Autor: Renata Clímaco

AMMG em dia

Ouça nosso PodCast

No Brasil, há 5,7 milhões de adultos com diabetes e o índice é crescente. Neste PodCast, a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional MG, Flávia Coimbra Pontes Maia, orienta e alerta sobre o tema. Ouça agora Saiba Mais O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue devido à falta ou má ação da insulina. Produzida no pâncreas, a insulina é responsável por transportar as moléculas de glicose para dentro das células do corpo para serem usadas como fonte de energia. Quando esse hormônio está em falta, ou quando não está agindo corretamente, ocorre o aumento de açúcar no sangue e, consequentemente, o diabetes. A falta ou mau funcionamento da insulina pode ter origem genética, mas também ser agravada por hábitos pouco saudáveis, como alimentação inadequada, principalmente com consumo excessivo de carboidratos, açúcar e alimentos ultra processados, além de sedentarismo. Os principais tipos de diabetes são o 1, 2 e o gestacional, mas existem outras formas, segundo especialistas. O tipo 1 é causado por alterações do sistema imunológico que ataca equivocadamente as células do pâncreas que produzem insulina. Geralmente tem o início da infância ou adolescência, repentino e dramático e pode incluir sintomas como: sede excessiva, rápida perda de peso, fome exagerada, cansaço inexplicável, muita vontade de urinar, má cicatrização, visão embaçada, falta de interesse e de concentração, vômitos e dores estomacais. O tratamento é feito com a aplicação de insulina. Já o tipo 2, relacionado à obesidade, acontece por uma ação deficiente da insulina em transportar o açúcar para o interior da célula. Geralmente se manifesta nos adultos, mas crianças também podem apresentar. Os sintomas têm início mais gradual e, por isto, muitas vezes os pacientes demoram a descobrir a doença. Ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos mais graves, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. “A maioria das pessoas com risco aumentado para desenvolver o diabetes (muitos casos na família, pessoas com excesso de peso, com alimentação irregular ou sedentárias) pode progredir para o diabetes se não tiverem os cuidados adequados. Contudo, como nem todos os fatores de risco são modificáveis, como a carga genética e a idade, por exemplo, algumas acabarão desenvolvendo o diabetes, mesmo cuidando de sua saúde. É função do médico endocrinologista estimar os riscos para adotar as melhores estratégias de tratamento.”

Leia mais »
AMMG em dia

Cuidados com o Diabetes

Aconteceu na última quarta-feira (8/11), no ambulatório da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM MG), uma ação que faz parte da Campanha de Prevenção ao Diabetes. As atividades foram promovidas pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), em parceria com a Sociedade Brasileira de Diabetes – Regional Minas Gerais (SBD MG) e a participação dos alunos da Liga Acadêmica de Endocrinologia da FCM MG.   No dia, houve a orientações sobre cuidados com o diabetes, com a alimentação e odontológicos, além de avaliação de risco para a doença com medidas de pressão arterial, peso/altura e de glicemia capilar. De acordo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Flávia Coimbra, o diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida e isto vale para quem tem a doença e para quem está próximo à pessoa. Dentre eles estão a medição da glicemia, o uso de medicamentos, exercícios físicos regulares e ajuste nos hábitos alimentares. A campanha do Dia Mundial do Diabetes tem como objetivo promover a importância dos programas estruturados de educação como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir a educação junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades. Durante o mês de novembro serão realizadas atividades na capital mineira em alerta a prevenção ao diabetes. Fique de olho em nossas redes. Fotos: Divulgação Sbem MG

