mostra ‘Habita-me, a face oculta dos transtornos mentais’ serão comercializadas e ficam expostas até o final de abril, de 8h às 21h, de segunda a sábado. O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes. Médicos não associados e artistas não médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda. Interessados devem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação, pelo telefone (31) 3247 1608 ou pelo e-mail comunicacao@ammg.org.br.

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ALERTA AOS ASSOCIACOS

A Associação Médica de Minas Gerais envia boleto para pagamento da anuidade pelos Correios! Outra formas de envio como e-mail e WhatsApp somente quando solicitado pelo associado. Fiquem atentos! Há também a possibilidade de pagamento por meio do Pix e na área restrita do site, para maior segurança do associado.

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Congresso AMB vem aí

📌A Associação Médica de Minas Gerais apoia o 4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral. 📌 Um evento fundamental para o aprimoramento da medicina geral no Brasil, unindo a AMB e todas as sociedades de especialidades médicas reconhecidas. ✅ Quando: 11 a 13 de junho de 2026✅ Onde: Distrito Anhembi, SP 📌 Garanta sua atualização profissional em um dos maiores eventos do ano. 📌 Inscreva-se: LINK NA BIO

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Terça Cultural na AMMG

Terça Cultural – ‘JK: o médico e o presidente’. Data: 7 de abril, terça-feira Horário: 19h30 Local: Avenida João Pinheiro, 161, Centro (Cencon AMMG) Inscrições: Sympla No dia 7 abril, terça-feira, às 19h30, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em parceria com a Academia Mineira de Medicina (AMM) e com o apoio da Fundação Lucas Machado (Feluma) e da Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg), brinda o público com mais uma edição do projeto Terça Cultural, da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), intitulada ‘JK: o médico e o presidente’. No auditório Borges da Costa, Centro de Convenções da AMMG, serão apresentados palestra sobre esse grande personagem da história brasileira e o documentário ‘JK, o futuro chamado ao presente’, de autoria e direção geral de Fábio Chateaubriand. O presidente emérito da AMM, José Carlos Serufo, compartilhará seus estudos e impressões sobre o valor de Juscelino Kubitschek para a medicina e para a política nacional. Já o documentário, de acordo com Chateaubriand, que estará presente, revisita a trajetória de JK, do menino Nonô de Diamantina ao estadista que transformou o Brasil. “Mais do que um retrato biográfico, é um mergulho na formação de um líder que acreditava no poder do sonho e na força da ação para reinventar o país”, destaca. Com depoimentos inéditos, documentos raros e uma narrativa que combina rigor histórico e sensibilidade, a produção revela como JK redesenhou a ideia de desenvolvimento nacional, articulando planejamento, ousadia e capacidade de execução. O autor e diretor geral do documentário explica que ao acompanhar seus passos como médico, prefeito, governador e presidente, o filme mostra o surgimento de Brasília, o impacto do Plano de Metas e o modo como Juscelino inaugurou uma nova era de modernização no Brasil. Chateaubriand revela que a inspiração para realizar essa obra surgiu de sua amizade com Maria Estela Kubitschek, filha de JK, e de Serafim Jardim, amigo e secretário do ex-presidente. “Passei a escutar esse capítulo da história nacional por meio de pessoas que fizeram parte dela e ouvia a trajetória dele muitas vezes em primeira pessoa”, conta. A partir desse trabalho, ele ainda produziu um livro fotobiográfico e exposições. Com inscrições feitas pelo Sympla, o documentário é um convite a rememorar a vida e os grandes feitos de JK, no ano que marca os 50 anos de sua trágica morte em um acidente de carro. Faça sua inscrição: https://www.sympla.com.br/evento/jk-o-medico-e-o-presidente/3368201

