Autor: Renata Clímaco

Acupuntura

Mês da Homeopatia

Novembro Verde celebra a Homeopatia A celebração tem, entre seus objetivos, esclarecer sobre tratamento homeopático e divulgar a especialidade, que muitos ainda desconhecem Embora a homeopatia seja uma especialidade médica e tenha a matriz de competências da residência médica aprovada pela Conselho Nacional de Residência Médica (CNRM), muitos ainda desconhecem seus benefícios. Na segunda quinzena de novembro, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) ilumina sua sede de verde, em Belo Horizonte, e junto com a Associação Médica Homeopática de Minas Gerais (AMHMG) esclarecem um pouco mais sobre a especialidade. De acordo com o presidente da AMHMG, João Márcio Berto, o movimento Novembro Verde tem, entre seus objetivos, esclarecer sobre tratamento homeopático e divulgar a especialidade. O mês de novembro foi escolhido por ter sido no dia 21 deste mês, que a Homeopatia chegou ao Brasil oficialmente por meio do médico francês Benoit Mure. O especialista explica que a homeopatia é uma especialidade eminentemente clínica, generalista, que visa tratar o indivíduo de forma integral seguindo a lei dos semelhantes, resgatando um dos princípios hipocráticos ‘similia similibus curentur’ ou semelhante cura semelhante. Outro pilar é a experimentação dos medicamentos no ‘homem são’. Segundo Berto, para se considerar um remédio como homeopático é preciso seguir um protocolo de experimentação rigoroso em voluntários. “A matéria médica dos medicamentos homeopáticos é extensa, e seus efeitos comprovados nas experimentações e depois na própria clínica. Hoje ela é usada isoladamente ou em associação com a alopatia, pois elas se complementam, com enfoques diferentes. A homeopatia visa, sobretudo, o tratamento da pessoa que adoece, e não a doença em si. Ela não é centrada no indivíduo e atua em todos os níveis de prevenção da saúde – primária, secundária, terciária e quaternária, sendo muito útil no Sistema Único de Saúde”. Segundo o Ministério da Saúde, o valor anual investido no SUS com todas as Práticas Integrativas Complementares chega próximo ao patamar de R$3 milhões, o que corresponde a 0,008% das despesas com todos os procedimentos ambulatoriais e hospitalares. A homeopatia está presente em pelo menos dez universidades públicas, em atividades de ensino, pesquisa e assistência, e conta com inúmeros cursos de formação de especialistas em homeopatia em 12 unidades da Federação, nos campos médico, farmacêutico, odontológico, médico veterinário e da agronomia. Possui ainda cursos de residência médica aprovados pela Comissão Nacional de Residência Médica em alguns hospitais universitários do país.

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Simpósio Médico 2023

A Associação Médica de Divinópolis (AMD) realiza, no dia 25 de novembro (sábado), de 15 às 21h, o Simpósio Médico 2023, com a proposta de trazer aos médicos e estudantes de medicina, uma programação com quatro mesas redondas compostas por médicos e profissionais como advogados e contabilistas. A programação visa dar uma luz sobre novas regras e oportunidades de mercado, com uma excelente oportunidade para aprofundar os conhecimentos e discutir temas pertinentes a prática médica, num ambiente propício para trocas de experiências sobre suas carreiras. A AMD, juntamente com seus apoiadores está proporcionando entrada gratuita nas inscrições realizadas pelo site para estudantes de medicina da UFSJ e também todos os médicos associados. O evento será realizado com patrocínio da Unimed e o apoio da Universidade Federal de São João Del Rey (UFSJ). As inscrições estão abertas pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/simposio-medico-amd-2023__2240609