Leia mais »
AMMG em dia

Alerta para a prevenção

Diabetes: campanha alerta para a educação e prevenção Saiba seu risco e construa um futuro saudável é o recado de especialistas sobre uma doença que atinge milhares de pessoas O desconhecimento sobre o diabetes é um dos grandes entraves para o tratamento adequado e a sua negligência pode desenvolver sérias complicações à saúde, como cegueira e amputação de membros. A campanha realizada em todo o Brasil pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), com o apoio de suas regionais, marca o Dia Mundial do Diabetes, celebrado em 14 de novembro. De acordo a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Flávia Coimbra, o diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida e isto vale para quem tem a doença e para quem está próximo à pessoa. Dentre eles estão a medição da glicemia, o uso de medicamentos, exercícios físicos regulares e ajuste nos hábitos alimentares. “É de extrema importância que as pessoas que vivem com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às suas necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.”, ressalta Coimbra. O Brasil é o sexto país com maior incidência de diabetes no mundo e o primeiro na América Latina, segundo o Atlas do Diabetes 2021, divulgado pela Federação Internacional de Diabetes (IDF). Atualmente, são 15,7 milhões de pessoas adultas com essa condição. A estimativa é que, até 2045, a doença afete 23,2 milhões de adultos no país. Especialistas reforçam que, sem a informação devida, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões corretas, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, correm o risco de não estarem equipados o suficiente para fazer um bom tratamento. Coimbra frisa que cerca de metade das pessoas que vivem com diabetes desconhece o diagnóstico, a maioria dos pacientes não tem acesso à educação sobre o tema e ao tratamento adequado por a falta de serviços apropriados e dos custos dos medicamentos. Coimbra salienta que, a campanha do Dia Mundial do Diabetes tem como objetivo promover a importância dos programas estruturados de educação como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir a educação junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades. Saiba mais O diabetes é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue devido à falta ou má ação da insulina. Produzida no pâncreas, a insulina é responsável por transportar as moléculas de glicose para dentro das células do corpo para serem usadas como fonte de energia. Quando esse hormônio está em falta, ou quando não está agindo corretamente, ocorre o aumento de açúcar no sangue e, consequentemente, o diabetes. A falta ou mau funcionamento da insulina pode ter origem genética, mas também ser agravada por hábitos pouco saudáveis, como alimentação inadequada, principalmente com consumo excessivo de carboidratos, açúcar e alimentos ultra processados, além de sedentarismo. Os principais tipos de diabetes são o 1, 2 e o gestacional, mas existem outras formas, segundo especialistas. O tipo 1 é causado por alterações do sistema imunológico que ataca equivocadamente as células do pâncreas que produzem insulina. Geralmente tem o início da infância ou adolescência, repentino e dramático e pode incluir sintomas como: sede excessiva, rápida perda de peso, fome exagerada, cansaço inexplicável, muita vontade de urinar, má cicatrização, visão embaçada, falta de interesse e de concentração, vômitos e dores estomacais. O tratamento é feito com a aplicação de insulina. Já o tipo 2, relacionado à obesidade, acontece por uma ação deficiente da insulina em transportar o açúcar para o interior da célula. Geralmente se manifesta nos adultos, mas crianças também podem apresentar. Os sintomas têm início mais gradual e, por isto, muitas vezes os pacientes demoram a descobrir a doença. Ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos mais graves, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. “A maioria das pessoas com risco aumentado para desenvolver o diabetes (muitos casos na família, pessoas com excesso de peso, com alimentação irregular ou sedentárias) pode progredir para o diabetes se não tiverem os cuidados adequados. Contudo, como nem todos os fatores de risco são modificáveis, como a carga genética e a idade, por exemplo, algumas acabarão desenvolvendo o diabetes, mesmo cuidando de sua saúde. É função do médico endocrinologista estimar os riscos para adotar as melhores estratégias de tratamento.”

