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Doença do Olho Seco

⁉️ O que é o Olho Seco?Também conhecido como Síndrome do Olho Seco ou Doença do Olho Seco, ocorre quando há redução na quantidade e/ou alteração na qualidade e distribuição da lágrima na superfície ocular, resultando em sintomas de ressecamento ocular, sensação de areia nos olhos e visão embaçada. 👁️‍🗨️ Se você suspeita ter Olho Seco ou está frequentemente exposto a fatores desencadeantes como uso prolongado de dispositivos eletrônicos ou uso inadequado de lentes de contato, é importante procurar um oftalmologista para avaliação específica do seu caso a fim de determinar o tratamento adequado. ‼️A Associação Médica de Minas Gerais ilumina a sua sede e junto à Sociedade Mineira de Oftalmologia chama a atenção este mês. ammg #smo #olhoseco #usodetelaprolongado

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Eleição AMMG 2026

Em razão da existência de chapa única, regularmente homologada para a diretoria da Associação Médica de Minas Gerais (gestão 2026-2029), a eleição será realizada por aclamação, dia 17 de agosto de 2026 , às 8h, deliberação da Comissão Eleitoral da AMMG. Saiba quem são os futuros diretores da chapa ‘Experiência que sustenta. Inovação que transforma.’: Presidente: Gabriel de Almeida Silva JúniorVice-presidente: Regina de Fátima Barbosa EtoSecretário-Geral: Clécio Ênio Murta de Lucena1ª Secretária: Maria do Carmo Barros de MeloDiretor Administrativo: Paulo Roberto RepsoldDiretor Administrativo Adjunto: Márcio Silva FortiniDiretora Científica: Sinara Mônica de Oliveira LeiteDiretor Científico Adjunto: Agnaldo Soares LimaDiretor Financeiro: Rogério de Castro PereiraDiretor Financeiro Adjunto: Alcebíades Vitor Leal FilhoDiretora de Comunicação e Marketing: Walnéia Cristina de Almeida MoreiraDiretor de Comunicação e Marketing Adjunto: Leonardo Campos de QueirozDiretor de Defesa do Exercício Profissional: Marcelo Versiani TavaresDiretora de Defesa do Exercício Profissional Remuneração: Cathia Costa Carvalho RabeloDiretora de Defesa do Exercício Profissional Assuntos Legislativos: Inessa Beraldo de Andrade BonomiDiretora de Benefícios: Aline Camille YehiaDiretor de Promoções Culturais: Erickson Ferreira GontijoDiretor de Assuntos do Interior: Fábio Augusto de Castro GuerraDiretor de Assuntos do Interior Adjunto: João Thomaz da CostaDiretor de Assuntos do Interior Adjunto: Luiz Henrique de Souza PintoDiretora de Assuntos do Interior Adjunta: Maria Tereza Maia Penido RebelloDiretora de Assuntos do Interior Adjunta: Rosângela Maria de AlmeidaDiretora de Assuntos do Interior Adjunta: Rosimara Moraes Bonfim

