Autor: Renata Clímaco

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Junho Laranja

‼️As queimaduras podem acontecer num piscar de olhos e, muitas vezes, dentro da própria casa. Por isto, neste Junho Laranja, evite acidentes que podem deixar marcas para a vida toda. 🔥 Mantenha líquidos quentes fora do alcance das crianças.🔥 Nunca deixe o fogão ligado sem supervisão.🔥 Tenha cuidado ao manusear materiais inflamáveis. ‼️Em caso de acidente, lave a área atingida com água corrente e procure atendimento médico imediatamente — nunca utilize pasta de dente, manteiga ou outras receitas caseiras.

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Congresso AMB

AMB reúne grandes nomes da Medicina e médicos generalistas no 4º Congresso Brasileiro de Medicina Geral em São Paulo Evento será realizado no Distrito Anhembi, entre 11 e 13 de maio e trará ainda mais inovações e temas práticos para a atuação na linha de frente da saúde Em sua quarta edição, o Congresso Brasileiro de Medicina Geral 2026 (CBMG 2026), promovido pela Associação Médica Brasileira (AMB), promete consolidar-se como o maior evento multidisciplinar voltado ao médico generalista no país. Com um formato ainda mais interativo e centrado em experiências práticas, o encontro reunirá, nos próximos dias 11, 12 e 13 de junho de 2026, mais de 400 palestrantes de todas as especialidades da Medicina, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Entre os nomes já divulgados e que integram a programação científica estão o médico e escritor Dráuzio Varella (com o tema “Medicina no Brasil: O passado e o Futuro”), o psiquiatra forense Guido Palomba (“Conceito de Normalidade Mental existe? Qual é?”), o psiquiatra Ronaldo Laranjeira (“Avaliação inicial de casos complexos de transtornos e dependências químicas”), além de outros grandes nomes da Medicina brasileira, como representantes de diversas sociedades de especialidades e docentes de instituições de referência. Clique aqui e confira a programação completa. E sugestões dos principais temas no final do texto. Integração e capacitação para quem está na linha de frenteA proposta do CBMG 2026 segue firme: capacitar, atualizar e valorizar o médico generalista, que é muitas vezes o primeiro ponto de contato dos pacientes com o sistema de saúde. Todas as 55 especialidades médicas participarão do evento, promovendo um diálogo direto entre especialistas e generalistas, com enfoque em casos prevalentes nas unidades de pronto atendimento, UBSs e UPAs. “O CMG 2026 representa um salto qualitativo na troca de experiências entre diferentes áreas da Medicina. Reuniremos lideranças médicas, professores, pesquisadores e clínicos experientes para uma imersão profunda nos temas que realmente importam para quem está na linha de frente”, destaca o presidente da AMB, Dr. César Eduardo Fernandes. Entre as especialidades da programação estão: Cardiologia, Clínica Médica, Medicina de Família e Comunidade, Medicina Intensiva, Infectologia, Geriatria, Psiquiatria, Oncologia, Nefrologia, Cirurgia Geral, Cuidados Paliativos, Medicina Preventiva, entre outras.  Contará com mesas-redondas, simpósios, conferências, discussões de casos clínicos e atividades interativas, conduzidas por especialistas reconhecidos nacionalmente. Compõe a comissão organizadora o Dr. César Eduardo Fernandes e o Dr. José Eduardo Dolci. A comissão científica é composta pelas doutorasLuciana Rodrigues, Maria Rita de Souza e pelos doutores Bento Bezerra Neto, Jurandir Marcondes Filho, Paulo Martins Toscano, Fernando Tallo, Luiz Carlos Von Bahten e Rômulo Capello Teixeira. Formato dinâmico e estrutura ampliadaDurante os três dias de evento, os participantes terão acesso a mais de 200 horas de conteúdo, distribuídas em aulas, workshops hands-on, mesas interativas, simpósios satélites e apresentação de casos clínicos. O congresso contará com oito auditórios simultâneos e uma arena central voltada ao networking e à troca de experiências entre os profissionais. Para o diretor Científico da AMB, José Eduardo Lutaif Dolci, é essencial reconhecer a vital importância da atualização para todos os profissionais – sejam eles generalistas ou especialistas. “Um médico atualizado é mais eficiente e reduz a probabilidade de equívocos, por isso que a AMB luta incansavelmente por essa causa. Trazer o médico que está na linha de frente para a atualização de seus conhecimentos e, assim, aprimorar a qualidade do atendimento à nossa população, especialmente no SUS, nos estimula e fortalece a continuar trabalhando em busca de formar médicos cada vez melhores.” Nesta edição, o espaço físico será ainda maior: 2.500 lugares somente nos auditórios, 70 estandes na área de exposição e uma arena silenciosa com 100 posições individuais. O CMG 2026 contará com o apoio estratégico de instituições como o Ministério da Saúde, AgSUS, Conasems, Conass e outras entidades parceiras do setor. Trabalhos científicos e prêmiosA apresentação de trabalhos científicos continua sendo uma das atrações do CMG. Após curadoria especializada, os autores selecionados poderão apresentar suas pesquisas e relatos de caso em uma das 55 áreas temáticas,  As inscrições estão abertas no site oficial: www.cbmg.com.br/

