AMMG em dia

Normas Eleitorais AMMG

NORMAS ELEITORAIS DA AMMG/2026 A Comissão Eleitoral da Associação Médica de Minas Gerais, em conformidade com o Estatuto da AMMG, aprovado pela Assembleia de Delegados da AMMG, estabelece as presentes Normas Eleitorais para as Eleições Gerais de 2026 da AMMG e suas filiadas. Art. 1°– A Comissão Eleitoral da Associação Médica de Minas Gerais, com a colaboração das Associações Médicas Filiadas, processará Eleições Gerais, visando o preenchimento dos cargos previstos nos arts. 7o, 27, 50 e 106 do estatuto em vigor, em conformidade com Capítulo VIII – Do Processo Eleitoral do mesmo e obedecendo as presentes Normas, no dia 17.08.2026, na mesma data estipulada pela AMB, para as eleições em todo o território nacional. O horário na sede da AMMG, será das 9h até às 17 horas. Parágrafo Primeiro – Em conformidade com Capítulo VIII – Do Processo Eleitoral, Art. 123 do Estatuto da AMMG, a Comissão Eleitoral redigirá as normas e rotinas do processo eleitoral, que, se aprovadas pela Assembleia de Delegados da AMMG, nos termos do Artigo 117 e seus parágrafos, serão divulgadas até 30 de março do ano eleitoral. Parágrafo Segundo – A Comissão Eleitoral da Associação Médica de MG e das Filiadas divulgarão através de Edital até na primeira quinzena do mês de abril, em jornal de grande circulação, dando ciência aos seus associados que processará Eleições Gerais no dia 17.08.2026. Visando o preenchimento dos cargos previstos nos artigos 7º, 27, 50 e 106 do estatuto em vigor e Normas Eleitorais aprovadas na Assembleia de Delegados realizada em 28/03/2026.  Informando que estão abertas as inscrições para chapas concorrentes até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para as eleições, ou seja, 19.06.2026. As chapas dos candidatos às Diretorias da AMMG e suas Filiadas, Delegados da Capital à Assembleia de Delegados da AMMG e Delegados da AMMG junto à AMB e AMMG, constituindo uma única chapa.  Art. 2°– Cada chapa inscrita terá direito de participar com 01 (um) representante das reuniões deliberativas da Comissão Eleitoral da AMMG ou Filiada, sem direito a voto. Art. 3º – A Diretoria da AMMG e de cada Associação Médica Filiada indicará uma Comissão Eleitoral composta de 3 (três) membros, sendo um Presidente, um 1° e 2° Secretários, não podendo os membros da comissão eleitoral integrar as chapas que concorrerem à eleição. Parágrafo Único – Compete à Comissão Eleitoral da Filiada conduzir a inscrição das Chapas, local e a votação e apuração das Eleições Gerais no seu âmbito, de conformidade com as presentes Normas. DAS INSCRIÇÕES DOS CANDIDATOS Art. 4°– Para candidatar-se a quaisquer dos cargos, o sócio efetivo da AMMG e de suas filiadas deverá estar adimplente com a AMMG, até a data da inscrição, e respeitará todos os preceitos do Estatuto e, em particular, as exigências contidas nos arts. 22, 23, 24, 27 e 51, assim como ao disposto nas presentes Normas Eleitorais. Art. 5º – As Chapas dos candidatos à Diretoria da AMMG, Delegados da Capital à Assembleia de Delegados da AMMG e Delegados da AMMG junto à AMB, constituindo uma única chapa, acompanhadas das Anuências de todos os candidatos da mesma, serão inscritas até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para a eleição, ou seja, 19.06.2026 até às 18 horas, através de ofício, que deverá ser protocolado na sede da AMMG, assinado pelos seus candidatos a Presidente e a Secretário Geral e dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral da AMMG. Art. 6° – As eleições no âmbito das Filiadas serão realizadas sob a responsabilidade de suas Diretorias, respeitadas as disposições estatutárias e as Normas Eleitorais da AMMG. Art. 7° – As inscrições das chapas para as eleições nas Filiadas serão recebidas pelas mesmas até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para as eleições, ou seja, 19.06.2026, devendo constar em cada uma delas o número total de candidatos a Delegados Efetivos e Suplentes à Assembleia de Delegados da AMMG a que a Filiada tiver direito. § 1°- Para efeito do estabelecimento do número de Delegados, cada filiada terá direito a 1 (um) Delegado Efetivo e 1 (um) Suplente, para cada 100 (cem) sócios efetivos adimplentes da AMMG ou fração, inscritos até 31.03.2026. § 2°- Somente poderão inscrever-se como candidatos a Delegados, os sócios efetivos há mais de 1 (um) ano adimplentes com a AMMG. § 3°- Somente poderão inscrever-se como candidatos a Diretoria da AMMG, os sócios efetivos há mais de 3 (três) anos adimplentes com a AMMG, que não tenham seus direitos suspensos por inadimplência nos últimos 3 (três) anos. § 4°- Somente poderão inscrever-se como candidatos a Diretoria das Filiadas da AMMG, os sócios efetivos adimplentes com a AMMG. Art. 8°– Quarenta e oito horas após a inscrição, a Comissão Eleitoral divulgará as Chapas regularmente inscritas ou apontará irregularidades porventura existentes.  Será idêntico o processo nas Filiadas quanto às Chapas para sua Diretoria e Delegados a Assembleia de Delegados da AMMG. § 1º – A Comissão Eleitoral da Filiada remeterá à Comissão Eleitoral da AMMG, até 10 (dez) dias após o término das inscrições, as chapas (Diretoria e Delegados) regularmente inscritas. § 2º – Caso haja irregularidades, os componentes das Chapas terão sete dias úteis para saná-las. SISTEMA DE VOTAÇÃO Art. 9°- Em conformidade com o Art. 117 parágrafos 2º e 3º do Estatuto da AMMG, a critério da Comissão Eleitoral, o sistema de votação será sigiloso, podendo adotar o voto presencial, por meio de cédula de votação, por correspondência, por via eletrônica ou qualquer outro meio que atenda os interesses do colégio eleitoral, cabendo àquela a sua regulamentação e implantação.  Na hipótese de uma única chapa inscrita a eleição poderá ser realizada por aclamação.  Art. 10 – Terão direito a voto todos os sócios efetivos enquadrados no Art. 23, alínea “a” do Estatuto da AMMG. § 1°– Integrarão a Lista de Votação da AMMG, de acordo com o seu Estatuto, os sócios efetivos inscritos até a data de 31.03.2026, e da AMB inscritos até 31.03.2026, de acordo com o seu Estatuto, e que realizem o adimplemento de suas contribuições até o momento da