Leia mais »
AMMG em dia

Contra à Violência

Nota de repúdio das entidades médicas CRMMG, AMMG, Sinmed MG e AMM contra violência a mais um médico da PBH: exigimos respeito e solução imediata por parte da gestão municipal O Conselho Regional de Medicina(CRM-MG), a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed-MG) e a Academia Mineira de Medicina (AMM) repudiam veemente mais um grave caso de violência contra médico e uma técnica de enfermagem, ocorrido ontem, 6 de novembro, no Centro de Saúde Santa Amélia, Regional Pampulha. Na ocasião, o profissional foi violentamente agredido pelo marido de uma paciente, sofrendo diversas lesões corporais, inclusive fratura do braço, após receber chutes e socos, além de ser empurrado de uma escada. Não havia porteiro e nem seguranças na unidade de saúde para evitar o conflito. Essa é mais uma situação insustentável que precisa de solução imediata por parte da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH). As entidades médicas reiteram que é inadmissível todo e qualquer ato de violência contra médicos e profissionais da saúde no exercício de suas atividades. E têm denunciado, nos últimos anos, diversas cenas como essas que se tornaram rotineiras, colocando em risco quem está na linha de frente dos atendimentos aos pacientes. A violência, aliada às dificuldades impostas pela saúde pública na PBH como falta de estrutura e equipes incompletas e insuficientes para o excesso de demanda, deixa esses trabalhadores desmotivados e doentes. Diante da gravidade do ocorrido, as entidades médicas unidas prestarão as orientações jurídicas ao médico, neste momento tão delicado de fragilidade. Para garantir a integridade do profissional, as entidades também acionarão todas as autoridades responsáveis pela segurança e fiscalização. O CRM-MG, a AMMG e o Sinmed-MG exigem que sejam garantidas pelos gestores condições dignas de trabalho e segurança adequada nas unidades de saúde, com retorno dos porteiros a todas as unidades de saúde e destaca que estará atento para que as medidas cabíveis sejam tomadas, a fim de garantir o cuidado e respeito aos profissionais de saúde. Direitos dos médicos devem ser preservados:As entidades médicas mineiras estão em contínua luta pela valorização da medicina, por condições adequadas e seguras de trabalho, atentas aos direitos dos médicos.E reforçando a iniciativa, o Sinmed-MG produziu cartilha informativa sobre medidas que devem ser adotadas em casos de violência em 2021 ( acesse https://sinmedmg.org.br/sinmed-mg-lanca-cartilha-sobre-providencias-em-caso-de-violencia-no-ambiente-de-trabalho-contra-medicos/ )O material, produzido com a orientação do departamento jurídico do sindicato, visa orientar o médico de como agir em situação de ameaça e/ou agressão sofrida no exercício de sua profissão, sinaliza deveres e direitos. As entidades estão sempre realizando campanhas e produzindo materiais em prol da segurança dos profissionais da saúde e contra os atos de violências nas unidades de saúde.O médico é o aliado da população no momento que ela mais precisa para cuidar da saúde e da família! Por isso, as entidades médicas contam com o apoio de toda sociedade na cobrança por mais segurança nas unidades. Em caso de agressão, o que fazer?Faça contato com os canais de apoio ao médico disponíveis nas entidades médicas:– Departamento Jurídico do Sinmed-MG (Defesa Profissional, Direito Trabalhista, Direito Tributário, Direito Previdenciário, Direito de Família ou Consumerista): WhatsApp (31) 99302-0106– Departamento de Campanhas Sindicais do Sinmed-MG: WhatsApp (31)98469-7514– Núcleo de Combate ao Exercício Ilegal da Medicina do Sinmed-MG: (31) 99302-0106

Leia mais »
AMMG em dia

Centenário de Acadêmico

A Academia Mineira de Medicina homenageou, dia três de novembro, em sessão solene na cidade de Diamantina, o centenário do médico e acadêmico José Aristeu de Andrade. Ocupante da cadeira 66, Andrade foi admitido na AMM em 13 de março de 2001. Esteve presente na solenidade, representando a AMMG, a diretora científica da entidade, Sinara Mônica de Oliveira Leite. As homenagens continuaram no dia 4 e 5 de novembro, com um jantar de recepção aos acadêmicos e apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem de Diamantina na Escola de Artes Francisco Nunes, na praça Dr. Pardo, no centro de Diamantina. O presidente da AMM, José Carlos Serufo, pontua que é muito justo reverenciar um médico centenário que ainda continua na ativa como cardiologista: “Ele atende em consultório e é muito querido por seus pacientes e na Academia foi o segundo vice-presidente na gestão anterior”, completa.

Leia mais »
AMMG em dia

Nota à população

ENTIDADES MÉDICAS ALERTAM AO PROJETO APROVADO PELA CMBH SOBRE “VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA” No dia 27/09/2023 foi aprovado pela Câmara Municipal de Belo Horizonte substitutivo ao Projeto de Lei nº 208/2021 que “dispõe sobre a promoção da dignidade da gestante, da parturiente e da puérpera e sobre o enfrentamento da violência obstétrica no Município” (Acesso em: https://www.cmbh.mg.gov.br/atividade-legislativa/pesquisar-proposicoes/projeto-de-lei/208/2021). O texto inicial do projeto previa um extenso rol de atos que poderiam ser classificados como atos de violência obstétrica, já o substitutivo aprovado transformou o rol anterior em diretrizes e práticas a serem observadas durante os cuidados.Muito embora as entidades signatárias não discordem da importante promoção dos direitos relacionados à dignidade da gestante, da parturiente e da puérpera, é certo que sua autonomia durante os procedimentos médicos deve atentar à perspectiva do binômio mãe/feto, conforme dispõe a Resolução CFM Nº 2.284/2020, tomando como base a autonomia da paciente, a liberdade profissional do médico, bem como a equidade devida.Nesta esteira, para além do texto inicial do PL violar a autonomia profissional do médico, as Entidades se preocupam com a utilização generalizada do termo “violência obstétrica”, pois certamente os profissionais envolvidos nos cuidados da paciente não são apenas médicos.Sendo assim, foi encaminhado oficio ao Prefeito de Belo Horizonte, responsável pela sanção ou veto da proposição de lei, manifestando reconhecimento da importância de garantia da dignidade da gestante, da parturiente e da puérpera e alertando para o prejuízo potencial de utilização genérica do termo “violência obstétrica” sob a ótica da atividade médica. O Sinmed MG, o CRM MG, a AMMG, a ACADMEDMG e a SOGIMIG estão atentos aos projetos legislativos visando defender o trabalho médico e o fortalecimento do SUS e dos direitos dos pacientes. Participe conosco!