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Ginecologia: 1ª consulta

Primeira consulta ao ginecologista: Quando marcar e o que esperar desse atendimento? Médica esclarece dúvidas comuns de pais e responsáveis e reforça que a primeira ida ao consultório tem caráter educativo e preventivo. Quando deve ser a primeira consulta ao ginecologista? A dúvida é comum entre pais e responsáveis e, muitas vezes, vem acompanhada de insegurança, tabus e medo de expor meninas e adolescentes a um atendimento considerado “adulto” antes da hora. No entanto, essa primeira avaliação não está necessariamente ligada ao início da vida sexual e pode ser um momento importante para orientar sobre puberdade, menstruação, vacinação, hábitos saudáveis e saúde reprodutiva. Foto: imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial. Segundo a médica ginecologista e membro da diretoria da Sogimig, Mariana Seabra, a primeira consulta tem, na maioria das vezes, caráter educativo e preventivo. O objetivo é criar um vínculo de confiança, esclarecer dúvidas e ajudar a adolescente a compreender as mudanças do próprio corpo com segurança. 1. Qual é o momento mais indicado para a primeira consulta? Não existe uma idade única para a primeira ida ao ginecologista. A avaliação inicial pode acontecer a partir da primeira menstruação ou entre 13 e 15 anos, mesmo que a adolescente ainda não tenha iniciado a vida sexual. Essa primeira consulta permite orientar sobre as mudanças da puberdade, ciclo menstrual, vacinação, hábitos saudáveis e saúde reprodutiva, além de criar um vínculo de confiança com o médico. 2. A consulta deve acontecer apenas se houver algum problema? Não. A primeira consulta também pode ter papel preventivo. Mesmo sem queixas, o acompanhamento ajuda a adolescente e a família a entenderem o que é esperado nessa fase e quais sinais merecem atenção. O consultório pode ser um espaço para falar sobre menstruação, cólicas, higiene íntima, corrimentos, desenvolvimento puberal e dúvidas relacionadas às transformações físicas e emocionais da adolescência. 3. Quais sinais indicam que a consulta deve ser antecipada? Algumas situações exigem avaliação antes da faixa etária habitual. Entre elas estão sinais de puberdade precoce ou muito tardia, ausência da primeira menstruação na idade esperada, cólicas intensas ou incapacitantes, dor pélvica persistente, sangramentos menstruais muito intensos ou irregulares, alterações na região genital, suspeita de abuso sexual ou qualquer dúvida importante da criança, da adolescente ou da família. Nesses casos, a consulta ajuda a esclarecer o diagnóstico e iniciar o tratamento quando necessário. 4. A primeira consulta envolve exame ginecológico? Na maioria das vezes, não. A primeira avaliação costuma ser principalmente uma conversa. O médico busca conhecer a adolescente, entender sua história, esclarecer dúvidas e orientar sobre o funcionamento do corpo, puberdade e saúde sexual. O exame físico geral pode ser realizado quando indicado, mas o exame ginecológico específico raramente é necessário nesse primeiro atendimento. Quando há indicação clínica, tudo deve ser explicado previamente, respeitando idade, privacidade, conforto e consentimento da paciente. 5. Como pais e responsáveis podem lidar com tabus sobre o assunto? O primeiro passo é entender que levar a adolescente ao ginecologista não significa antecipar discussões, mas oferecer informação segura e cuidado preventivo. O tema deve ser tratado com naturalidade, sem medo ou constrangimento. A consulta também pode ajudar os responsáveis a conduzirem conversas importantes sobre saúde, limites, prevenção, vacinação e autocuidado. Criar um ambiente de confiança é fundamental para que a adolescente se sinta segura para tirar dúvidas e buscar ajuda sempre que necessário. Os pais e responsáveis não devem esperar apenas o surgimento de sintomas para buscar acompanhamento. A primeira consulta pode ser uma oportunidade para transformar dúvidas em informação e fortalecer o cuidado com a saúde da mulher desde cedo. Sobre a SOGIMIGA Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Trabalha para a atualização científica e para a defesa e valorização dos profissionais da área. —————————- Contato para imprensa:Flávio AmaralAssessoria de Imprensa Sogimig(31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br+Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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80 anos da AMMG