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Palestra sobre prevenção

Dia 8 de novembro, a Secretaria de Saúde de Cataguases com apoio da Sociedade Médica de Cataguases (SMC) realizou uma atividade de conscientização sobre o Novembro Azul, que celebra a prevenção ao câncer de próstata. A ação aconteceu em uma Unidade Básica de Saúde Paraíso, do Município, e alertou sobre uma doença com a palestra ministrada pelo urologista Walter Ritti. Para o presidente da SMC, Joseph Antônio Freire, o contato com os pacientes e pessoas que transitam pela unidade de saúde faz com que as informações possam ser repassadas de forma segura, possibilitando assim uma maior conscientização sobre diversos temas. De acordo com dados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH/SUS), do Ministério da Saúde, de janeiro a julho de 2023 houve 21.803 internações devido ao câncer de próstata. A Estimativa 2023 – Incidência de Câncer no Brasil, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), para a doença é de 71.730 novos casos anuais para o triênio 2023/2025. Em 2022 foram 16.292 óbitos pela doença, de acordo com o Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, ou seja, 44 mortes por dia. Alguns sinais e sintomas, embora não específicos do câncer de próstata, podem ser encontrados e merecem muita atenção: – Sangue na urina ou no sêmen – Micção frequente – Fluxo urinário fraco ou interrompido – Noctúria (levantar-se diversas vezes à noite para urinar) A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) recomenda que homens a partir de 50 anos, mesmo sem apresentar sintomas, devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada tendo como objetivo o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Os homens que integrarem o grupo de risco (raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata ou obesos) devem começar seus exames mais precocemente, a partir dos 45 anos.

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Ouça nosso PodCast

No Brasil, há 5,7 milhões de adultos com diabetes e o índice é crescente. Neste PodCast, a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional MG, Flávia Coimbra Pontes Maia, orienta e alerta sobre o tema. Ouça agora Saiba Mais O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue devido à falta ou má ação da insulina. Produzida no pâncreas, a insulina é responsável por transportar as moléculas de glicose para dentro das células do corpo para serem usadas como fonte de energia. Quando esse hormônio está em falta, ou quando não está agindo corretamente, ocorre o aumento de açúcar no sangue e, consequentemente, o diabetes. A falta ou mau funcionamento da insulina pode ter origem genética, mas também ser agravada por hábitos pouco saudáveis, como alimentação inadequada, principalmente com consumo excessivo de carboidratos, açúcar e alimentos ultra processados, além de sedentarismo. Os principais tipos de diabetes são o 1, 2 e o gestacional, mas existem outras formas, segundo especialistas. O tipo 1 é causado por alterações do sistema imunológico que ataca equivocadamente as células do pâncreas que produzem insulina. Geralmente tem o início da infância ou adolescência, repentino e dramático e pode incluir sintomas como: sede excessiva, rápida perda de peso, fome exagerada, cansaço inexplicável, muita vontade de urinar, má cicatrização, visão embaçada, falta de interesse e de concentração, vômitos e dores estomacais. O tratamento é feito com a aplicação de insulina. Já o tipo 2, relacionado à obesidade, acontece por uma ação deficiente da insulina em transportar o açúcar para o interior da célula. Geralmente se manifesta nos adultos, mas crianças também podem apresentar. Os sintomas têm início mais gradual e, por isto, muitas vezes os pacientes demoram a descobrir a doença. Ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos mais graves, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. “A maioria das pessoas com risco aumentado para desenvolver o diabetes (muitos casos na família, pessoas com excesso de peso, com alimentação irregular ou sedentárias) pode progredir para o diabetes se não tiverem os cuidados adequados. Contudo, como nem todos os fatores de risco são modificáveis, como a carga genética e a idade, por exemplo, algumas acabarão desenvolvendo o diabetes, mesmo cuidando de sua saúde. É função do médico endocrinologista estimar os riscos para adotar as melhores estratégias de tratamento.”