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Nota AMP e ABECer

Psiquiatria, cuidado moderno e eletroconvulsoterapia contemporânea Documento público da Associação Mineira de Psiquiatria e da Associação Brasileira de Estimulação Cerebral à sociedade civil e à imprensa Associação Mineira de Psiquiatria — AMPAssociação Brasileira de Estimulação Cerebral — ABECer Belo Horizonte, maio de 2026 1. Uma discussão necessária, mas que precisa ser técnica A Associação Mineira de Psiquiatria (AMP) e a Associação Brasileira de Estimulação Cerebral (ABECer) vêm a público se manifestar diante de recentes discussões sobre assistência psiquiátrica, hospitais públicos e uso da eletroconvulsoterapia no Sistema Único de Saúde. O tema é sensível e merece respeito. Envolve transtornos psiquiátricos graves, política pública, financiamento, fiscalização, ciência médica e comunicação responsável. A psiquiatria contemporânea é uma especialidade médica estruturada por evidências científicas, normas éticas, responsabilidade profissional, consentimento informado e trabalho integrado com outros pontos da rede de saúde. Sua finalidade é tratar transtornos psiquiátricos, reduzir riscos, preservar autonomia possível, apoiar famílias e oferecer cuidado proporcional à gravidade de cada caso. Nas últimas décadas, a melhora das condições técnicas de tratamento permitiu grande ampliação do cuidado ambulatorial, dos serviços comunitários, dos Centros de Atenção Psicossocial, da atenção básica e dos modelos de acompanhamento longitudinal. Esse avanço é importante e deve ser preservado. Ao mesmo tempo, existem quadros graves em que ambulatórios e CAPS, isoladamente, não são suficientes. Nesses casos, hospitais psiquiátricos modernos, leitos psiquiátricos em hospitais gerais e unidades especializadas podem ser necessários para garantir segurança, estabilização clínica e tratamento adequado. A eletroconvulsoterapia, ou ECT, tem sido muitas vezes tratada no debate público como se fosse sinônimo de práticas antigas, punitivas ou sem controle técnico. Essa associação é incorreta. Também é perigosa, porque reforça medo e estigma em pacientes e familiares que, em algumas situações, podem se beneficiar de um tratamento médico legítimo. Não se trata de pedir concordância automática. Trata-se de pedir precisão. 2. ECT moderna não é “eletrochoque” A eletroconvulsoterapia contemporânea é um procedimento médico realizado sob anestesia, com relaxamento muscular, monitorização clínica e equipe treinada. O estímulo elétrico é breve, controlado e feito com equipamento apropriado. O paciente não permanece acordado durante o procedimento. A aplicação correta exige avaliação psiquiátrica, avaliação clínica, indicação formal, esclarecimento de riscos e benefícios, consentimento informado e registro em prontuário.[9] A diferença entre a ECT moderna e o antigo “eletrochoque” não é apenas de linguagem. É uma diferença de técnica, contexto, finalidade, segurança e ética. A medicina mudou. A anestesia mudou. Os equipamentos mudaram. A legislação mudou. A bioética mudou. A relação médico-paciente mudou. Ignorar essas mudanças empobrece o debate e mantém a população presa a imagens que não descrevem a prática atual.[9-13] O Conselho Federal de Medicina regulamentou a eletroconvulsoterapia por meio da Resolução CFM nº 1.640/2002, que estabelece normas relativas ao procedimento, e posteriormente consolidou e atualizou normas gerais da assistência psiquiátrica na Resolução CFM nº 2.057/2013, abrangendo a prática psiquiátrica em diferentes contextos assistenciais e incluindo seção específica sobre eletroconvulsoterapia.[9,10] A existência dessa regulamentação é central: a ECT não é uma prática clandestina, experimental ou sem controle. É um ato médico normatizado, sujeito às exigências éticas da profissão e à fiscalização dos órgãos competentes. A Associação Brasileira de Psiquiatria também reconhece a ECT como procedimento terapêutico em psiquiatria. Em material educativo oficial, a ABP descreve a eletroconvulsoterapia como alternativa segura, realizada em ambiente hospitalar, com o paciente sedado e com presença de equipe multidisciplinar.[12] As diretrizes da Associação Médica Brasileira, elaboradas com autoria da Associação Brasileira de Psiquiatria, tratam a ECT dentro de critérios clínicos e técnicos.[11] A pergunta pública responsável não deve ser “ECT sim ou não?”, como se fosse uma disputa ideológica. A pergunta correta é: em quais casos, com qual indicação, em que ambiente, com qual equipe, sob quais protocolos, com qual consentimento e com qual acompanhamento? 3. Quando a eletroconvulsoterapia pode salvar vidas A ECT não é tratamento para qualquer transtorno psiquiátrico. Não é primeira resposta para problemas leves. Não substitui psicoterapia, medicação, cuidado ambulatorial, acompanhamento familiar, CAPS, atenção básica ou políticas públicas de saúde mental. Ela tem lugar em quadros selecionados, geralmente graves, nos quais a demora na resposta terapêutica pode significar piora clínica importante, incapacidade, internações prolongadas ou risco de morte.[3,11,14-17] Entre as situações em que a ECT pode ser considerada estão depressão maior grave, depressão resistente a tratamentos prévios, depressão com sintomas psicóticos, risco suicida elevado, catatonia, mania grave e alguns quadros em que há recusa alimentar, desidratação, imobilidade, estupor, agitação extrema ou risco clínico associado ao transtorno mental.[3,11,15-17] Em idosos, gestantes e pacientes com comorbidades, a indicação deve ser ainda mais individualizada, mas a ECT pode ser alternativa importante quando outros tratamentos são lentos, ineficazes ou trazem riscos relevantes.[3,15,17] A American Psychiatric Association informa que a ECT é mais frequentemente usada em depressão maior grave ou transtorno bipolar que não responderam a outros tratamentos, sendo realizada sob anestesia por equipe treinada.[15] A entidade também destaca seu papel quando é necessária resposta rápida, como em risco suicida. O NICE, referência britânica em avaliação de tecnologias em saúde, mantém recomendações para uso de ECT em quadros graves, incluindo catatonia e episódios maníacos prolongados ou severos, além de orientações específicas para depressão.[16] Como todo procedimento médico, a ECT exige informação honesta sobre riscos. Podem ocorrer cefaleia, náusea, dores musculares, confusão transitória e alterações de memória, em geral temporárias, embora alguns pacientes possam relatar dificuldades mais persistentes.[3,15,17] Esses riscos precisam ser explicados. Mas também precisam ser comparados aos riscos da doença não tratada: suicídio, desnutrição, desidratação, imobilidade, transtornos psiquiátricos graves, internações prolongadas, perda funcional e impacto familiar. A boa prática médica não consiste em esconder riscos nem em exagerá-los. Consiste em ponderar riscos e benefícios de forma individual, com base na gravidade do quadro, nas alternativas disponíveis, na urgência clínica, nos valores do paciente e na melhor evidência disponível.[9,11,15-17] 4. O SUS deve ser fiscalizado; o tratamento não deve ser estigmatizado A AMP e a ABECer apoiam a fiscalização séria dos serviços de saúde mental. A sociedade tem o direito de saber como recursos públicos são aplicados, quais protocolos são usados, quais pacientes são elegíveis para procedimentos,

