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Agosto: Ação Vascular

Médicos vasculares de Minas abrem agendas extras para atender pacientes que aguardam na fila do SUS Ação da SBACV-MG integra o Agosto Azul Vermelho e será realizada por associados em diferentes cidades do estado Durante o Agosto Azul Vermelho, mês dedicado à conscientização sobre a saúde vascular, a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional Minas Gerais (SBACV MG) realiza uma ação social voltada ao atendimento de pacientes que já aguardam na fila do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação tem o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). A iniciativa será realizada por médicos associados à SBACV MG, que irão abrir agendas extras em seus serviços para atender pacientes previamente cadastrados nas demandas do SUS para avaliação vascular e exames, como o Doppler. A proposta é contribuir de forma prática para reduzir o tempo de espera desses pacientes, aproximando o cuidado especializado de quem já está na fila e precisa de atendimento. Segundo a angiologista e cirurgiã vascular Melissa Moraes Silva, presidente da SBACV MG, a ação nasceu do desejo de transformar a campanha de conscientização em uma entrega concreta para a população. “O Agosto Azul Vermelho é um momento importante para falar sobre prevenção e saúde vascular, mas entendemos que também era possível fazer algo prático. Por isso, médicos associados à SBACV MG irão doar parte do seu tempo e abrir agendas extras para atender pacientes que já aguardam na fila do SUS. É uma forma de contribuir com a rede pública e levar cuidado especializado a quem precisa”, afirma a especialista. Os atendimentos serão organizados em diferentes cidades de Minas Gerais, por meio dos fluxos já existentes nos serviços participantes. Não se trata de atendimento aberto ao público por demanda espontânea, e os pacientes não devem procurar diretamente consultórios ou clínicas para inscrição. A ação contará com a participação de médicos associados e membros da diretoria da SBACV MG em cidades como Belo Horizonte, Itajubá, Uberlândia e Pará de Minas, entre outras localidades que poderão integrar a mobilização. O Agosto Azul Vermelho reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acompanhamento das doenças vasculares. Fatores como sedentarismo, tabagismo, diabetes, hipertensão, colesterol elevado, obesidade e histórico familiar podem aumentar o risco de complicações vasculares. Entre os sinais que merecem atenção estão dor nas pernas ao caminhar, inchaço persistente, varizes com sintomas, feridas que demoram a cicatrizar, alteração de cor nos pés ou pernas, dor súbita e intensa em membros inferiores e histórico de doenças circulatórias. Com a iniciativa, a SBACV MG reforça seu compromisso com a responsabilidade social, a valorização da especialidade e o cuidado com a saúde vascular da população mineira. Serviço Ação: Atendimento extra para pacientes que aguardam na fila do SUSRealização: SBACV-MGPeríodo: Agosto Azul VermelhoCidades participantes: Belo Horizonte, Itajubá, Uberlândia, Pará de Minas e outras localidades participantesObservação: Os atendimentos serão realizados a partir das filas e fluxos já existentes. Não haverá inscrição aberta ao público. Sobre a SBACV MG A Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular – Regional Minas Gerais representa angiologistas e cirurgiões vasculares no estado, promovendo educação médica continuada, valorização profissional e ações de conscientização sobre a saúde vascular. Fonte: SBACV MG

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SMCC promove congresso

A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) participa do XI Congresso Mineiro da História da Medicina e o I Congresso de História da Medicina e Saúde de Cataguases. A solenidade de abertura aconteceu na noite da quinta-feira, 20 de agosto. Estiveram presentes, o presidente da AMMG, Fábio Augusto de Castro Guerra; o diretor de Assuntos de Interior da AMMG, Lincoln Lopes Ferreira; o diretor Adjunto de Assuntos do Interior da AMMG, Luiz Antônio Avelar e o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais, Ricardo Hernane Lacerda Gonçalves de Oliveira. Dando as boas-vindas, o presidente da SMCC, Joseph Antônio Freire. Os convidados ainda assistiram a palestra do médico Daniel Pinheiro Hernandes sobre uma visão histórica da medicina. Para Freire, a realização conjunta dos dois congressos une tradição e renovação, amplia o diálogo sobre a história da medicina e descentraliza a produção de conhecimento. “Estudar essa trajetória permite compreender conquistas e erros do passado, além dos desafios que ainda persistem na área da saúde. O presidente da SMCC ressaltou ainda que o cuidado com a vida não se constrói apenas por meio dos avanços técnicos e científicos, mas também por valores, experiências e contextos sociais. “Conhecer essa trajetória é essencial para formar profissionais mais conscientes, humanizados e comprometidos com a sociedade”, afirmou. O encontro é uma realização da SMCC, com apoio da AMMG, do CRM MG e do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed MG). No dia 21, os congressos ainda recebem importantes palestrantes para falar sobre diversos temas da saúde, da medicina e sobre assuntos pertinentes ao universo médico, como inteligência artificial. Premiações Durante os congressos foram premiados os melhores trabalhos científicos. Em 1º lugar, ‘Do mapeamento linfático ao linfonodo sentinela: a evolução de uma estratégia na cirurgia oncológica’, de Cecília Lima do Carmo e Renan Barros Cunha.  No segundo lugar, Daniela da Silva Miranda Freire Maria Clara Arquete Ferreira, Paula Mendonça Soares e Miranda Freire, com o estudo sobre ‘História das infecções hospitalares: evolução, marcos e perspectivas contemporâneas.