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Nova Edição Jornal AMMG

Formação médica requer avaliação criteriosa O Exame de Proficiência Médica, o Profimed, como um pré-requisito para o exercício da medicina, foi aprovado no dia 25 de fevereiro, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal. O Projeto de Lei 2294/2024 encontra-se ainda no Senado e aguarda a votação dos Senadores para que possa ser enviado à Câmara dos Deputados. A necessidade de uma avaliação criteriosa já vem sendo debatida ao longo dos anos e tomou seu ápice após mais de 100 cursos de medicina do país terem sido mal avaliados no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica. Em Minas Gerais, 12 instituições estão entre as que serão punidas pelo Ministério da Educação (MEC). O resultado divulgado, em 19 de janeiro, reacendeu as discussões das entidades médicas sobre a importância de uma boa formação e a abertura indiscriminada de cursos de medicina no Brasil. Leia outros destaques Fórum de Defesa do médico reúne especialistas Telas: quando o excesso vira risco Prática de exercício aumenta longevidade Leia a Edição de Fevereiro/Março completa aqui

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AMMG apoia Março Azul

Diretores da Associação Mineira de Gastroenterologia (AMG) e da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva – Regional Minas Gerais (Sobed MG) se reuniram, no dia 26 de março, na seda da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) para celebrar o Março Azul, mês de Conscientização de Combate ao Câncer Colorretal. A AMMG apoia essa iniciativa e ilumina a sede da entidade para reforçar a importância da prevenção e da manutenção de hábitos de vida saudáveis. A entidades participam ativamente de campanhas para alertar à população sobre as doenças gastrointestinais e os cuidados que são precisos para se ter em torno da saúde como um todo. Campanha 2026 Sua jornada da vida é importante demais para ser interrompida por um diagnóstico tardio. Previna-se. Mais de 50 mil brasileiros descobrem o câncer de intestino todos os anos e muitos deles não sentem os sintomas. Se você tem mais de 45 anos, ou casos na família, converse com seu médico e faça os exames preventivos. Isso pode salvar a sua vida. O que você precisa saber sobre o câncer de intestino O que é o câncer de intestino O câncer de intestino é também conhecido como câncer colorretal porque engloba os tumores surgidos na parte do intestino grosso chamada cólon e reto (localizada no final do intestino, antes do ânus) e no ânus. Fatores de risco Fumar, consumir alimentos ricos em gorduras saturadas, ter uma vida sedentária, consumir bebidas alcoólicas, ter idade superior a 45 anos, ter história familiar de câncer colorretal, ter história pessoal da doença (já ter tido câncer de ovário, útero ou mama), baixo consumo de cálcio e obesidade são fatores de risco para esta doença. Sinais e sintomas Se você está perdendo peso sem ter feito nenhuma mudança na dieta, passou a ter diarreia e/ou prisão de ventre, percebeu sangue nas fezes, sente gases ou cólicas, náuseas ou vômitos, dores na região anal ou sensação de intestino cheio mesmo após a evacuação, deve procurar avaliação médica com brevidade. Há dois exames capazes de detectar precocemente os tumores de intestino: o Teste FIT – que aponta sangue nas fezes (mesmo oculto a olho nu) e a Colonoscopia (exame de imagem que vê o funcionamento do intestino por dentro). O diagnóstico precoce oferece até 90% de chance de cura do câncer de intestino! Tratamento Se você for diagnosticado com câncer de intestino, o médico ou a médica poderão recomendar o melhor tratamento para o seu caso. Confie neles. O tratamento poderá incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapia biológica. A escolha vai depender da localização do tumor e do estágio da doença. Cura O câncer de intestino tem cura. Quanto mais cedo iniciar o tratamento, maiores as possibilidades de cura. E mesmo após a cura, é feito um rigoroso acompanhamento com consultas e exames para evitar ou detectar um possível retorno do câncer. Fazer tal monitoramento é imprescindível para identificar recidivas precocemente. Fonte: https://www.marcoazul.org.br/