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Cuidados com o Diabetes

Aconteceu na última quarta-feira (8/11), no ambulatório da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM MG), uma ação que faz parte da Campanha de Prevenção ao Diabetes. As atividades foram promovidas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), em parceria com a Sociedade Brasileira de Diabetes – Regional Minas Gerais (SBD MG) e a participação dos alunos da Liga Acadêmica de Endocrinologia da FCM MG.   No dia, houve a orientações sobre cuidados com o diabetes, com a alimentação e odontológicos, além de avaliação de risco para a doença com medidas de pressão arterial, peso/altura e de glicemia capilar. De acordo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Flávia Coimbra, o diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida e isto vale para quem tem a doença e para quem está próximo à pessoa. Dentre eles estão a medição da glicemia, o uso de medicamentos, exercícios físicos regulares e ajuste nos hábitos alimentares. A campanha do Dia Mundial do Diabetes tem como objetivo promover a importância dos programas estruturados de educação como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir a educação junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades. Durante o mês de novembro serão realizadas atividades na capital mineira em alerta a prevenção ao diabetes. Fique de olho em nossas redes. Fotos: Divulgação Sbem MG

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Alerta para a prevenção

Diabetes: campanha alerta para a educação e prevenção Saiba seu risco e construa um futuro saudável é o recado de especialistas sobre uma doença que atinge milhares de pessoas O desconhecimento sobre o diabetes é um dos grandes entraves para o tratamento adequado e a sua negligência pode desenvolver sérias complicações à saúde, como cegueira e amputação de membros. A campanha realizada em todo o Brasil pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), com o apoio de suas regionais, marca o Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro. De acordo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Flávia Coimbra, o diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida e isto vale para quem tem a doença e para quem está próximo à pessoa. Dentre eles estão a medição da glicemia, o uso de medicamentos, exercícios físicos regulares e ajuste nos hábitos alimentares. “É de extrema importância que as pessoas que vivem com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às suas necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.”, ressalta Coimbra. O Brasil é o sexto país com maior incidência de diabetes no mundo e o primeiro na América Latina, segundo o Atlas do Diabetes 2021, divulgado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF). Atualmente, são 15,7 milhões de pessoas adultas com essa condição. A estimativa é que, até 2045, a doença afete 23,2 milhões de adultos no país. Especialistas reforçam que, sem a informação devida, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões corretas, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, correm o risco de não estarem equipados o suficiente para fazer um bom tratamento. Coimbra frisa que cerca de metade das pessoas que vivem com diabetes desconhece o diagnóstico, a maioria dos pacientes não tem acesso à educação sobre o tema e ao tratamento adequado por a falta de serviços apropriados e dos custos dos medicamentos. Coimbra salienta que, a campanha do Dia Mundial do Diabetes tem como objetivo promover a importância dos programas estruturados de educação como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir a educação junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades. Saiba mais O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue devido à falta ou má ação da insulina. Produzida no pâncreas, a insulina é responsável por transportar as moléculas de glicose para dentro das células do corpo para serem usadas como fonte de energia. Quando esse hormônio está em falta, ou quando não está agindo corretamente, ocorre o aumento de açúcar no sangue e, consequentemente, o diabetes. A falta ou mau funcionamento da insulina pode ter origem genética, mas também ser agravada por hábitos pouco saudáveis, como alimentação inadequada, principalmente com consumo excessivo de carboidratos, açúcar e alimentos ultra processados, além de sedentarismo. Os principais tipos de diabetes são o 1, 2 e o gestacional, mas existem outras formas, segundo especialistas. O tipo 1 é causado por alterações do sistema imunológico que ataca equivocadamente as células do pâncreas que produzem insulina. Geralmente tem o início da infância ou adolescência, repentino e dramático e pode incluir sintomas como: sede excessiva, rápida perda de peso, fome exagerada, cansaço inexplicável, muita vontade de urinar, má cicatrização, visão embaçada, falta de interesse e de concentração, vômitos e dores estomacais. O tratamento é feito com a aplicação de insulina. Já o tipo 2, relacionado à obesidade, acontece por uma ação deficiente da insulina em transportar o açúcar para o interior da célula. Geralmente se manifesta nos adultos, mas crianças também podem apresentar. Os sintomas têm início mais gradual e, por isto, muitas vezes os pacientes demoram a descobrir a doença. Ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos mais graves, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. “A maioria das pessoas com risco aumentado para desenvolver o diabetes (muitos casos na família, pessoas com excesso de peso, com alimentação irregular ou sedentárias) pode progredir para o diabetes se não tiverem os cuidados adequados. Contudo, como nem todos os fatores de risco são modificáveis, como a carga genética e a idade, por exemplo, algumas acabarão desenvolvendo o diabetes, mesmo cuidando de sua saúde. É função do médico endocrinologista estimar os riscos para adotar as melhores estratégias de tratamento.”