Leia mais »
AMMG em dia

Repúdio contra violência

Entidades Médicas Mineiras repudiam violência contra médico no exercício da profissão O Conselho Regional de Medicina do Estado de Minas Gerais (CRM-MG), a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG) e a Academia Mineira de Medicina (AMM) repudiam veementemente a agressão de paciente contra médico no Instituto São Vicente de Paulo, na cidade de Cássia/MG. É inadmissível que médicos e os demais profissionais da saúde sofram agressões físicas, verbais ou psicológicas, especialmente durante o exercício profissional e em ambientes onde a paz se faz necessária para a recuperação da saúde. O CRM-MG orienta os médicos que, em caso de violência, registrem Boletim de Ocorrência e comuniquem o fato imediatamente ao Conselho Regional de Medicina. O Conselho vai fiscalizar a instituição para aferir as condições de trabalho e segurança. Belo Horizonte, 31 de outubro de 2023

Leia mais »
AMMG em dia

Nota Oficial

Posicionamento da Academia Mineira de Medicina, Associação Médica de Minas Geraos. Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais e Sindicato dos Médicos de Minas Gerais, contrário à autorização de novos cursos de Medicina no Brasil Academia Mineira de Medicina, em sintonia com as entidades médicas do Estado de Minas Gerais: o Conselho Regional de Medicina, o Sindicato dos Médicos de Minas Gerais e a Associação dos Médicos de Minas Gerais, manifesta indignação e repudio à decisão de abertura de 5.700 vagas em cursos de Medicina no Brasil, anunciadas pelo Governo Federal. Esclarecemos à população que esta decisão alimenta uma indústria de alta rentabilidade, sem retorno positivo para a atenção integral à saúde e ao cuidado médico da população. O Brasil não precisa de mais médicos. É essencial que a população receba atenção integral à saúde, com qualidade e resolutividade. Para que a boa medicina alcance as populações mais vulneráveis e em áreas remotas, precisamos de cursos de Medicina de qualidade, além de melhorar os já existentes, e de médicos que disponham de condições e meios de trabalho dignos, com garantias do sistema de proteção social vigente no país. Políticas públicas claramente definidas e continuadas devem assegurar a fixação e condições de trabalho do médico e de outros profissionais que integram a equipe de saúde em todo o país.

Leia mais »
AMMG em dia

Caminhada de Prevenção

O vice-presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Gabriel de Almeida Silva Júnior, participa na manhã deste domingo, 29 de outubro, da Caminhada Rosa, na Praça JK, bairro Sion, Belo Horizonte. O evento é um convite ao público e alerta para prevenção e combate ao câncer de mama. A Associação Médica de Minas Gerais, a Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais, representada por sua presidente, Bárbara Pace, e a Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais estão juntas em mais uma iniciativa que integra as ações do ‘Outubro Rosa 2023’. Também apoiam a campanha: Sociedade Mineira de Radiologia e Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais. Foto: Gláucia Rodrigues

Leia mais »
AMMG em dia

Debate Câncer de Mama

Nesta tarde, o vice-presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Gabriel de Almeida Silva Júnior, participa do VIII Seminário Outubro Rosa – Diagnóstico precoce em foco. Além dos dados gerais sobre o câncer de mama, importância do diagnóstico precoce e os impactos do início tardio do tratamento, reconstrução mamária e fisioterapia no câncer de mama também serão abordados. Apoiado pela AMMG, o seminário é uma realização do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais com outras instituições. O evento faz parte das celebrações do ‘Outubro Rosa’, mês dedicado à prevenção e combate ao câncer de mama. A presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia- Regional Minas Gerais, Bárbara Pace, e a diretora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, Alamanda Kfoury, também participaram do evento! Fotos: Lígia Dumont

Leia mais »