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Ginecologia e Obstetrícia

Pré-eclâmpsia

Pré-eclâmpsia: a ameaça silenciosa que ainda desafia a medicina e coloca mães e bebês em risco No Dia da Conscientização da Pré-eclâmpsia (22/5), especialista detalha os riscos, os sinais de alerta e as estratégias de prevenção que podem salvar vidas. Ela atinge entre 3% e 8% das gestações no Brasil. Em países em desenvolvimento, como o nosso, a incidência pode ser até quatro vezes maior do que em nações mais ricas. Na América Latina, responde por cerca de 20% a 25% das mortes maternas. E, segundo dados do Ministério da Saúde, está por trás de aproximadamente 82 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos. Os números ajudam a dimensionar um problema que, apesar de conhecido e monitorado, ainda representa uma das principais ameaças à saúde de mães e bebês: a pré-eclâmpsia. É com esse pano de fundo que o Dia de Conscientização da doença, em 22 de maio, ganha ainda mais relevância. Não se trata de uma condição rara, tampouco simples. Como explica a ginecologista e obstetra Angelica Debs, especialista em medicina fetal e gravidez de alto risco e integrante da diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), a pré-eclâmpsia é uma doença complexa, multifatorial e muitas vezes imprevisível. “Ela não é apenas pressão alta na gravidez. É uma síndrome que pode comprometer vários órgãos da mulher e também o desenvolvimento do bebê”, afirma. O diagnóstico começa com a elevação da pressão arterial — acima de 140 por 90 mmHg — após a 20ª semana de gestação em uma paciente que antes não era hipertensa. Mas não para por aí. “Antigamente, o inchaço era um critério, e a perda de proteína na urina era obrigatória para o diagnóstico. Hoje, o conceito é mais amplo e foca nos sinais de danos a órgãos-alvo, o que torna o diagnóstico mais complexo e reforça a necessidade de acompanhamento “, explica a médica, acrescentando que alterações laboratoriais, sinais de lesão em órgãos como fígado e rins, ou indícios de insuficiência placentária já são suficientes para caracterizar o quadro. A placenta, aliás, está no centro da doença. Quando não se desenvolve adequadamente, passa a funcionar de forma insuficiente, comprometendo a chegada de nutrientes e também de oxigênio ao feto. “É como se fosse o pulmão do bebê. Se ela falha, todo o sistema é afetado”, resume. O resultado pode ser dramático: bebês com restrição de crescimento, maior risco de sofrimento fetal, prematuridade e até morte intrauterina. Um inimigo com muitas faces A pré-eclâmpsia também desafia pela forma como se apresenta. Não existe um único padrão. Algumas pacientes têm hipertensão evidente; outras manifestam apenas alterações silenciosas em exames laboratoriais, como elevação de enzimas hepáticas, queda de plaquetas ou complicações pulmonares. Essa variabilidade dificulta o diagnóstico e reforça a importância do acompanhamento contínuo. Hoje, a classificação da doença não fala mais em “leve” ou “grave”, mas em pré-eclâmpsia precoce — antes de 34 semanas, geralmente mais agressiva — e tardia, que responde por cerca de 70% dos casos. Há ainda os quadros que surgem já a termo, após 37 semanas. Em qualquer uma dessas formas, o risco existe. No extremo mais grave está a eclâmpsia, quando a paciente desenvolve convulsões causadas por alterações cerebrais. É uma emergência médica. Sintomas como dor de cabeça intensa, alterações visuais e dor epigástrica podem ser sinais de alerta. Sem intervenção rápida, o risco de morte materna e fetal é real. O impacto da doença não termina no parto. Mulheres que tiveram pré-eclâmpsia carregam um risco aumentado, ao longo da vida, para hipertensão crônica, síndrome metabólica e acidente vascular cerebral. As mulheres também podem enfrentar sequelas neurológicas — um aspecto ainda pouco visível nas estatísticas. Prevenção: as etapas que salvam vidas Apesar da gravidade, grande parte dos casos pode ser evitada ou controlada com diagnóstico precoce. O pré-natal é a principal ferramenta. Ainda no primeiro trimestre, é possível identificar mulheres com maior risco por meio da história clínica, da aferição da pressão arterial e de exames como o Doppler das artérias uterinas. Nesses casos, o uso de aspirina em baixa dose, iniciado antes da 16ª semana, pode reduzir drasticamente a incidência, especialmente das formas mais graves. O controle do ganho de peso e a prática de atividade física regular também são fatores de proteção importantes. Mas a realidade ainda está aquém do ideal. “São mortes evitáveis”, reforça a especialista. “Precisamos melhorar o acesso ao pré-natal de qualidade, investir em diagnóstico e ampliar políticas públicas.” Vivência e motivação É justamente esse cenário que move a atuação e a pesquisa de Angelica Debs há mais de duas décadas. Com apoio do CNPQ, ela investiga novas formas de prever a doença antes que ela se manifeste clinicamente. Uma das frentes mais promissoras é o estudo do Doppler da artéria oftálmica, um exame capaz de identificar alterações vasculares precoces na gestante. Mas o envolvimento com o tema não é apenas científico. É também pessoal. A médica viveu, na própria pele, a experiência da pré-eclâmpsia durante a gravidez da segunda filha, que nasceu prematura, com restrição de crescimento, e precisou de cuidados intensivos. “Foi uma experiência muito difícil, mas que me motivou a estudar a doença e ajudar outras mulheres a não passarem pelo mesmo”, relata. Histórias como essa ajudam a traduzir o que os números mostram: a pré-eclâmpsia não é apenas uma estatística. É uma condição que atravessa vidas, famílias e sistemas de saúde. E que, apesar de conhecida, ainda exige atenção constante. Diante de uma doença silenciosa e potencialmente devastadora, ignorar os sinais não é uma opção. “Diagnóstico precoce, acompanhamento adequado e acesso à informação podem fazer a diferença entre uma gestação saudável e um desfecho grave”, reforça a especialista. “Neste 22 de maio, a conscientização é o primeiro passo para mudar essa realidade”. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da

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AMMG em dia

Atenção, oftalmologistas!