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Contra à Violência

Nota de repúdio das entidades médicas CRMMG, AMMG, Sinmed MG e AMM contra violência a mais um médico da PBH: exigimos respeito e solução imediata por parte da gestão municipal O Conselho Regional de Medicina(CRM-MG), a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG) e a Academia Mineira de Medicina (AMM) repudiam veemente mais um grave caso de violência contra médico e uma técnica de enfermagem, ocorrido ontem, 6 de novembro, no Centro de Saúde Santa Amélia, Regional Pampulha. Na ocasião, o profissional foi violentamente agredido pelo marido de uma paciente, sofrendo diversas lesões corporais, inclusive fratura do braço, após receber chutes e socos, além de ser empurrado de uma escada. Não havia porteiro e nem seguranças na unidade de saúde para evitar o conflito. Essa é mais uma situação insustentável que precisa de solução imediata por parte da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH). As entidades médicas reiteram que é inadmissível todo e qualquer ato de violência contra médicos e profissionais da saúde no exercício de suas atividades. E têm denunciado, nos últimos anos, diversas cenas como essas que se tornaram rotineiras, colocando em risco quem está na linha de frente dos atendimentos aos pacientes. A violência, aliada às dificuldades impostas pela saúde pública na PBH como falta de estrutura e equipes incompletas e insuficientes para o excesso de demanda, deixa esses trabalhadores desmotivados e doentes. Diante da gravidade do ocorrido, as entidades médicas unidas prestarão as orientações jurídicas ao médico, neste momento tão delicado de fragilidade. Para garantir a integridade do profissional, as entidades também acionarão todas as autoridades responsáveis pela segurança e fiscalização. O CRM-MG, a AMMG e o Sinmed-MG exigem que sejam garantidas pelos gestores condições dignas de trabalho e segurança adequada nas unidades de saúde, com retorno dos porteiros a todas as unidades de saúde e destaca que estará atento para que as medidas cabíveis sejam tomadas, a fim de garantir o cuidado e respeito aos profissionais de saúde. Direitos dos médicos devem ser preservados:As entidades médicas mineiras estão em contínua luta pela valorização da medicina, por condições adequadas e seguras de trabalho, atentas aos direitos dos médicos.E reforçando a iniciativa, o Sinmed-MG produziu cartilha informativa sobre medidas que devem ser adotadas em casos de violência em 2021 ( acesse https://sinmedmg.org.br/sinmed-mg-lanca-cartilha-sobre-providencias-em-caso-de-violencia-no-ambiente-de-trabalho-contra-medicos/ )O material, produzido com a orientação do departamento jurídico do sindicato, visa orientar o médico de como agir em situação de ameaça e/ou agressão sofrida no exercício de sua profissão, sinaliza deveres e direitos. As entidades estão sempre realizando campanhas e produzindo materiais em prol da segurança dos profissionais da saúde e contra os atos de violências nas unidades de saúde.O médico é o aliado da população no momento que ela mais precisa para cuidar da saúde e da família! Por isso, as entidades médicas contam com o apoio de toda sociedade na cobrança por mais segurança nas unidades. Em caso de agressão, o que fazer?Faça contato com os canais de apoio ao médico disponíveis nas entidades médicas:– Departamento Jurídico do Sinmed-MG (Defesa Profissional, Direito Trabalhista, Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito de Família ou Consumerista): WhatsApp (31) 99302-0106– Departamento de Campanhas Sindicais do Sinmed-MG: WhatsApp (31)98469-7514– Núcleo de Combate ao Exercício Ilegal da Medicina do Sinmed-MG: (31) 99302-0106