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Eleita nova diretoria

Na noite desta segunda-feira (17 de agosto) foi aclamada a nova diretoria da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) para a gestão 2026/2029. Chapa Única, com o lema ‘Experiência que sustenta, Inovação que transforma’, tem à frente da presidência o mastologista, Gabriel de Almeida Silva Júnior. Na data foram eleitos também os representantes das regionais da entidade, Associação Médica Brasileira e Federadas. Para o presidente da AMMG gestão 2023/2026, Fábio Augusto de Castro Guerra, ver o trabalho sendo dado sequência é questão de muito orgulho. “É uma alegria receber novos colegas nessa diretoria e saber que vamos também continuar a nossa luta por questões tão importantes à medicina e à saúde”. O presidente eleito Gabriel de Almeida Silva Júnior, lembrou a importância de uma entidade que completou, este ano, 80 anos e que foi construída por médicos que, ao longo de gerações, compreenderam que a profissão precisa estar organizada, representada e unida. “E é exatamente isso que assumimos hoje. Somos uma equipe que se coloca à disposição para servir a uma instituição que pertence a todos os médicos de Minas Gerais. Nosso compromisso será trabalhar para aproximar cada vez mais a Associação dos médicos da capital e do interior, dos jovens médicos e daqueles que construíram a nossa história, das diferentes especialidades e das entidades que compõem o movimento médico. Temos grandes desafios pela frente: a formação médica, a valorização profissional, a remuneração, a defesa da autonomia médica, a judicialização, as transformações tecnológicas e, especialmente, o impacto da inteligência artificial sobre a medicina. Mas acredito que o maior desafio seja fortalecer o sentimento de pertencimento do médico à sua entidade.”   Presentes na solenidade, a Comissão Eleitoral da AMMG, representada pela presidente Cibele Alves de Carvalho e pelos integrantes Marcelo Gomes Girundi e Andréa Chaimowicz; o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais, Ricardo Hernane Gonçalves Lacerda de Oliveira; o presidente da Federação Nacional das Cooperativas Médicas de Minas Gerais, Sérgio Lages Murta; o representante da Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg) e da Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil (Aemed BR), Richard Daniel Ferreira Dias e a presidente da Academia Mineira de Medicina (AMM), Elizabeth Costa Dias. 🔖Conheça os integrantes: – Presidente: Gabriel de Almeida Silva Júnior – Vice-presidente: Regina de Fátima Barbosa Eto – Secretário-Geral: Clécio Ênio Murta de Lucena – 1ª Secretária: Maria do Carmo Barros de Melo – Diretor Administrativo: Paulo Roberto Repsold – Diretor Administrativo Adjunto: Márcio Silva Fortini – Diretora Científica: Sinara Mônica de Oliveira Leite – Diretor Científico Adjunto: Agnaldo Soares Lima – Diretor Financeiro: Rogério de Castro Pereira – Diretor Financeiro Adjunto: Alcebíades Vitor Leal Filho – Diretora de Comunicação e Marketing: Walnéia Cristina de Almeida Moreira – Diretor de Comunicação e Marketing Adjunto: Leonardo Campos de Queiroz – Diretor de Defesa do Exercício Profissional: Marcelo Versiani Tavares – Diretora de Defesa do Exercício Profissional Remuneração: Cathia Costa Carvalho Rabelo – Diretora de Defesa do Exercício Profissional Assuntos Legislativos: Inessa Beraldo de Andrade Bonomi – Diretora de Benefícios: Aline Camille Yehia – Diretor de Promoções Culturais: Erickson Ferreira Gontijo – Diretor de Assuntos do Interior: Fábio Augusto de Castro Guerra – Diretor de Assuntos do Interior Adjunto: João Thomaz da Costa – Diretor de Assuntos do Interior Adjunto: Luiz Henrique de Souza Pinto – Diretora de Assuntos do Interior Adjunta: Maria Tereza Maia Penido Rebello – Diretora de Assuntos do Interior Adjunta: Rosângela Maria de Almeida – Diretora de Assuntos do Interior Adjunta: Rosimara Moraes Bonfim Fotos: Gláucia Rodrigues