Prezados Oftalmologistas, Circulam nas redes sociais informações equivocadas sobre supostas decisões judiciais que teriam autorizado optometristas a realizarem exames de vista, prescrição de lentes de grau e outros atos privativos da medicina. É importante esclarecer que nenhuma decisão judicial alterou as disposições da Lei nº 12.842/2013, tampouco o entendimento técnico do Conselho Federal de Medicina, exposto no Parecer CFM nº 14/2024 e na Resolução CFM nº 2.416/2024. Permanecem sendo atos privativos do médico: o diagnóstico de doenças;a definição de prognóstico;a prescrição de tratamentos;a prescrição de lentes corretivas;a adaptação de lentes de contato. Da mesma forma, continuam proibidas: a realização e oferta de exames de vista em óticas;a manutenção de consultórios ópticos;a prática de venda casada entre exames e comercialização de lentes ou óculos. O julgamento da ADPF 131 não regulamentou a optometria, não criou conselho profissional e não autorizou a prática de atos médicos por optometristas. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia segue atuando firmemente na defesa do ato médico oftalmológico e da segurança da saúde visual da população brasileira. Atenciosamente,Departamento JurídicoConselho Brasileiro de Oftalmologia

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João Monlevade

36ª Jornada Médica

João Monlevade sedia mais uma edição de jornada ‘Entre dados, decisões e afetos: o novo paradigma da medicina’ é o tema da 36ª edição da Jornada Médica promovida pela Associação Médica de João Monlevade (AMJM), em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e apoio do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM MG), Prefeitura de João Monlevade, Hospital Margarida e Jornal A Notícia, de 21 a 23 de maio. Para a presidente da (AMJM), Anna Beatriz Dutra Valente Costa, o tema central da jornada traduz, com precisão, o momento por qual o mundo vive. “A medicina hoje se constrói nesse ponto de tensão e de encontro entre a objetividade dos dados e a singularidade de cada paciente, entre a potência da tecnologia e a necessidade insubstituível do vínculo humano.” Costa lembra que os debates, durantes os três dias, ainda levarão em conta um terceiro eixo fundamental que sustenta esse equilíbrio: o diálogo entre as gerações. Na abertura, os participantes contarão com a palestra ‘Espiritualidade na saúde’, com Gilberto Ribeiro Vieria e ainda com a homenagem ao médico, Mauro Vitor da Silva Bulhões. A novidade será a realização, no último dia do encontro, de um julgamento simulado, conduzido pelo CRM MG, a fim de mostrar na prática como ocorrem em sua plenária. Confiram a programação.