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Notícias Filiadas

75 anos de Varginha

Jantar de gala marca o aniversário de 75 anos da AMV Mais de 150 pessoas participaram, no último sábado (22), do jantar em comemoração aos 75 anos da Associação Médica de Varginha (AMV), fundada em 20 de maio de 1951. O evento, realizado no salão Krauss, reuniu associados, familiares e convidados em uma noite marcada pela integração, homenagens e celebração da trajetória da entidade. Durante o discurso de abertura, o presidente da AMV, Ricardo David Frota, celebrou o legado da entidade. “Ao longo dessas décadas, a associação foi ponto de encontro, espaço de amizades, aprendizado e, principalmente, de união. Que os próximos anos sejam guiados pelos mesmos valores: ética, amizade, ciência e amor ao próximo”, destacou. Um dos momentos de destaque da cerimônia, foi a homenagem aos ex-presidentes que participaram da festa. “Muito obrigado pela homenagem, me senti muito honrado. Vamos continuar nosso objetivo de elevar sempre a nossa classe médica e a nossa medicina. Sejamos exemplos para os que nos sucederem”, agradeceu o ex-presidente da entidade, Luiz Henrique de Souza Pinto. O anestesiologista .Luiz Renato Fagundes Nora também destacou a relevância do encontro: “Parabenizo a todos pela belíssima organização deste evento, que proporcionou um importante momento de união, reconhecimento e fortalecimento da nossa categoria”. Fonte: Associação Médica de Varginha