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Notícias Filiadas

Encontro Científico

No dia 5 de agosto, o auditório da Associação Médica de Varginha (AMV) foi palco de um importante Encontro Científico focado em patologias raras. Com o apoio da AstraZeneca Brasil, o evento abordou os temas “Hemoglobinúria Paroxística Noturna” e “SHUA: Síndrome Hemolítica Urêmica Atípica”. Segundo o presidente da AMV, Ricardo David Frota, a entidade tem como missão incentivar a educação continuada dos médicos. “A atualização científica é um dos pilares da AMV. Nosso objetivo é oferecer aos médicos oportunidades de aprendizado contínuo e contato com as inovações que impactam a prática clínica”, afirmou. As palestras foram ministradas pela nefrologista, preceptora de residência da Santa Casa de BH, membro do Condora e mestre em Patologia pela UFMG, Silvana Miranda e pelo hematologista, coordenador Médico do Instituto de Oncologia (IONCO) e professor de hematologia, Felipe Bruniera. A Hemoglobinúria Paroxística Noturna (HPN) é uma doença rara que provoca a destruição dos glóbulos vermelhos, podendo causar anemia e complicações graves, como trombose e comprometimento renal. Já a Síndrome Hemolítica Urêmica Atípica (SHUA) é uma doença rara caracterizada pela destruição de glóbulos vermelhos, redução das plaquetas e lesão nos rins, sendo o diagnóstico e o tratamento precoces fundamentais para evitar complicações. O encontro reforçou o compromisso da AMV com a educação médica continuada e a excelência no atendimento aos pacientes. Encerrando a programação, foi oferecido aos participantes um jantar harmonizado, com seleção especial de vinhos, proporcionando um momento de confraternização e networking.

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João Monlevade

Café com medicina

A Associação Médica de João Monlevade promoveu, no dia 13 de agosto, mais uma edição do Café com Medicina. O evento teve como tema “Reposição Hormonal Feminina”. A palestra da noite foi conduzida pela ginecologista, Valéria Maria Moreno Jacintho, que abordando de forma clara e esclarecedora os principais aspectos dessa importante fase da vida da mulher. Foram apresentados os benefícios, indicações, cuidados e possíveis riscos da terapia hormonal, contribuindo para ampliar o conhecimento e promover uma melhor compreensão sobre a saúde e a qualidade de vida feminina. O Café com Medicina integra a programação permanente da Associação e reforça a importância da educação médica continuada, do debate sobre temas atuais e da troca de experiencias entre os médicos.

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AMMG em dia

Agosto Azul e Vermelho

Sua saúde vascular não é apenas fruto do acaso, mas o resultado de um conjunto de medidas que contemplam prevenção, diagnóstico precoce e tratamentos avançados. Fatores de risco relevantes que incluem tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, diabetes, sedentarismo e histórico familiar são condições que podem seriamente comprometer a circulação do seu sangue. A Associação Médica de Minas Gerais apoia a campanha promovida pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional Minas Gerais (SBACV MG) e ilumina a sua sede das cores azul e vermelho, em dias alternados, a partir do dia 15 de agosto.