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AMMG em dia

AMB celebra 75 anos

A Associação Médica Brasileira (AMB) celebrou, na noite de segunda-feira (4), seus 75 anos de fundação com uma solenidade marcante realizada na Sala São Paulo, na região central da capital paulista. O evento reuniu autoridades, lideranças médicas, representantes do poder público e dirigentes de entidades de saúde em uma noite dedicada à valorização da história, ao reconhecimento de trajetórias e à reafirmação do compromisso com o futuro da Medicina no Brasil. Fundada em 1951 pelos professores Jairo Ramos e Alípio Corrêa Netto, a AMB consolidou-se ao longo de sete décadas e meia como uma das mais importantes instituições médicas da América Latina, com atuação decisiva na defesa da qualidade da formação médica, na valorização profissional e na construção de políticas públicas de saúde. Uma noite de celebração, memória e projeção de futuro A solenidade teve início em clima de reverência e simbolismo, com recepção aos convidados e abertura oficial que destacou o papel histórico da entidade. Durante a cerimônia, foi executado o Hino Nacional Brasileiro, interpretado pelo tenor Fernando Portari e pela mezzosoprano Carla Rizzi, além da exibição de um vídeo institucional que percorreu os principais marcos da trajetória da AMB. Logo na abertura, foi ressaltado o espírito que norteia a instituição: “Celebramos não apenas uma instituição, mas um ideal: o ideal de que a Medicina brasileira, unida e organizada, é capaz de transformar a saúde, a ciência e a sociedade.” Presença de autoridades e representatividade nacional A mesa de honra reuniu importantes lideranças, refletindo a relevância institucional da AMB. Entre os participantes estavam o presidente da AMB, Dr. César Eduardo Fernandes; o senador Marcos Pontes; o secretário do Ministério da Saúde, Dr. Felipe Proenço de Oliveira; o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Dr. Eleuses Vieira de Paiva, o secretário municipal da Saúde, Dr. Luiz Carlos Zamarco; o presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. José Hiran da Silva Gallo; além do Dr. Giovanni Cerri, representando a Academia Nacional de Medicina, entre outras autoridades. Também integraram a mesa a Dra. Luciana Rodrigues Silva, o Dr. Florisval Meinão, o Dr. José Eduardo Lutaif Dolci e o Dr. Antonio José Gonçalves. Na plateia, destacaram-se políticos, representantes de entidades médicas, hospitais, universidades, além dos presidentes das 27 associações federadas e das 54 sociedades de especialidades, evidenciando a capilaridade e a força do sistema associativo da AMB. Homenagens à história e às lideranças da AMB Um dos momentos mais emblemáticos da noite foi a homenagem aos ex-presidentes da AMB, com a apresentação de uma linha do tempo institucional que relembrou dirigentes fundamentais na construção da entidade. Foram reverenciados nomes como Pedro Kassab, Nelson Proença, Mario Cardoso Filho, e José Luiz Gomes do Amaral, além do atual presidente, Dr. César Eduardo Fernandes, também homenageado por sua atuação à frente da entidade. A diretoria da gestão 2024–2026 foi igualmente reconhecida, simbolizando o trabalho coletivo que sustenta a atuação da AMB. Tributo à memória e reconhecimento institucional A cerimônia também foi marcada por um momento de forte emoção com as homenagens póstumas ao Dr. Oscar Pereira Dutra e ao Dr. Akira Ishida, destacando suas contribuições para a Medicina e para o associativismo médico. O Conselho Fiscal da entidade também recebeu reconhecimento, reforçando o compromisso com a transparência e a