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Ginecologia e Obstetrícia

Alerta para a adenomiose

ABRIL ROXOAlerta para a adenomiose: doença que pode causar dor intensa e sangramento anormal Condição ginecológica pode afetar a fertilidade e a qualidade de vida, mas ainda é pouco conhecida e frequentemente diagnosticada de forma tardia. Cólica menstrual intensa é normal? Sangramento aumentado durante a menstruação deve ser considerado algo comum? Essas são algumas das dúvidas mais comuns e que a campanha Abril Roxo, mês de conscientização sobre a adenomiose, busca esclarecer ao chamar a atenção para uma doença ginecológica caracterizada pela presença do tecido endometrial que normalmente reveste a parte interna do útero, infiltrado na musculatura uterina, podendo provocar dor, aumento do fluxo menstrual e impacto significativo na qualidade de vida. Segundo o médico ginecologista e membro da diretoria da Sogimig, Eduardo Cunha, um dos principais desafios ainda é combater a normalização dos sintomas. “Não é normal sentir dor intensa ou ter sangramento excessivo durante o período menstrual. Esses sinais precisam ser investigados, porque podem indicar alguma doença ginecológica”, explica. Entre os principais sinais da adenomiose estão o aumento do fluxo menstrual, cólicas progressivas e dor pélvica. Em muitos casos, a mulher menstrua nas datas habituais, mas percebe uma piora gradual na intensidade das dores e no volume do sangramento. De acordo com o especialista, a cólica considerada fora do padrão costuma ser aquela que deixa de responder a medidas simples, como analgésicos leves ou calor local (compressa quente), e passa a interferir na rotina da paciente. “Quando a dor começa a se intensificar progressivamente e impacta as atividades do dia a dia, é importante investigar. Existem várias doenças que podem causar esses sintomas, e o diagnóstico correto é fundamental”, destaca. Além do desconforto físico, a adenomiose também pode interferir na fertilidade. Mulheres com a doença podem apresentar maior dificuldade para engravidar e risco aumentado de complicações gestacionais. Adenomiose x endometriose Apesar de frequentemente confundidas, adenomiose e endometriose são doenças diferentes. Na adenomiose, o tecido semelhante ao endométrio cresce dentro da parede muscular do útero, o que pode causar aumento do órgão, dor e sangramento intenso. Já na endometriose, esse tecido se desenvolve fora do útero, podendo atingir ovários, intestino, bexiga e outras estruturas da pelve. Embora tenham sintomas parecidos, como cólica menstrual intensa e dor pélvica, o diagnóstico e as abordagens de tratamento podem ser diferentes, o que reforça a importância da avaliação especializada. Diagnóstico Para confirmação do diagnóstico, o médico pode solicitar exames de imagem, como o ultrassom transvaginal e a ressonância magnética. O tratamento varia conforme a idade, a intensidade dos sintomas e o desejo reprodutivo da paciente. Entre as opções estão terapias hormonais, medicamentos para controle da dor e dispositivos intrauterinos hormonais. Nos casos em que a mulher já teve filhos e apresenta sintomas importantes, pode ser indicada cirurgia. “Em situações específicas, a retirada do útero pode ser necessária e resolver definitivamente o problema”, explica o médico. Embora anteriormente fosse mais associada a mulheres entre 30 e 40 anos com histórico de múltiplas gestações, hoje se sabe que a adenomiose também pode atingir mulheres jovens e sem filhos. Entre os fatores de risco estão: multiparidade, início precoce da menstruação, ciclos menstruais curtos e obesidade. “Muitas mulheres ainda escutam que cólica forte é algo normal ou ‘coisa de mulher’, mas isso não é verdade. Dor e sangramento excessivo precisam de avaliação do ginecologista de confiança, porque podem estar relacionados a doenças tratáveis”, reforça Eduardo Cunha. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica, além da defesa e valorização dos profissionais da área. ————————————- Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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AMMG em dia