A noite de 10 de julho foi especial: representantes das entidades de classe, das associações médicas filiadas, das sociedades de especialidades, estudantes de medicina e autoridades mineiras participaram da solenidade que marcou as oito décadas da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). O Teatro Oromar Moreira, no Centro de Convenções e Eventos da instituição, foi o cenário de homenagens aos que contribuíram para a construção da história iniciada no dia 19 de janeiro de 1946. A abertura contou com o Coral Unimed BH que, além do Hino Nacional Brasileiro, executou peças conhecidas do grande público. Após um vídeo em homenagem aos médicos, as autoridades presentes apresentaram suas congratulações. Para o presidente da AMMG, Fábio Augusto de Castro Guerra, defender o médico sempre significou, para a Associação Médica, defender também a qualidade da assistência e a segurança do cuidado prestado à população. “Olhando para essa trajetória, percebemos que oitenta anos não configuram apenas o passar do tempo. Oitenta anos falam sobre pessoas e ideais. Falam sobre homens e mulheres que dedicaram parte de suas vidas para que esta instituição permanecesse viva, respeitada e cada vez mais forte”, completou. O presidente da Federação Médica Brasileira (FMB), Fernando Luiz de Mendonça, considerou o lema do aniversário da entidade brilhante. Segundo ele, ‘Construindo o presente, inspirando o futuro’ sintetiza o papel da AMMG que é o de inspirar a classe médica. Já o presidente do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed MG), André Christiano dos Santos, ressaltou que as instituições que representam a categoria agem pelo mesmo ideal. “A história da Associação Médica se confunde com a história da medicina”, pontuou. Representando a Academia Mineira de Medicina (AMM), a diretora Científica da AMMG e acadêmica, Sinara Mônica de Oliveira Leite, afirmou que a Academia encontrou nesta Casa o espaço para se desenvolver. Para o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM MG), Ricardo Hernane Lacerda Gonçalves de Oliveira, frisou a relevância da união das entidades de classe e lembrou que a maioria, incluindo o próprio Conselho, foi criada depois da fundação da Associação Médica. O secretário municipal de saúde de Belo Horizonte, Miguel Paulo Duarte Neto, reverenciou a AMMG dizendo que ela representa a promoção de uma assistência à saúde cada vez mais qualificada. Pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), Cibele Alves de Carvalho, disse que a entidade é referência na construção de uma medicina ética. “Celebrar os 80 anos é celebrar os que vieram antes para entender os desafios impostos pelas mudanças ao longo do tempo”, sintetizou. Em vídeo, o presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), César Eduardo Fernandes, parabenizou a diretoria da Casa pelas oito décadas de existência, destacando a importância de todos os que construíram a trajetória como os diretores, associados e colaboradores. Na sequência, foram homenageados ex-presidentes da Associação Médica: Mauro Chrysóstomo Ferreira (1987-1988); José Guerra Lages(1999-2002); Castinaldo Bastos Santos (2002-2005); Lincoln Lopes Ferreira (2011-2017); Maria Inês de Miranda Lima (2017-2020). Eles receberam o Troféu 80 anos das mãos do atual presidente, Fábio Guerra (2020-2026). Este, por sua vez, recebeu a honraria pelo vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior. Representantes das entidades de classe e demais instituições de saúde também foram agraciadas. Os colaboradores da Associação Médica foram lembrados com agradecimento especial e troféu entregue à secretária da presidência, Dolores Fernandes. Na ocasião, o membro da Academia Mineira de Medicina e curador do Centro de Memória José de Laurentys Medeiros, Geraldo Magela Gomes da Cruz, apresentou o resultado do trabalho por ele coordenado para registrar a evolução da entidade de classe: Atlas 80 anos AMMG. O material é ilustrado e traz textos objetos de pesquisas e também redigidos por médicos que ocupam ou ocuparam cargos tanto na AMMG quanto nas sociedades de especialidades e demais instituições médicas. Celebrar 80 anos é reconhecer o passado, fortalecer o presente e olhar para o futuro com propósito, inovação e responsabilidade! Confira as fotos do evento de 80 anos da AMMG

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Participe do debate

OBSTETRÍCIA EM PERIGO! ⚠️ 👉 Você sabia que condutas médicas praticadas durante a gestação, o parto e o puerpério estão em risco?Dois projetos de lei que tramitam no Câmara dos Deputados – PL 2373/2023 e PL 1763/2025 – criam tipos penais específicos contra os profissionas, fragilizando a segurança jurídica e ampliando a responsabilização criminal. ✋ Precisamos discutir e preservar as prerrogativas do ato médico!Você é nosso convidado para participar de uma reunião com o presidente da Frente Parlamentar Mista da Medicina (FPMed), senador Dr. Hiran, e opinar sobre o exercício profissional. 📣 Anote e participe!Dia 13 de julho, às 19 horas, pelo Google Meet (https://meet.google.com/uds-soqc-byi). Realização: Instituto Brasil de Medicina (IBDM), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e Sociedade Médica de Uberlândia (SMU).