responsabilidade institucional. Discursos destacam desafios e papel estratégico da AMB Durante os pronunciamentos, o diretor científico da AMB, Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, enfatizou a importância da defesa da qualificação profissional e do rigor científico: “Apoiamos incondicionalmente as sociedades de especialidades, fortalecendo diretrizes baseadas em evidências e defendendo a qualificação profissional como pilar inegociável da Medicina.” Ele também ressaltou a atuação da entidade na defesa da certificação médica e na proteção da sociedade: “Cada conquista não é apenas institucional — ela representa a proteção do paciente, da sociedade e do próprio futuro da Medicina.” Em seu discurso, o presidente da AMB, Dr. César Eduardo Fernandes, fez um resgate histórico e destacou o papel transformador da instituição: “Hoje, não celebramos apenas uma data. Celebramos uma trajetória. Celebramos um ideal. Celebramos um compromisso com a Medicina e com o Brasil.” Ao abordar a fundação da entidade, afirmou: “Em 1951, Jairo Ramos e Alípio Corrêa Netto tiveram uma visão clara e corajosa: unir a Medicina brasileira em torno de valores inegociáveis — ética, excelência, dignidade e responsabilidade social.” O presidente também destacou a relevância da AMB ao longo das décadas: “A AMB não apenas acompanhou a história da Medicina no Brasil — ela ajudou a escrevê-la, defendendo a formação médica, valorizando o exercício profissional e produzindo diretrizes que orientam a prática clínica em todo o país.” Ao tratar dos desafios recentes, relembrou o papel da entidade durante a pandemia: “Foi exatamente nos momentos mais difíceis que a AMB mostrou sua verdadeira dimensão — defendendo a ciência, qualificando o debate público e cumprindo seu dever com responsabilidade.” Dr. César também enfatizou a modernização institucional: “Hoje, temos uma instituição sólida, equilibrada e preparada para o futuro, com governança fortalecida, transformação digital em curso e presença ativa no debate público.” E reforçou o compromisso com o futuro: “Celebrar 75 anos é renovar um pacto — o pacto de defender a Medicina com seriedade, responsabilidade e visão de futuro.” Lançamento do livro “AMB – Passado, Presente e Futuro” Como marco da celebração, foi realizado o lançamento do livro comemorativo “AMB – Passado, Presente e Futuro”, reunindo registros históricos, depoimentos e reflexões sobre a trajetória da entidade. “Este livro revela algo essencial: a força do associativismo médico, construída pela dedicação de gerações de profissionais”, destacou o presidente. Uma instituição essencial para o país Atualmente, a AMB reúne 54 sociedades de especialidades e 27 associações estaduais, representando milhares de médicos em todo o Brasil. A entidade atua na elaboração de diretrizes clínicas, certificação de especialistas e promoção da educação médica continuada. Nos últimos anos, ampliou sua atuação em temas estratégicos como regulação da formação médica, transformação digital e telemedicina, além de fortalecer sua interlocução com os poderes públicos. Celebração e continuidade Encerrando a solenidade, os convidados participaram de um jantar comemorativo, em um

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Sala comercial

Vendo sala comercial no Edifício Gerson Dias, Rua Domingos Vieira, 587, Santa Efigênia, próximo ao Octaviano Neves e Centro de Especialidades Médicas. Área de 28m2, com um banheiro, ar condicionado e móveis planejados na recepção, uma vaga de garagem rotativa. Tratar com Dra. Carla Friche: telefone ou WhatsApp (31) 98525 2801.