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Ginecologia e Obstetrícia

Mortalidade materna

Mortalidade materna:Sinais de alerta podem salvar vidas na gravidez e no pós-parto Especialista reforça que pré-natal qualificado, atenção à pressão alta, infecções, sangramentos e acompanhamento no pós-parto são fundamentais para reduzir mortes maternas evitáveis. A morte de uma mulher durante a gestação, no parto ou o pós-parto ainda é um dos principais desafios da saúde pública no Brasil. Segundo os últimos dados oficiais do Ministério da Saúde (2024), o país registra razão de mortalidade materna de 56,4 mortes a cada 100 mil nascidos vivos. O número mostra a distância em relação à meta brasileira dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que prevê reduzir esse indicador para, no máximo, 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030. Para alcançar esse patamar, o Brasil precisará reduzir a mortalidade materna em aproximadamente 47%. Segundo a médica ginecologista e membro da diretoria da Sogimig, Ana Christina de Lacerda Lobato, muitas complicações graves podem ser evitadas quando há acompanhamento adequado, identificação precoce de riscos e atendimento oportuno durante a gestação, o parto e o puerpério. “Apesar dos avanços, a mortalidade materna ainda precisa ser tratada como prioridade. Muitas complicações podem ser prevenidas ou controladas quando há pré-natal qualificado, reconhecimento rápido dos sinais de alerta e assistência adequada no parto e no pós-parto”, explica. Entre as principais causas de preocupação estão hemorragias obstétricas, distúrbios hipertensivos, infecções, complicações do aborto e doenças pré-existentes agravadas pela gestação. A médica reforça que o cuidado não deve terminar com o nascimento do bebê, já que parte importante das complicações pode acontecer no período puerperal. Pré-natal além dos exames Na prática, uma consulta de pré-natal bem feita não se limita à solicitação de exames ou ao preenchimento de registros no prontuário. O acompanhamento identifica fatores de risco, monitora a evolução da gestação, orienta a mulher sobre sinais de alerta e garante encaminhamento rápido quando necessário. “Uma consulta apenas protocolar pode deixar passar situações importantes. O pré-natal deve olhar para a mulher de forma integral, com sua evolução, e permite agir antes que uma complicação se agrave”, destaca Ana Christina. A médica destaca que os distúrbios hipertensivos estão entre as complicações mais graves da gestação. A pressão alta pode surgir durante a gravidez ou estar relacionada a uma condição pré-existente, exigindo acompanhamento mais cuidadoso. Entre os sinais que podem indicar pré-eclâmpsia ou outro quadro hipertensivo grave estão dor de cabeça intensa e persistente, visão embaçada ou com pontos luminosos, dor forte na parte superior do abdômen, inchaço súbito no rosto, mãos ou pernas, falta de ar, redução da quantidade de urina e elevação da pressão arterial. “A pré-eclâmpsia pode evoluir rapidamente para quadros graves. Por isso, reconhecer sinais de alerta e procurar atendimento imediatamente é fundamental para reduzir riscos para a mãe e o bebê”, orienta. Já as infecções urinárias e genitais, muitas vezes vistas como simples, precisam ser investigadas e tratadas corretamente durante a gestação. Em alguns casos, podem evoluir para pielonefrite, sepse materna, parto prematuro, ruptura prematura das membranas e baixo peso ao nascer. A especialista lembra que algumas infecções urinárias podem ser assintomáticas. Por isso, o rastreamento no pré-natal é essencial: “Identificar e tratar precocemente infecções reduz complicações para a mãe e para o bebê. Mesmo quando não há sintomas evidentes, o acompanhamento regular permite fazer esse controle”, afirma. Quando procurar atendimento imediatamente? Durante a gravidez, alguns sintomas não devem esperar a próxima consulta. A gestante deve procurar atendimento imediatamente diante de sangramento vaginal, perda de líquido pela vagina, febre, dor de cabeça forte e persistente, alterações visuais, inchaço súbito, falta de ar, convulsões, diminuição ou ausência dos movimentos do bebê e contrações antes de 37 semanas. Esses sinais podem indicar complicações como hemorragias, infecções, pré-eclâmpsia ou trabalho de parto prematuro. “Na dúvida, a gestante deve procurar atendimento. É melhor avaliar e descartar uma complicação do que perder o tempo adequado de intervenção”, reforça. A especialista ainda acrescenta que todo sangramento durante a gestação deve ser avaliado por um profissional de saúde. Embora nem sempre indique um quadro grave, pode estar relacionado a situações como abortamento, gravidez ectópica, descolamento prematuro da placenta ou placenta prévia. No pós-parto, a atenção também deve ser redobrada. Sangramento intenso, eliminação de coágulos, palidez, tontura, desmaio, dor abdominal forte ou queda de pressão podem indicar hemorragia pós-parto, uma emergência obstétrica. “A avaliação objetiva do sangramento nas primeiras horas após o parto permite agir rapidamente, com medidas preventivas e terapêuticas, reduzindo o risco de complicações graves”, explica a médica. Para Ana Christina, um dos erros mais comuns é concentrar toda a atenção no bebê e deixar a mulher em segundo plano após o nascimento. “A assistência não acaba quando o bebê nasce. O puerpério é um período de risco e precisa de vigilância, orientação e acesso ao serviço de saúde”, afirma. Parto: decisão individualizada A cesariana pode salvar vidas quando bem indicada. No entanto, a decisão sobre a via de parto deve considerar as condições clínicas, os riscos e benefícios de cada situação. O diálogo entre médico e paciente é essencial para que a mulher compreenda as indicações da cesariana, os benefícios do parto vaginal quando não há contraindicações e os riscos envolvidos em qualquer procedimento. “A decisão deve ser compartilhada, com informação clara e avaliação individualizada. Isso fortalece a autonomia da paciente e contribui para uma assistência mais segura e humanizada”, destaca. Por fim, a médica afirma que a família também tem papel importante em todos esses momentos: “A rede de apoio deve conhecer os sinais de alerta, ajudar a mulher a buscar atendimento quando necessário e entender que o cuidado continua depois do parto”. Sobre a SogimigA Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Trabalha para a atualização científica e para a defesa e valorização dos profissionais da área. Contato para imprensa:Flávio AmaralAssessoria de Imprensa Sogimig(31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br+Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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Eleição AMB e Federadas