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Exposição coletiva

Otto Cirne recebe mostra coletiva Durante o mês de julho, o Espaço Cultural Otto Cirne abriga a exposição ‘Sonhos, memórias e viagens’. A mostra coletiva recebe peças de 23 artistas, entre eles a curadora e professora de Educação Artística Jônia Vieira. Ela reuniu seus alunos do grupo ‘Vida em cores 60+’ do qual, na técnica acrílica sobre tela, rememoram andanças por cenários interioranos e urbanos de cidades brasileiras e também do exterior. A trajetória da curadora nas artes começou há 30 anos com sua formação na Escola Guignard. “Lecionei para crianças, adolescentes e adultos e há 15 anos ensino pintura para pessoas acima dos 60 anos, no Centro de Referência da Pessoa Idosa (CRPI), um núcleo da Prefeitura de Belo Horizonte, onde sou funcionária.” Ela impulsiona seus alunos a ressignificarem a atividade laboral, já que a maioria já se aposentou na profissão. O trabalho de confecção da mostra iniciou em novembro passado quando o grupo começou a pensar em um tema central. Com tempo para se dedicarem não apenas à pintura, colocaram em prática a realização de sonhos por meio de memórias criadas em viagens. Os registros dos passeios foram transpostos para as telas, muitos fidedignos às fotografias e outros desenhados somente a partir do resgate das lembranças. Os pintores viajantes são: Amália Santos, Ana Santos, Antônio Afonso, Antônio Astrogésio, Carmen Oliveira, Cláudia Oliveira, Efigênia Bittencourt, Elina Magalhães, Elizabeth Almeida, Elisabeth Marcondes, Gilza Vieira, Jônia Vieira, Leda Fróes, Luciano Rosental, Maria Fidelis, Maria Lúcia Rodrigues, Mazza Borone, Nadir Braga, Neide Tavares, Regina Campos, Sílvia Yung, Sônia Alves e Vera Alves. Todos pintam no estilo figurativo. A experiência bem sucedida apresentou a pintura aos sexagenários que, na maioria, tiveram o seu primeiro contato com essa atividade artística. “Tenho alunos de 60, 70, 80 anos, sendo que a mais velha hoje está com 87 anos.” A aluna Maria Fidelis relata que desde 2023 aprendeu muito no CRPI, dando seus primeiros passos na pintura. “Quando soube pela professora Jônia que eu participaria de uma exposição externa fiquei muito feliz, é a realização de um sonho”, destaca. Situado no bairro Caiçara, em Belo Horizonte, o Centro é dirigido por Renata Mouram com coordenação de Giovanna Macedo. “Quem quiser participar, pode me contatar”, explica Veira. As obras de ‘Sonhos, memórias e viagens’ serão comercializadas e exibidas até o final de julho, de 8h às 21h, de segunda a sábado. O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes. Médicos não associados e artistas não médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda. Interessados devem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação, pelo telefone (31) 3247 1608 ou pelo e-mail comunicacao@ammg.org.br.

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Julho Amarelo

🟡 Julho Amarelo é o mês da conscientização e prevenção às hepatites virais. Você sabia? 📣 A importância do diagnóstico precoce e da adesão ao tratamento dessas enfermidades, que podem comprometer o funcionamento do fígado, são muito importantes. 📣 Os sintomas, muitas vezes, são silenciosos em seu início, e quando a doença se manifesta já há algum comprometimento do órgão. Por isto, a conversa entre médico e paciente, com o pedido de teste diagnóstico, é fundamental para vencer esta batalha. 🟡 A Associação Médica de Minas Gerais ilumina sua sede e chama a atenção para a importância da prevenção destas doenças!