InterAção Brasil

Aconteceu no dia 21 de março, promovido pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (FM UFMG), com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), o projeto InterAção Brasil – O Esporte como Agente de Transformação. A iniciativa idealizada pelo Instituto InterAÇÃO Brasil propõe uma reflexão qualificada sobre o papel estratégico da atividade física na saúde individual e coletiva. A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) ao participar, reafirmou seu compromisso institucional em ações que fortalecem a prevenção, a promoção da saúde e o aprimoramento das políticas públicas voltadas à prática esportiva. A diretora científica da AMMG, Sinara Mônica de Oliveira Leite, foi representada pelo cardiologista e especialista em medicina do exercício e do esporte, Marconi Gomes. Em sua apresentação, foram discutidas evidências científicas robustas que consolidam o exercício físico como intervenção terapêutica baseada em evidência. Com base em publicação do British Journal of Sports Medicine, Gomes apresentou a meta-análise demonstrando que o exercício físico apresenta efeito comparável à psicoterapia e semelhante ao uso de antidepressivos em casos leves a moderados, não devendo ser considerado apenas estratégia adjuvante, mas intervenção terapêutica central. Destacou ainda que exercícios aeróbicos apresentam forte impacto na redução da ansiedade, exercícios resistidos mostram efeito expressivo na depressão, e treinos combinados ampliam os benefícios clínicos. A exposição também abordou o conceito de “prescrição de exercício”, reforçando que a atividade física deve ser estruturada, individualizada e incorporada à prática clínica como conduta formal, com indicação, dose, frequência e acompanhamento. Outro ponto relevante foi a discussão sobre saúde mental dos médicos e estudantes de medicina, com dados que evidenciam maiores taxas de sofrimento psíquico, estresse patológico e risco aumentado de suicídio nessa população, reforçando a urgência de estratégias preventivas — entre elas, a prática regular de exercício físico como medida estruturante de cuidado. O evento reforçou que o esporte transcende o desempenho atlético: trata-se de ferramenta de transformação social, promoção de saúde, prevenção de doenças e qualificação das políticas públicas. A integração entre ciência, prática clínica e políticas estruturadas é caminho essencial para uma sociedade mais saudável e sustentável. Também integraram o evento: Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg), Instituto Patrícia Magalhães, Centro de Valorização da Vida (SVV), Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC) e Centro de Diretores Lojistas de Belo Horizonte (CDL BH). Novas atividades estão previstas para 2026 e serão divulgadas em breve.

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Alergia e Imunologia

Desbravando o ChatGPT

Quer incorporar a Inteligência Artificial à sua rotina profissional com segurança, critério técnico e aplicação prática?Inscreva-se no curso “Desbravando o ChatGPT: Ferramentas para o Dia a Dia”. A formação é ministrada pelo Dr. Antônio Toledo — Doutor em Infectologia, especialista em Inteligência Artificial e professor em Ciências da Saúde. O programa foi estruturado de forma objetiva e estratégica, abordando desde a produção qualificada de conteúdo até a otimização de fluxos de trabalho e tomada de decisão com apoio da IA. 💻 Modalidade: 100% online, na plataforma da Associação Médica de Minas Gerais📚 Inclui: videoaulas, eBook exclusivo e materiais complementares para download🎯 Benefício: 20% de desconto para associados da AMMG Informações e inscrições:https://ensino.ammg.org.br/ Conteúdo objetivo, aplicável e direcionado à utilização estratégica da IA desde a produção de conteúdo até a otimização de rotinas profissionais. Mais informações: http://ammg.org.br