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Centenário de Acadêmico

A Academia Mineira de Medicina homenageou, dia três de novembro, em sessão solene na cidade de Diamantina, o centenário do médico e acadêmico José Aristeu de Andrade. Ocupante da cadeira 66, Andrade foi admitido na AMM em 13 de março de 2001. Esteve presente na solenidade, representando a AMMG, a diretora científica da entidade, Sinara Mônica de Oliveira Leite. As homenagens continuaram no dia 4 e 5 de novembro, com um jantar de recepção aos acadêmicos e apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem de Diamantina na Escola de Artes Francisco Nunes, na praça Dr. Pardo, no centro de Diamantina. O presidente da AMM, José Carlos Serufo, pontua que é muito justo reverenciar um médico centenário que ainda continua na ativa como cardiologista: “Ele atende em consultório e é muito querido por seus pacientes e na Academia foi o segundo vice-presidente na gestão anterior”, completa.

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Nota à população

ENTIDADES MÉDICAS ALERTAM AO PROJETO APROVADO PELA CMBH SOBRE “VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA” No dia 27/09/2023 foi aprovado pela Câmara Municipal de Belo Horizonte substitutivo ao Projeto de Lei nº 208/2021 que “dispõe sobre a promoção da dignidade da gestante, da parturiente e da puérpera e sobre o enfrentamento da violência obstétrica no Município” (Acesso em: https://www.cmbh.mg.gov.br/atividade-legislativa/pesquisar-proposicoes/projeto-de-lei/208/2021). O texto inicial do projeto previa um extenso rol de atos que poderiam ser classificados como atos de violência obstétrica, já o substitutivo aprovado transformou o rol anterior em diretrizes e práticas a serem observadas durante os cuidados.Muito embora as entidades signatárias não discordem da importante promoção dos direitos relacionados à dignidade da gestante, da parturiente e da puérpera, é certo que sua autonomia durante os procedimentos médicos deve atentar à perspectiva do binômio mãe/feto, conforme dispõe a Resolução CFM Nº 2.284/2020, tomando como base a autonomia da paciente, a liberdade profissional do médico, bem como a equidade devida.Nesta esteira, para além do texto inicial do PL violar a autonomia profissional do médico, as Entidades se preocupam com a utilização generalizada do termo “violência obstétrica”, pois certamente os profissionais envolvidos nos cuidados da paciente não são apenas médicos.Sendo assim, foi encaminhado oficio ao Prefeito de Belo Horizonte, responsável pela sanção ou veto da proposição de lei, manifestando reconhecimento da importância de garantia da dignidade da gestante, da parturiente e da puérpera e alertando para o prejuízo potencial de utilização genérica do termo “violência obstétrica” sob a ótica da atividade médica. O Sinmed MG, o CRM MG, a AMMG, a ACADMEDMG e a SOGIMIG estão atentos aos projetos legislativos visando defender o trabalho médico e o fortalecimento do SUS e dos direitos dos pacientes. Participe conosco!

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Repúdio contra violência

Entidades Médicas Mineiras repudiam violência contra médico no exercício da profissão O Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG), a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG) e a Academia Mineira de Medicina (AMM) repudiam veementemente a agressão de paciente contra médico no Instituto São Vicente de Paulo, na cidade de Cássia/MG. É inadmissível que médicos e os demais profissionais da saúde sofram agressões físicas, verbais ou psicológicas, especialmente durante o exercício profissional e em ambientes onde a paz se faz necessária para a recuperação da saúde. O CRM-MG orienta os médicos que, em caso de violência, registrem Boletim de Ocorrência e comuniquem o fato imediatamente ao Conselho Regional de Medicina. O Conselho vai fiscalizar a instituição para aferir as condições de trabalho e segurança. Belo Horizonte, 31 de outubro de 2023

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