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AMMG em dia

Benefícios AMMG

‼️Um benefício de dar água na boca! 🫕 O Associados AMMG possui diversos benefícios além da área médica, que valoriza a educação continuada e a defesa profissional. Além do convênio com a Unimed BH e a Prevalem, que garante planos de saúde e seguros diversos, há descontos em restaurante, clubes, hotéis, cursos, agência de viagem, concessionária Honda e Dell Tecnologia, dentre outros. ‼️Acesse o nosso site: https://ammg.org.br/beneficios/

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Campanha na Praça

✅ A campanha Juventude Segura está nas ruas e o próximo destino é a Praça da Liberdade! 🛝 No dia 30 de maio (sábado), o CRM-MG vai promover, no coração de Belo Horizonte, uma manhã cheia de atrações para as crianças. Vai ter brinquedos infláveis, atividades lúdicas, distribuição de gibis, panfletos informativos e muita diversão para jovens e adultos. ✅ O “Juventude Segura: CRM-MG na Praça” vai acontecer das 9h às 12h e reunirá pais, responsáveis, médicos, profissionais da saúde e representantes das 25 instituições que apoiam o projeto. A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) abraça esta causa. 🛝 A proposta é incentivar toda a sociedade a tirar um tempo tempo longe das telas e viver o que é real. ✅ Traga sua família, chame seus amigos e espalhe essa ideia. ✅ Porque a Realidade Vale Mais!

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Exposição de maio

‘Minhas viagens’ revisitam Otto Cirne Oly Freire Bernardes volta ao Espaço Cultural Otto Cirne, durante o mês de maio, reapresentando o tema de uma exposição passada. Intitulada ‘Minhas viagens’, a atual mostra revela, em pinturas em acrílico sobre tela, registros inspirados em suas andanças por mais de 160 países. Ela transforma deslocamentos geográficos em experiências sensíveis. A artista relata que cada obra nasce não apenas da observação de paisagens, cidades e culturas, mas daquilo que essas travessias, segundo ela, despertam no íntimo: memória, emoção e pertencimento. Falando em rememorar, ela conta que seu gosto pelas artes surgiu na infância. “Aos 9 anos de idade eu coroava Nossa Senhora e, encantada, fiz minha própria guirlanda.” Cirurgiã dentista de formação, construiu, ao longo de cinco décadas, uma trajetória sólida nas artes visuais. Estudou na Escola Guinard, instituição da qual tem boas recordações como as palavras do professor José Maria Gouveia que afirmou que as cores de suas peças eram semelhantes as utilizadas pelo desenhista brasileiro Carlos Scliar. Mesmo com sua natureza autodidata, cursou ainda desenho, aquarela, cerâmica e pintura em acrílico. Além de Scliar, possuiu influências perceptíveis de outro consagrado artista nacional, Cândido Portinari. Considera seu estilo como moderno e atua em ateliê em sua própria casa, para ela espaço de transformação, onde as imagens de suas viagens são convertidas em “narrativas visuais que atravessam fronteiras geográficas e emocionais”. Bernardes diz que pintar lhe faz um bem enorme e esse sentimento será compartilhado em forma de apoio às instituições beneficentes como a Vila Vicentina de Campo Belo. “Doar parte dos valores das vendas dos meus quadros é uma maneira de estabelecer uma ponte entre arte e responsabilidade social”, avalia. A mostra ‘Minhas viagens’ será exibida até o final de maio, de 8h às 21h, de segunda a sábado. O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes. Médicos não associados e artistas não médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda. Interessados devem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação, pelo telefone (31) 3247 1608 ou pelo e-mail comunicacao@ammg.org.br.

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Maio Roxo alerta

Mas afinal, o que são as doenças inflamatórias intestinais? São enfermidades autoimunes que provocam inflamação crônica no trato gastrointestinal. Essas doenças fazem parte da rotina de milhares de pessoas e podem impactar bastante a saúde do intestino e o bem-estar no dia a dia. A boa notícia é que, com o acompanhamento correto e o tratamento adequado, é possível conviver com a condição e ter mais qualidade de vida. Em alerta ao tema, a Associação Médica de Minas Gerais ilumina a sua sede e, junto à Sociedade Mineira de Coloproctologia, chama a atenção para o diagnóstico precoce.

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