📢 Você, médico associado à AMB, participe das nossas #eleições! Garanta o seu voto para eleger a nova diretoria da Associação Médica Brasileira – triênio 2027/2029. 🗓️ Votação: 10 a 17 de agosto de 2026. Seu voto faz toda diferença. Acesse aqui: https://amb.org.br/eleicoes-2026-amb-e-federadas-trienio-2027-2029/

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Summit ATS 2026

Realizada em 2025 na sede da Unimed-BH, a 1ª edição do Summit ATS reuniu especialistas para debater temas estratégicos do setor. Unimed-BH amplia acesso ao debate sobre o futuro da avaliação de tecnologias em saúde no Brasil Cooperativa promove, no dia 18 de agosto, a segunda edição do Summit ATS – O futuro da Avaliação de Tecnologias em Saúde A Unimed-BH promove, no dia 18 de agosto, a segunda edição do Summit ATS – O Futuro da Avaliação de Tecnologias em Saúde no Brasil, encontro que reunirá especialistas de referência nacional e internacional para discutir os principais desafios e tendências relacionados à incorporação de tecnologias, à inovação em saúde e à tomada de decisão baseada em evidências. Como na primeira edição, o evento será presencial na sede da Unimed-BH, com vagas limitadas, e contará também com transmissão on-line para ampliar o acesso dos interessados em participar.  “A segunda edição do Summit ATS (Avaliação de Tecnologias em Saúde) reforça o compromisso da cooperativa com a promoção do conhecimento e do diálogo qualificado sobre temas que impactam diretamente a assistência aos pacientes, a gestão em saúde e a sustentabilidade dos sistemas público e suplementar”, afirma o diretor-presidente da Unimed-BH, Frederico Peret. O uso da inteligência artificial na prática clínica, os desafios relacionados às terapias avançadas, os impactos da judicialização da saúde e os caminhos para garantir maior eficiência na incorporação de tecnologias em um cenário de transformação acelerada serão temas debatidos no evento. O evento contará com vários palestrantes nacionais e internacionais, entre eles, Rohan Khera, professor associado de Medicina Cardiovascular e de Bioestatística (Informática em Saúde), diretor Clínico do Centro de Informática e Análise em Saúde (Center for Health Informatics and Analytics) e diretor do Laboratório de Ciência de Dados Cardiovasculares (Cardiovascular Data Science Lab – CarDS Lab) da Universidade de Yale; Mateus Amâncio Vitorino de Paulo, secretário-executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos – CMED; Renato Dresch,  desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais – Integrante da 7ª Câmara Cível e da Primeira Seção Cível e membro do Órgão Especial do TJMG; Lenise Secchin,  diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e docente no MBA Saúde FGV e Gonzalo Vecina, professor do curso de mestrado profissional da EAESP/FGV, ex-presidente da Anvisa e ex-secretário municipal de Saúde de São Paulo. Programação – II Summit ATS – O Futuro da Avaliação de Tecnologias em Saúde no Brasil Data: 18 de agosto – terça-feira 13h30 | Credenciamento 14h | Abertura 14h15 | Palestra Artificial Intelligence – Driven Healthcare: Data and Clinical Decision Moderadores Palestrante 15h | Mesa-redonda Saúde em Perspectiva: Terapias Avançadas e Judicialização Pós-Tema 1234 e ADI 7265 do STF Moderadoras Impacto da inovação farmacêutica: desafios na precificação de terapias avançadas Critérios para decisões judiciais: Judicialização Pós-Tema 1234 e ADI 7265 do STF: Evidências e Repercussões Sistêmicas 16h | Mesa-redonda Inovação e Eficiência: Tecnologias Emergentes e Sustentabilidade dos Sistemas de Saúde no Brasil Moderadoras Alinhamento na condução da ATS no Brasil (CONITEC e ANS) Entre a inovação e as promessas de mercado 17h | Coffee break de encerramento Inscrições As inscrições para participação estão abertas. Mais informações e inscrições estão disponíveis em: https://comunicacao.unimedbh.com.br/summit-ats-2026

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