AMMG em dia

Maio Roxo alerta

Mas afinal, o que são as doenças inflamatórias intestinais? São enfermidades autoimunes que provocam inflamação crônica no trato gastrointestinal. Essas doenças fazem parte da rotina de milhares de pessoas e podem impactar bastante a saúde do intestino e o bem-estar no dia a dia. A boa notícia é que, com o acompanhamento correto e o tratamento adequado, é possível conviver com a condição e ter mais qualidade de vida. Em alerta ao tema, a Associação Médica de Minas Gerais ilumina a sua sede e, junto à Sociedade Mineira de Coloproctologia, chama a atenção para o diagnóstico precoce.

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AMMG em dia

Simpósio 10 anos SMO

Em 2026, a Sociedade Mineira de Oftalmologia celebra uma década de atuação dedicada ao fortalecimento da oftalmologia em Minas Gerais. Desde sua fundação, a SMO tem trabalhado para promover a educação médica continuada, estimular o desenvolvimento científico e representar os interesses da classe oftalmológica. Ao longo desses anos, a entidade consolidou-se como um importante espaço de integração entre profissionais, promovendo encontros científicos, debates relevantes e iniciativas voltadas à atualização constante dos oftalmologistas. Celebrar os 10 anos da SMO é reconhecer uma trajetória construída com ética, colaboração e compromisso com a excelência médica. Para marcar esse momento histórico, no dia 30 de maio (sábado) será realizado o Simpósio Comemorativo de 10 anos da SMO, reunindo oftalmologistas, especialistas e parceiros da indústria em um encontro científico e comemorativo. O evento será um espaço de atualização científica, troca de experiências e networking entre profissionais que contribuem diariamente para o avanço da oftalmologia. CLIQUE AQUI PARA FAZER SUA INSCRIÇÃO OBJETIVOS DO EVENTO Discutir temas relevantes da oftalmologia com especialistas renomadosPromover atualização científica e educação médica continuadaApresentar inovações e avanços da áreaEstimular a integração entre oftalmologistasConectar empresas do setor com seu público estratégico PÚBLICO-ALVO O evento reunirá um público altamente qualificado e representativo da oftalmologia, incluindo especialistas de diversas subespecialidades, que atuam na linha de frente do diagnóstico e tratamento das doenças oculares. Também estarão presentes jovens oftalmologistas em formação, interessados em atualização científica e em ampliar sua rede de contatos profissionais. LOCAL DO EVENTO Associação Médica de Minas GeraisBelo Horizonte – MG

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Ginecologia e Obstetrícia

Reposição hormonal

Reposição hormonal: o que é verdade e o que é mito sobre o tratamento na menopausa Terapia pode melhorar qualidade de vida, mas ainda gera dúvidas sobre riscos, indicações e efeitos colaterais. A reposição hormonal ainda é cercada por dúvidas e receios entre muitas mulheres, especialmente durante o climatério, fase de transição para a menopausa. Indicada para aliviar sintomas causados pela queda dos hormônios, a terapia pode trazer benefícios importantes quando bem orientada, mas a desinformação ainda é um dos principais obstáculos para o acesso ao tratamento. Segundo a médica ginecologista e membro da diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (SOGIMIG), Luciana Calazans, a reposição hormonal consiste na administração de estrogênio, isolado ou combinado à progesterona, com o objetivo de compensar a redução fisiológica desses hormônios. “A principal indicação é no climatério, especialmente na perimenopausa e nos primeiros anos após a menopausa, quando os sintomas costumam impactar mais a qualidade de vida”, explica. Entre os sintomas mais comuns estão os fogachos (ondas de calor) e a sudorese noturna. No entanto, as queixas vão além. Alterações do sono, irritabilidade, dificuldade de concentração e sintomas geniturinários, como ressecamento vaginal e dor na relação, também estão entre os fatores que levam as mulheres a buscar o tratamento. Apesar dos benefícios, a terapia hormonal ainda é alvo de mitos, associados a interpretações antigas de estudos científicos. “Houve uma generalização dos riscos no passado, sem considerar o perfil das pacientes. Hoje sabemos que, quando bem indicada, a terapia tem um perfil de segurança muito mais favorável”, afirma a especialista. Um dos principais questionamentos está relacionado ao risco de câncer. De acordo com a médica, a resposta depende do tipo de terapia e das características da paciente. O uso combinado de estrogênio e progesterona pode estar associado a um discreto aumento do risco de câncer de mama em uso prolongado. Já o estrogênio isolado, indicado para mulheres que retiraram o útero, não demonstrou aumento desse risco. A indicação da reposição hormonal não é universal. Nem todas as mulheres precisam do tratamento. “A decisão deve considerar a presença de sintomas, o impacto na qualidade de vida e o perfil de risco individual”, explica. Além do controle dos fogachos, a terapia pode contribuir para melhora do sono e dos sintomas geniturinários. Em alguns casos, também pode impactar positivamente o humor e a vida sexual, especialmente quando reduz o desconforto durante a relação. Outro ponto importante é o momento de início do tratamento. Existe o conceito de “janela de oportunidade”, em que a reposição hormonal apresenta melhor relação entre riscos e benefícios. “O ideal é iniciar antes dos 60 anos ou até 10 anos após a menopausa”, destaca. A crença de que terapias hormonais “naturais” ou manipuladas são mais seguras também não se sustenta. Segundo a especialista, não há evidência de superioridade dessas formulações em relação às terapias convencionais, além de possíveis variações de dose e menor controle de qualidade. O uso de hormônios sem acompanhamento médico também representa risco. A automedicação pode levar a complicações como sangramentos anormais, alterações no endométrio e eventos tromboembólicos. Para mulheres que apresentam sintomas, mas ainda têm receio do tratamento, a orientação é buscar avaliação especializada. “A decisão deve ser baseada em informação de qualidade, análise individualizada e diálogo entre médica e paciente. Quando bem indicada, a terapia hormonal pode ser uma ferramenta segura e eficaz para melhorar a qualidade de vida”, conclui. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ———————————– Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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AMMG em dia