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Sócios têm desconto

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Normas Eleitorais AMMG

NORMAS ELEITORAIS DA AMMG/2026 A Comissão Eleitoral da Associação Médica de Minas Gerais, em conformidade com o Estatuto da AMMG, aprovado pela Assembleia de Delegados da AMMG, estabelece as presentes Normas Eleitorais para as Eleições Gerais de 2026 da AMMG e suas filiadas. Art. 1°– A Comissão Eleitoral da Associação Médica de Minas Gerais, com a colaboração das Associações Médicas Filiadas, processará Eleições Gerais, visando o preenchimento dos cargos previstos nos arts. 7o, 27, 50 e 106 do estatuto em vigor, em conformidade com Capítulo VIII – Do Processo Eleitoral do mesmo e obedecendo as presentes Normas, no dia 17.08.2026, na mesma data estipulada pela AMB, para as eleições em todo o território nacional. O horário na sede da AMMG, será das 9h até às 17 horas. Parágrafo Primeiro – Em conformidade com Capítulo VIII – Do Processo Eleitoral, Art. 123 do Estatuto da AMMG, a Comissão Eleitoral redigirá as normas e rotinas do processo eleitoral, que, se aprovadas pela Assembleia de Delegados da AMMG, nos termos do Artigo 117 e seus parágrafos, serão divulgadas até 30 de março do ano eleitoral. Parágrafo Segundo – A Comissão Eleitoral da Associação Médica de MG e das Filiadas divulgarão através de Edital até na primeira quinzena do mês de abril, em jornal de grande circulação, dando ciência aos seus associados que processará Eleições Gerais no dia 17.08.2026. Visando o preenchimento dos cargos previstos nos artigos 7º, 27, 50 e 106 do estatuto em vigor e Normas Eleitorais aprovadas na Assembleia de Delegados realizada em 28/03/2026.  Informando que estão abertas as inscrições para chapas concorrentes até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para as eleições, ou seja, 19.06.2026. As chapas dos candidatos às Diretorias da AMMG e suas Filiadas, Delegados da Capital à Assembleia de Delegados da AMMG e Delegados da AMMG junto à AMB e AMMG, constituindo uma única chapa.  Art. 2°– Cada chapa inscrita terá direito de participar com 01 (um) representante das reuniões deliberativas da Comissão Eleitoral da AMMG ou Filiada, sem direito a voto. Art. 3º – A Diretoria da AMMG e de cada Associação Médica Filiada indicará uma Comissão Eleitoral composta de 3 (três) membros, sendo um Presidente, um 1° e 2° Secretários, não podendo os membros da comissão eleitoral integrar as chapas que concorrerem à eleição. Parágrafo Único – Compete à Comissão Eleitoral da Filiada conduzir a inscrição das Chapas, local e a votação e apuração das Eleições Gerais no seu âmbito, de conformidade com as presentes Normas. DAS INSCRIÇÕES DOS CANDIDATOS Art. 4°– Para candidatar-se a quaisquer dos cargos, o sócio efetivo da AMMG e de suas filiadas deverá estar adimplente com a AMMG, até a data da inscrição, e respeitará todos os preceitos do Estatuto e, em particular, as exigências contidas nos arts. 22, 23, 24, 27 e 51, assim como ao disposto nas presentes Normas Eleitorais. Art. 5º – As Chapas dos candidatos à Diretoria da AMMG, Delegados da Capital à Assembleia de Delegados da AMMG e Delegados da AMMG junto à AMB, constituindo uma única chapa, acompanhadas das Anuências de todos os candidatos da mesma, serão inscritas até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para a eleição, ou seja, 19.06.2026 até às 18 horas, através de ofício, que deverá ser protocolado na sede da AMMG, assinado pelos seus candidatos a Presidente e a Secretário Geral e dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral da AMMG. Art. 6° – As eleições no âmbito das Filiadas serão realizadas sob a responsabilidade de suas Diretorias, respeitadas as disposições estatutárias e as Normas Eleitorais da AMMG. Art. 7° – As inscrições das chapas para as eleições