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Alergia e Imunologia

Fórum aquece debates

AMMG realiza II Fórum de Judicialização e Direito Médico A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) promoveu, nos dias 19 e 20 de março, o II Fórum de Judicialização e Direito Médico, no Centro de Convenções e Eventos da AMMG, em Belo Horizonte. O evento, que contou com apoio de diversas entidades, teve como objetivo promover e fortalecer o diálogo qualificado entre profissionais da medicina, do direito e áreas afins, abordando temas relevantes à prática médica e sua interface com os aspectos jurídicos, éticos e institucionais. Em 2024, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o número de processos contra médicos disparou: foram 74.358 ações, contra 12.268 no ano anterior — um aumento de 506%. De acordo especialistas, nos últimos anos, a Judicialização da Medicina vem crescendo de forma preocupante, afetando a relação de confiança entre médico e paciente. Para o coordenador do encontro e diretor de Defesa do Exercício Profissional da AMMG, Marcelo Versiani Tavares, encontros como esses permitem um debate sobre temas extremamente relevantes. Durante o primeiro dia de debate foi abordado o tema sobre ‘Publicidade médica, redes sociais e responsabilidade ética’, sob a coordenação do coordenador do encontro, Marcelo Versiani Tavares. De acordo com o presidente da Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (Codame CRM MG), Angelo Adami, é imprescindível, antes de tudo, conhecer as regras, saber dos limites éticos e só assim, agir com clareza e oferecer informações seguras aos pacientes. Participaram da mesa, a jornalista, especialista de marketing em saúde, Deborah Ribeiro; a presidente da Comissão de Direito Médico da Ordem dos Advogados do Brasil – Regional Minas Gerais (OAB/MG), Bárbara Abreu; e o conselheiro do Conselho Federal de Medicina, Marcelo Prado. Na mesa sobre ‘Inteligência artificial na medicina’, sob a coordenação do vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, o infectologista e especialista em Inteligência Artificial, Antônio Toledo, chamou a atenção para o fato de que a IA está aí e não há como negar a sua presença. “É preciso entender que o uso da tecnologia existe para ampliar as habilidades e o conhecimento humano, sem substituí-los. Levando sempre em conta que o uso da tecnologia, incluindo a IA, deve ser feito de forma crítica, ética e eficiente.” Participou da mesa também, o representante da Comissão de Inteligência Artificial da OAB MG, mestre em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). LL.M, pesquisador no Grupo de Estudos em Direito e Tecnologia da UFMG, João Doreto. Com a temática‘Pejotização, contratos e riscos legais para o médico’, sob a coordenação do especialista em direito médico Frederico Ferri, especialistas em direito e medicina abordaram sobre a fragilidade do vínculo entre o médico e os hospitais e como o mercado vem se apresentando, sobretudo, para os médicos jovens.   Segundo a Promotora de Justiça de Defesa da Saúde de Belo Horizonte, Josely Ramos Pontes, é fundamental questionar onde o médico quer estar no mercado, hoje. “Vemos um grande descompasso entre formação e mercado. É importante lembrar que a precarização do trabalho existe muito antes da pejotização, portanto, é preciso mudar o que está por trás disso. E ainda questionarmos, onde o profissional da medicina quer estar daqui 20 ou 30 anos.” Participaram da mesa, o representante da Central dos Hospitais. Presidente da Comissão de Apoio Jurídico a Micro e Pequenas Empresas da OAB/MG, Flávio Carvalho Monteiro de Andrade; o presidente da Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom), Sérgio Lages Murta e a desembargadora do Trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, Taísa Macena. Durante a abertura do evento, ao final das palestras do dia 19 de março, o presidente da AMMG, Fábio Augusto de Castro Guerra, reforçou sobre a construção do evento como resultado de cooperação institucional, diálogo permanente e compromisso comum com a qualificação do debate sobre uma saúde ética e de qualidade. “A judicialização da saúde não pode ser analisada de forma fragmentada. Ela dialoga com transformações tecnológicas, mudanças regulatórias, novos modelos contratuais e com a crescente digitalização da prática médica. O cenário é dinâmico e exige reflexão madura, baseada em evidências, responsabilidade ética e respeito às competências técnicas do ato médico.” Estiveram presentes também na solenidade, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG), Ricardo Hernane Lacerda Gonçalves de Oliveira; a conselheira federal pelo estado de Minas Gerais, Cibele Alves de Carvalho; o presidente do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed MG), André Christiano dos Santos; o presidente da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), Wagner Eduardo Ferreira; representando a Academia Mineira de Medicina (AMMG), a acadêmica e diretoria Científica da AMMG, Sinara Mônica de Oliveira Leite; a diretora de Regulação de Média e Alta Complexidade em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, Juliana de Carvalho.   Debates do segundo dia No dia 20 de março, os debates continuaram com a presença de uma plateia atenta e com a presença de importantes nomes do direito e da medicina. Nas palestras apresentadas foram abordados temas como ‘Violência contra o médico: proteção, segurança e marcos legais’, sob a coordenação do vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM MG), Victor Hugo de Melo. De acordo o presidente do Sinmed MG, André Christiano dos Santos, levantamento realizado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), aponta que em média, 12 médicos foram vítimas diariamente de algum tipo de violência em um estabelecimento de saúde no Brasil em 2024. A estimativa é baseada na quantidade de boletins de ocorrência (BOs) registrados nas delegacias de Polícia Civil dos estados brasileiros e do Distrito Federal em 2024. “Ou seja, a cada duas horas, um médico passou por uma situação de ameaça, injúria, desacato, lesão corporal, difamação, furto, entre outros crimes, dentro de unidades de saúde, hospitais, consultórios, clínicas, prontos-socorros, laboratórios e outros espaços semelhantes, públicos ou privados. É a maior quantidade da série histórica pesquisada pelo CFM.” Para Santos, o problema tem se agravado devido ao subfinanciamento crônico, falta de planejamento e ineficiência na saúde pública. Médicos e demais profissionais

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