Nota entidades médicas

⚠️ Demissão de técnicos de enfermagem do Samu: Sinmed-MG, CRM-MG e AMMG se posicionam contra cortes da PBH e denunciam risco de colapso em BH O Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG), o Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG) e a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) manifestam preocupação em relação à comunicação das gerências do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) direcionado aos trabalhadores, anunciada em 16 de abril, de promover a demissão de técnicos de enfermagem do Samu, reduzindo as equipes técnicas de enfermagem das Unidades de Suporte Básico (USB) e deixando apenas um profissional responsável pelo atendimento. 👉 Deslize slides e saiba mais:

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AMMG em dia

Abril Marrom

👀 Cuidar da visão é coisa séria. Você sabia que assim como outras partes do corpo, os olhos também precisam de cuidados e de consultas de rotina? 👁️ Cuidar da visão vai além do uso de óculos, pois muitas doenças oculares não apresentam sintomas iniciais e, quando percebidas, estão em estágios avançados. 👁️‍🗨️ Cerca de 80% dos casos de cegueira no mundo podem ser prevenidos com diagnósticos e tratamentos precoces. No Brasil, estima-se que mais de 6,5 milhões de pessoas enfrentam algum tipo de deficiência visual. ‼️ Procure um médico oftalmologista. E coloque em sua agenda como uma consulta de rotina. ammg #sociedademineiradeoftalmologia #saúdeocular #prevençãoàcegueira

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AMMG em dia

Edital/Eleições 2026

ASSOCIAÇÃO MÉDICA DE MINAS GERAIS – AMMG EDITAL/ELEIÇÕES 2026 A Comissão Eleitoral da Associação Médica de Minas Gerais, por meio de seu Presidente, e a Diretoria da Associação Médica de Minas Gerais, por meio de seu Presidente, em conformidade com os preceitos estatutários, vêm comunicar aos seus associados que processará Eleições Gerais, no dia 17.08.2026, visando o preenchimento dos cargos previstos nos artigos 7°, 27, 50 e 106 do estatuto, em vigor e Normas Eleitorais aprovadas na Assembleia de Delegados realizada em 28/03/2026, informando, na oportunidade, que estão abertas as inscrições para chapas concorrentes. As chapas dos candidatos à Diretoria da AMMG, Delegados da Capital à Assembleia de Delegados da AMMG e Delegados da AMMG junto à AMB serão vinculadas, constituindo uma única chapa, acompanhadas das anuências, por escrito, de todos os candidatos, serão inscritas até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para as eleições, ou seja, 19.06.2026, através de ofício assinado pelos seus candidatos, o Presidente e o Secretário-Geral, dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral, através de ofício que deverá ser protocolado, até às 18h da data limite, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (Av. João Pinheiro, 129/2º Andar, Centro, Belo Horizonte), com a observância das formalidades previstas no Estatuto Social e Normas Eleitorais. Na hipótese de uma única chapa inscrita a eleição poderá ser realizada por aclamação. Belo Horizonte, 08 de abril de 2026. DRA. CIBELE ALVES DE CARVALHO Presidente da Comissão Eleitoral da AMMG