nas Filiadas serão recebidas pelas mesmas até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para as eleições, ou seja, 19.06.2026, devendo constar em cada uma delas o número total de candidatos a Delegados Efetivos e Suplentes à Assembleia de Delegados da AMMG a que a Filiada tiver direito. § 1°- Para efeito do estabelecimento do número de Delegados, cada filiada terá direito a 1 (um) Delegado Efetivo e 1 (um) Suplente, para cada 100 (cem) sócios efetivos adimplentes da AMMG ou fração, inscritos até 31.03.2026. § 2°- Somente poderão inscrever-se como candidatos a Delegados, os sócios efetivos há mais de 1 (um) ano adimplentes com a AMMG. § 3°- Somente poderão inscrever-se como candidatos a Diretoria da AMMG, os sócios efetivos há mais de 3 (três) anos adimplentes com a AMMG, que não tenham seus direitos suspensos por inadimplência nos últimos 3 (três) anos. § 4°- Somente poderão inscrever-se como candidatos a Diretoria das Filiadas da AMMG, os sócios efetivos adimplentes com a AMMG. Art. 8°– Quarenta e oito horas após a inscrição, a Comissão Eleitoral divulgará as Chapas regularmente inscritas ou apontará irregularidades porventura existentes.  Será idêntico o processo nas Filiadas quanto às Chapas para sua Diretoria e Delegados a Assembleia de Delegados da AMMG. § 1º – A Comissão Eleitoral da Filiada remeterá à Comissão Eleitoral da AMMG, até 10 (dez) dias após o término das inscrições, as chapas (Diretoria e Delegados) regularmente inscritas. § 2º – Caso haja irregularidades, os componentes das Chapas terão sete dias úteis para saná-las. SISTEMA DE VOTAÇÃO Art. 9°- Em conformidade com o Art. 117 parágrafos 2º e 3º do Estatuto da AMMG, a critério da Comissão Eleitoral, o sistema de votação será sigiloso, podendo adotar o voto presencial, por meio de cédula de votação, por correspondência, por via eletrônica ou qualquer outro meio que atenda os interesses do colégio eleitoral, cabendo àquela a sua regulamentação e implantação.  Na hipótese de uma única chapa inscrita a eleição poderá ser realizada por aclamação.  Art. 10 – Terão direito a voto todos os sócios efetivos enquadrados no Art. 23, alínea “a” do Estatuto da AMMG. § 1°– Integrarão a Lista de Votação da AMMG, de acordo com o seu Estatuto, os sócios efetivos inscritos até a data de 31.03.2026, e da AMB inscritos até 31.03.2026, de acordo com o seu Estatuto, e que realizem o adimplemento de suas contribuições até o momento da

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João Monlevade

36ª Jornada Médica

João Monlevade sedia mais uma edição de jornada ‘Entre dados, decisões e afetos: o novo paradigma da medicina’ é o tema da 36ª edição da Jornada Médica promovida pela Associação Médica de João Monlevade (AMJM), em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e apoio do Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM MG), Prefeitura de João Monlevade, Hospital Margarida e Jornal A Notícia, de 21 a 23 de maio. Para a presidente da (AMJM), Anna Beatriz Dutra Valente Costa, o tema central da jornada traduz, com precisão, o momento por qual o mundo vive. “A medicina hoje se constrói nesse ponto de tensão e de encontro entre a objetividade dos dados e a singularidade de cada paciente, entre a potência da tecnologia e a necessidade insubstituível do vínculo humano.” Costa lembra que os debates, durantes os três dias, ainda levarão em conta um terceiro eixo fundamental que sustenta esse equilíbrio: o diálogo entre as gerações. Na abertura, os participantes contarão com a palestra ‘Espiritualidade na saúde’, com Gilberto Ribeiro Vieria e ainda com a homenagem ao médico, Mauro Vitor da Silva Bulhões. A novidade será a realização, no último dia do encontro, de um julgamento simulado, conduzido pelo CRM MG, a fim de mostrar na prática como ocorrem em sua plenária. Confiram a programação.