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Tradução das Diretrizes

Confira as últimas diretrizes Acompanhe a tradução das últimas diretrizes da Society of Critical Care Medicine (SCCM) para o português feitas pelo médico titulado em medicina intensiva, anestesiologia e com área de atuação em dor,  Leandro Carvalho, responsável pelas traduções oficiais da Society of Critical Care Medicine (SCCM), membro do Board de cursos “FCCS Leadership Committee”, atual Chair do Fundamentals Courses Committee e membro do grupo de diretrizes da SCCM. Carvalho, também é presidente da Sociedade Mineira de Terapia Intensiva (Somiti), diretor secretário da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), Fellow do American College of Critical Care Medicine (FCCM) e coordenador do FCCS (Fundamental Critical Care Support), FCCS Obstétrico e FCCS Cirúrgico na Somiti/SCCM. As diretrizes da Society of Critical Care Medicine (SCCM) são recomendações baseadas em evidências científicas que padronizam o atendimento em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Acesse pelos links: Portuguese Translation: Guidelines for Rapid Sequence Intubation in the Critically Ill Adult Patient https://sccm.org/clinical-resources/guidelines/guidelines/guidelines-rapid-sequence-intubation https://sccm.org/SCCM/media/SCCM/PDFs/Portuguese-Translation-Rapid-Sequence-Intubation-Guidelines.pdf Portuguese Translation: Guidelines on Use of Corticosteroids in Sepsis, Acute Respiratory Distress Syndrome, and Community-Acquired Pneumonia https://sccm.org/clinical-resources/guidelines/guidelines/use-of-corticosteroids-in-sepsis-ards-cap https://sccm.org/SCCM/media/SCCM/PDFs/Portuguese-Translation-CIRCI-Guidelines.pdf Portuguese Translation: Guidelines on Recognizing and Responding to Clinical Deterioration Outside the ICU https://sccm.org/clinical-resources/guidelines/guidelines/guidelines-on-recognizing-and-responding-to-clinical-deterioration-outside-the-icu https://sccm.org/SCCM/media/SCCM/PDFs/Portuguese-Translation-Clinical-Deterioration-Guidelines.pdf