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AMMG em dia

Noite memorável

Uma noite memorável, esse foi o sentimento da atenta plateia que prestigiou na noite de terça-feira, 7 de abril, a edição do AMMG Cultural, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais. Esta edição, promovida pela AMMG e a Academia Mineira de Medicina (AMM), contou com o apoio da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) e da Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg) e teve como tema central ‘JK: o médico e o presidente’. Na abertura, o presidente da AMMG, Fábio Augusto de Castro Guerra, falou da alegria em trazer não só para o médico, mas também para o público em geral, temas tão ricos e que permitem conhecer ou rememorar acontecimentos importantes da história no Brasil. “Estamos juntos à Academia Mineira de Medicina preparando sempre conteúdos que possam enriquecer, de alguma forma, a cultura de todos que por aqui passam no AMMG Cultural.” O evento começou com a apresentação do documentário ‘JK, o futuro chamado ao presente’, de autoria e direção geral de Fábio Chateaubriand. Com depoimentos inéditos, documentos raros e ampla pesquisa, o filme percorre momentos marcantes da vida pública de Juscelino Kubitschek (1902-1976) – da Prefeitura de Belo Horizonte à Presidência da República, passando pela criação de Brasília e o Plano de Metas. Para Chateaubriand, que esteve presente durante a transmissão do documentário, “mais do que um retrato biográfico, a obra é um mergulho na formação de um líder que acreditava no poder do sonho e na força da ação para reinventar o país”. Entre os entrevistados estão Maristela Kubitschek, filha de JK; Serafim Jardim, que foi seu amigo e secretário, presidente da Casa de Juscelino; Ronaldo Costa Couto, biógrafo do ex-presidente; Celso Lafer, cujo tio foi ministro das Relações Exteriores de JK; e Juvenal Pereira, autor da famosa foto de JK com músicos do Clube da Esquina, em Diamantina. A produção se insere em um projeto maior, que inclui três exposições, além de ações no segundo semestre e em 2027, para marcar os 50 anos da morte de JK. Ao final da apresentação do documentário, a diretora Científica da AMMG, Sinara Mônica de Oliveira Leite falou da grande oportunidade que todos estavam tendo de desfrutar da história e lembrar dos passos de uma figura tão importante no cenário político, econômico e social. O evento ainda contou com a palestra do presidente emérito da Academia Mineira de Medicina, José Carlos Serufo, que brindou os participantes com um pouco sobre o valor de Juscelino Kubitschek para a medicina e para a política nacional. Estiveram presentes no evento, o vice-presidente da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma), Rafael Brescia Mascarenhas; a presidente da Academia Mineira de Medicina, Elizabeth Costa Dias e o presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais (IHGMG), Antônio Marcos Nohmi. Veja aqui as fotos do AMMG Cultural Fotos: Gláucia Rodrigues

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AMMG em dia

Novidade na BV AMMG

📌A Biblioteca Virtual da Associação Médica de Minas Gerais agora conta com o MEDLINE Ultimate! 📌 São 2.527 periódicos com texto completo, ampliando o acesso à evidência científica de alta qualidade para médicos, residentes e acadêmicos. 🔎 Mais pesquisa.📖 Mais atualização.🎯 Mais segurança na prática clínica. 🎯Converse com a equipe da Biblioteca Virtual e explore todo o conteúdo disponível. Acesse aqui