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AMB celebra 75 anos

A Associação Médica Brasileira (AMB) celebrou, na noite de segunda-feira (4), seus 75 anos de fundação com uma solenidade marcante realizada na Sala São Paulo, na região central da capital paulista. O evento reuniu autoridades, lideranças médicas, representantes do poder público e dirigentes de entidades de saúde em uma noite dedicada à valorização da história, ao reconhecimento de trajetórias e à reafirmação do compromisso com o futuro da Medicina no Brasil. Fundada em 1951 pelos professores Jairo Ramos e Alípio Corrêa Netto, a AMB consolidou-se ao longo de sete décadas e meia como uma das mais importantes instituições médicas da América Latina, com atuação decisiva na defesa da qualidade da formação médica, na valorização profissional e na construção de políticas públicas de saúde. Uma noite de celebração, memória e projeção de futuro A solenidade teve início em clima de reverência e simbolismo, com recepção aos convidados e abertura oficial que destacou o papel histórico da entidade. Durante a cerimônia, foi executado o Hino Nacional Brasileiro, interpretado pelo tenor Fernando Portari e pela mezzosoprano Carla Rizzi, além da exibição de um vídeo institucional que percorreu os principais marcos da trajetória da AMB. Logo na abertura, foi ressaltado o espírito que norteia a instituição: “Celebramos não apenas uma instituição, mas um ideal: o ideal de que a Medicina brasileira, unida e organizada, é capaz de transformar a saúde, a ciência e a sociedade.” Presença de autoridades e representatividade nacional A mesa de honra reuniu importantes lideranças, refletindo a relevância institucional da AMB. Entre os participantes estavam o presidente da AMB, Dr. César Eduardo Fernandes; o senador Marcos Pontes; o secretário do Ministério da Saúde, Dr. Felipe Proenço de Oliveira; o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Dr. Eleuses Vieira de Paiva, o secretário municipal da Saúde, Dr. Luiz Carlos Zamarco; o presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. José Hiran da Silva Gallo; além do Dr. Giovanni Cerri, representando a Academia Nacional de Medicina, entre outras autoridades. Também integraram a mesa a Dra. Luciana Rodrigues Silva, o Dr. Florisval Meinão, o Dr. José Eduardo Lutaif Dolci e o Dr. Antonio José Gonçalves. Na plateia, destacaram-se políticos, representantes de entidades médicas, hospitais, universidades, além dos presidentes das 27 associações federadas e das 54 sociedades de especialidades, evidenciando a capilaridade e a força do sistema associativo da AMB. Homenagens à história e às lideranças da AMB Um dos momentos mais emblemáticos da noite foi a homenagem aos ex-presidentes da AMB, com a apresentação de uma linha do tempo institucional que relembrou dirigentes fundamentais na construção da entidade. Foram reverenciados nomes como Pedro Kassab, Nelson Proença, Mario Cardoso Filho, e José Luiz Gomes do Amaral, além do atual presidente, Dr. César Eduardo Fernandes, também homenageado por sua atuação à frente da entidade. A diretoria da gestão 2024–2026 foi igualmente reconhecida, simbolizando o trabalho coletivo que sustenta a atuação da AMB. Tributo à memória e reconhecimento institucional A cerimônia também foi marcada por um momento de forte emoção com as homenagens póstumas ao Dr. Oscar Pereira Dutra e ao Dr. Akira Ishida, destacando suas contribuições para a Medicina e para o associativismo médico. O Conselho Fiscal da entidade também recebeu reconhecimento, reforçando o compromisso com a transparência e a responsabilidade institucional. Discursos destacam desafios e papel estratégico da AMB Durante os pronunciamentos, o diretor científico da AMB, Dr. José Eduardo Lutaif Dolci, enfatizou a importância da defesa da qualificação profissional e do rigor científico: “Apoiamos incondicionalmente as sociedades de especialidades, fortalecendo diretrizes baseadas em evidências e defendendo a qualificação profissional como pilar inegociável da Medicina.” Ele também ressaltou a atuação da entidade na defesa da certificação médica e na proteção da sociedade: “Cada conquista não é apenas institucional — ela representa a proteção do paciente, da sociedade e do próprio futuro da Medicina.” Em seu discurso, o presidente da AMB, Dr. César Eduardo Fernandes, fez um resgate histórico e destacou o papel transformador da instituição: “Hoje, não celebramos apenas uma data. Celebramos uma trajetória. Celebramos um ideal. Celebramos um compromisso com a Medicina e com o Brasil.” Ao abordar a fundação da entidade, afirmou: “Em 1951, Jairo Ramos e Alípio Corrêa Netto tiveram uma visão clara e corajosa: unir a Medicina brasileira em torno de valores inegociáveis — ética, excelência, dignidade e responsabilidade social.” O presidente também destacou a relevância da AMB ao longo das décadas: “A AMB não apenas acompanhou a história da Medicina no Brasil — ela ajudou a escrevê-la, defendendo a formação médica, valorizando o exercício profissional e produzindo diretrizes que orientam a prática clínica em todo o país.” Ao tratar dos desafios recentes, relembrou o papel da entidade durante a pandemia: “Foi exatamente nos momentos mais difíceis que a AMB mostrou sua verdadeira dimensão — defendendo a ciência, qualificando o debate público e cumprindo seu dever com responsabilidade.” Dr. César também enfatizou a modernização institucional: “Hoje, temos uma instituição sólida, equilibrada e preparada para o futuro, com governança fortalecida, transformação digital em curso e presença ativa no debate público.” E reforçou o compromisso com o futuro: “Celebrar 75 anos é renovar um pacto — o pacto de defender a Medicina com seriedade, responsabilidade e visão de futuro.” Lançamento do livro “AMB – Passado, Presente e Futuro” Como marco da celebração, foi realizado o lançamento do livro comemorativo “AMB – Passado, Presente e Futuro”, reunindo registros históricos, depoimentos e reflexões sobre a trajetória da entidade. “Este livro revela algo essencial: a força do associativismo médico, construída pela dedicação de gerações de profissionais”, destacou o presidente. Uma instituição essencial para o país Atualmente, a AMB reúne 54 sociedades de especialidades e 27 associações estaduais, representando milhares de médicos em todo o Brasil. A entidade atua na elaboração de diretrizes clínicas, certificação de especialistas e promoção da educação médica continuada. Nos últimos anos, ampliou sua atuação em temas estratégicos como regulação da formação médica, transformação digital e telemedicina, além de fortalecer sua interlocução com os poderes públicos. Celebração e continuidade Encerrando a solenidade, os convidados participaram de um jantar comemorativo, em um