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Sogimig capacita médicos

Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+ Preconceito, desinformação e barreiras estruturais ainda dificultam acesso à saúde ginecológica SOGIMIG capacita médicos e alerta para mitos que afastam população LGBTQIAPN+ dos consultórios O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, celebrado em 28 de junho, é um marco histórico de luta por direitos e igualdade. Na área da saúde, a data levanta um debate urgente e necessário: como garantir que o acesso aos cuidados ginecológicos e obstétricos seja, de fato, universal, seguro e livre de preconceitos? Para a Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (SOGIMIG), a resposta começa pela educação médica e pela quebra da heteronormatividade dentro dos consultórios. Foto: imagem gerada por inteligência artificial. Apesar dos avanços recentes, as barreiras ainda são reais. Para o médico e membro da diretoria da Sogimig, Eduardo Siqueira, o preconceito — seja ele explícito ou velado — é o primeiro grande obstáculo. “Muitas pessoas LGBTQIAPN+ relatam experiências de discriminação, julgamentos morais e questionamentos sobre sua identidade de gênero, orientação sexual ou configuração familiar. Tudo isso gera insegurança e pode afastar essas pessoas dos serviços de saúde”, afirma. Além das atitudes discriminatórias, existem barreiras institucionais que muitas vezes passam despercebidas. Formulários que não contemplam diferentes identidades de gênero, dificuldades para registrar o nome social e limitações em sistemas de atendimento ainda fazem parte da rotina de diversos serviços. “Em muitos casos, os próprios sistemas não estão preparados para atender às necessidades dessas pessoas. Um homem trans que possui colo do útero, por exemplo, pode encontrar dificuldades até mesmo para realizar um exame preventivo por causa da forma como o serviço foi estruturado”, explica o especialista. O que faz um atendimento ser verdadeiramente acolhedor? Para Eduardo, a premissa básica do cuidado é o reconhecimento do indivíduo como uma pessoa única. O acolhimento começa em atitudes que devem ser o padrão da prática médica: respeitar a identidade e a expressão de gênero, utilizar o nome social e os pronomes adequados e praticar uma escuta qualificada. “Não devemos presumir orientações sexuais, práticas, desejos reprodutivos ou configurações familiares com base apenas na aparência. O foco deve estar nas necessidades da pessoa, criando um ambiente seguro para que ela possa relatar suas questões”, pontua o especialista. Derrubando mitos que colocam a saúde em risco Segundo o diretor da SOGIMIG, a desinformação ainda afasta muitos pacientes dos consultórios ou gera negligência com cuidados vitais. Ele elenca e desmistifica os principais equívocos: Saúde sexual e a formação de novas famílias No campo da saúde sexual e reprodutiva, a SOGIMIG destaca a importância da “prevenção combinada”, que inclui o uso de preservativos, profilaxias como PrEP e PEP, a inclusão da DoxyPEP (profilaxia para evitar sífilis, gonorreia e clamídia em populações específicas) e a vacinação contra o HPV e as Hepatites A e B. Outro ponto de avanço nos consultórios ginecológicos e nas clínicas de reprodução assistida é o debate sobre a parentalidade. “As configurações familiares são diversas. Ouvir os desejos reprodutivos, orientar sobre a preservação da fertilidade antes de terapias hormonais ou cirurgias de afirmação de gênero, e planejar a gestação são partes essenciais da assistência”, ressalta o Eduardo. Formação médica: um desafio que ainda precisa avançar Embora a discussão sobre diversidade sexual e de gênero esteja cada vez mais presente na sociedade, a formação dos profissionais de saúde ainda enfrenta desafios para abordar o tema de forma ampla e estruturada. Segundo o médico, muitos cursos de graduação e programas de especialização ainda oferecem pouco espaço para a discussão das necessidades específicas da população LGBTQIAPN+, o que pode impactar diretamente a qualidade da assistência. Por outro lado, ele destaca avanços importantes, como o aumento da produção científica voltada à saúde dessa população, a criação de protocolos mais inclusivos, o fortalecimento de serviços especializados e o crescimento do debate sobre parentalidade e diversidade familiar dentro da ginecologia e da obstetrícia. Como parte desse compromisso com a educação médica continuada, a SOGIMIG oferece em seu portfólio o curso Atenção Médica à Diversidade de Gênero. A iniciativa busca capacitar profissionais para um atendimento ético, inclusivo e baseado em evidências científicas, contribuindo para que a diversidade sexual e de gênero seja incorporada de forma cada vez mais natural e qualificada na prática clínica. “Ninguém deve abrir mão de cuidar da própria saúde” Para pacientes que já sofreram discriminação ou deixaram de procurar atendimento por medo de experiências negativas, o membro da diretoria da SOGIMIG reforça uma mensagem de acolhimento e destaca que o cuidado com a vida deve ser sempre a prioridade. “A saúde é um direito constitucional de todas as pessoas. Ninguém deve abrir mão de cuidar de si mesmo por medo de sofrer preconceito. Precisamos reconquistar essas pessoas, mostrando que cada vez mais profissionais e instituições estão comprometidos com uma assistência ética, inclusiva, individualizada e baseada em evidências. Nós, ginecologistas e obstetras, temos a competência e a capacidade para promover essa inclusão de forma digna. Seus corpos, suas identidades e suas histórias merecem respeito”. Sobre a SOGIMIGA Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ————————————————————————— Contato para imprensa:Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig(31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br+Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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João Monlevade

Nova Edição de encontro

Associação Médica de João Monlevade (AMJM) promoveu, no dia 17 de junho, mais uma edição do Café com Medicina. O evento teve como tema ‘“’Sobrediagnóstico e rastreamento do câncer: Como equilibra prevenção e prudência na prática clínica’. A atualização foi conduzida pela Oncologista, Vanessa Ramos Mota, que apresentou conteúdo técnico científico atualizado, favorecendo o debate entre os participantes e a troca de experiências entre os profissionais presentes. O Café com Medicina integra a programação permanente da AMJM e reforça a importância da educação médica continuada, do debate sobre temas atuais e da troca de experiencias entre os médicos.

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