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Ginecologia e Obstetrícia

ISTs silenciosas

ISTs silenciosas reforçam importância da testagem regular Infecções podem evoluir sem sintomas e causar infertilidade, além de complicações na gestação. As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) continuam sendo um importante problema de saúde pública no Brasil, principalmente por um fator preocupante: muitas delas evoluem de forma silenciosa, sem sintomas aparentes, o que favorece a transmissão e dificulta o diagnóstico precoce. Entre as ISTs mais comuns no Brasil, a sífilis representa um desafio para a saúde pública. Segundo dados Ministério da Saúde, divulgados no Boletim Epidemiológico de Sífilis 2025, mostram que o país registrou, em 2024, cerca de 256 mil casos de sífilis adquirida, aproximadamente 89 mil casos em gestantes e cerca de 24 mil casos de sífilis congênita, quando a infecção é transmitida da mãe para o bebê. Segundo a médica ginecologista Raphaela Conrado, membro do Comitê de Sexologia da SOGIMIG, entre as ISTs silenciosas mais comuns também estão clamídia, gonorreia, HPV, HIV nas fases iniciais e hepatite B. “Doença sexualmente transmissível não tem cara! Muitas dessas infecções podem permanecer por meses ou até anos sem causar sintomas evidentes. A pessoa pode não apresentar dor, corrimento ou lesões visíveis e só descobrir a doença em exames de rotina ou quando já existem complicações”, explica. Quando não diagnosticadas e tratadas corretamente, as ISTs podem trazer consequências importantes para a saúde reprodutiva feminina. Entre os riscos estão doença inflamatória pélvica, infertilidade, dor pélvica crônica, gravidez ectópica e complicações durante a gestação. Algumas infecções também podem ser transmitidas da mãe para o bebê durante a gravidez ou no parto. A sífilis, por exemplo, pode causar aborto, parto prematuro, além da transmissão para o recém-nascido. Já o HPV está diretamente associado ao câncer do colo do útero. “As ISTs têm impacto direto na fertilidade e na gestação. Por isso, o rastreio faz parte da rotina do pré-natal e o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações”, destaca a médica. Testagem mesmo sem sintomas Entre os exames considerados essenciais para o rastreamento estão os testes rápidos, disponíveis nos centros públicos de saúde, com resultado em 30 minutos, para HIV, sífilis e hepatites. Além desses, há também o exame preventivo (Papanicolau), que ajuda a identificar alterações relacionadas ao HPV. Também existem exames específicos para clamídia e gonorreia, feitos a partir de secreção vaginal ou urina. A frequência dos exames deve ser individualizada, mas a recomendação geral é manter acompanhamento ginecológico regular. Mulheres com vida sexual ativa devem realizar testagem sempre que houver mudança de parceria ou situação de risco. “O preventivo deve ser feito a partir dos 25 anos, conforme as recomendações do Ministério da Saúde. Já os testes para ISTs devem ser feitos periodicamente, principalmente quando há novas parcerias”, orienta. Prevenção é a melhor estratégia O uso do preservativo continua sendo a principal forma de prevenção contra ISTs. Além disso, a especialista reforça a importância da vacinação contra HPV e hepatite B, testagem regular e tratamento adequado das pessoas infectadas e de seus parceiros. “A vacina contra HPV é uma ferramenta extremamente importante porque previne o câncer do colo do útero. Quanto maior a cobertura vacinal, maior a proteção da população”, afirma Raphaela. Outro ponto fundamental apontado pela médica é o diálogo aberto entre o casal e com o médico, reduzindo estigmas e facilitando o diagnóstico precoce. Para a especialista, a ausência de sintomas não significa ausência de doença. Por isso, a prevenção deve fazer parte da rotina de cuidados com a saúde: “A maioria dessas infecções não dá sinais no início, mas pode trazer consequências importantes. Fazer exames periódicos é uma forma de autocuidado e de proteção da saúde sexual e reprodutiva”, conclui. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ——————————– Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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Poesia e arte na AMMG

Otto Cirne abriga arte e poesia Durante o mês de abril, o Espaço Cultural Otto Cirne abriga a mostra coletiva ‘Habita-me, a face oculta dos transtornos mentais’. Idealizada pelas artistas Maria Helena Bomfim e Lorena Mascarenhas, a exposição une arte e poesia transcendendo em telas a delicada temática que permeia a vida de um a cada oito indivíduos no mundo, conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Os traçados abstratos e figurativos de cada obra dos 11 expositores convidados estão acompanhados de poesias criadas por Maria Helena. Ela revela que a inspiração veio do seu dia a dia, sendo casada há três décadas com um psiquiatra. “Segundo a OMS, o Brasil é considerado um dos países com os maiores índices de transtornos mentais e o debate é necessário”, avalia. Os artistas plásticos que apresentam seus trabalhos são Adriana Ballaio, Ana Verona, Betho Freitas, Carol Verona, EdLima, Heloísa Prado, Joana Peixoto, Lorena Mascarenhas, Lili Zaramela, Lúcia Josina, Santto e Sônia Bugareli. A curadoria e a expografia ficaram a cargo de Marcos Esteves e Michel Salazar, que também compõem o grupo da mostra coletiva. Para relacionar os textos sendo fiel às questões psiquiátricas, ela contou com o apoio de especialistas nessa área médica e uma profissional especializada em terapia cognitiva e comportamental. Respectivamente são: Lucas Moretzon, Martim Vitova Junqueira, Paulo Roberto Repsold e Renata Borja. “Sem eles não conseguiria escrever sobre esse assunto que não domino.” Maria Helena completa que, em sua opinião, as doenças mentais são invisíveis para a sociedade, mesmo percebendo que não escolhem raça, sexo, idade ou condição social. “As poesias junto à cada pintura irão contribuir para elucidar enfermidades como a depressão e a ansiedade, sendo as mais comuns dentre as condições que afetam a mente.” As peças da mostra ‘Habita-me, a face oculta dos transtornos mentais’ serão comercializadas e ficam expostas até o final de abril, de 8h às 21h, de segunda a sábado. O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes. Médicos não associados e artistas não médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda. Interessados devem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação, pelo telefone (31) 3247 1608 ou pelo e-mail comunicacao@ammg.org.br.

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