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Benefícios AMMG

‼️Um benefício de dar água na boca! 🫕 O Associados AMMG possui diversos benefícios além da área médica, que valoriza a educação continuada e a defesa profissional. Além do convênio com a Unimed BH e a Prevalem, que garante planos de saúde e seguros diversos, há descontos em restaurante, clubes, hotéis, cursos, agência de viagem, concessionária Honda e Dell Tecnologia, dentre outros. ‼️Acesse o nosso site: https://ammg.org.br/beneficios/

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Campanha na Praça

✅ A campanha Juventude Segura está nas ruas e o próximo destino é a Praça da Liberdade! 🛝 No dia 30 de maio (sábado), o CRM-MG vai promover, no coração de Belo Horizonte, uma manhã cheia de atrações para as crianças. Vai ter brinquedos infláveis, atividades lúdicas, distribuição de gibis, panfletos informativos e muita diversão para jovens e adultos. ✅ O “Juventude Segura: CRM-MG na Praça” vai acontecer das 9h às 12h e reunirá pais, responsáveis, médicos, profissionais da saúde e representantes das 25 instituições que apoiam o projeto. A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) abraça esta causa. 🛝 A proposta é incentivar toda a sociedade a tirar um tempo tempo longe das telas e viver o que é real. ✅ Traga sua família, chame seus amigos e espalhe essa ideia. ✅ Porque a Realidade Vale Mais!

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