Sociedades de Especialidades

COLPOSCOPIA

O Capítulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia tem como objetivo, incentivar o estudo e a disseminação do conhecimento científico, objetivando a excelência clínica e valorização profissional na promoção da saúde do trato genital inferior feminino.

O PROFISSIONAL
O ginecologista é o especialista responsável pela indicação e realização da colposcopia. Normalmente o colpocopista e o exame são solicitados após o especialista achar necessário uma avaliação mais profunda do aparelho genital.

CAPÍTULO MINEIRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PATOLOGIA DO TRATO GENITAL INFERIOR E COLPOSCOPIA

Presidente: Dra. Adriana Almeida de Souza Lucena

Telefone:

(31) 3222-6599

NOTÍCIAS

Vacinação: um alerta

O Capitulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital e Colposcopia (ABPTGIC MG) e a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) chamam a atenção para uma doença altamente prevenível e para a importância da vacina. Juntos nesse coro, a AMMG ilumina a sua sede e reforça a necessidade da realização dos exames de prevenção do câncer do colo do útero. A imunização está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde para meninas e meninos de 9 a 14 anos.

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AMMG faz um alerta

Prevenção ao Câncer do Intestino Atividades gratuitas marcam o mês de março, com destaque para a MAQUETE GIGANTE DO INTESTINO que mostra por dentro o órgão Confira as atividades – Iluminação de prédios públicos, de 15 a 31 de março – Mutirões de ColonoscopiaData: 18 a 23 de marçoLocais: Hospitais Célio de Castro, Hospital das Clínicas da UFMG, Hospital Belo Horizonte, Hospital Felício Rocho, Santa Casa de Misericórdia e clínicas privadas de BH (Biogasatro/Martins & Godooy/NEAD)*As senhas já foram previamente distribuídas, adiantando a fila de espera do SUS – Palestra Educacional para a populaçãoData: 20 de marçoLocal: Hospital Felício RochoHorário: 12h às 13hInscrição: https://4et.us/saafvi – Evento Esportivo com estande de informações Data: 23 de março Horário: 8h Local: Lagoa dos Ingleses, Belo Horizonte Atividades: Pedal, trail run e caminhada Informações: (31) 998916280/Camisas para os 50 primeiros inscritos Inscrições: https://www.sympla.com.br/marcoazul2024—alphaville__2380088 – Passeio Ciclístico Urbano e Ação na Praça com banda da PMMG Data: 24 de março Horário: 8h30 Local: Praça da Liberdade Inscrição: https://www.sympla.com.br/evento/passeio-ciclistico-campanha-marco-azul/2377735?referrer=www.google.com – Exposição do Intestino Gigante Data: 27 a 30 de março Horário: 10h às 22h / excepcionalmente na sexta-feira (feriado) de 14h às 20h Local: Minas Shopping, Belo Horizonte *Entrada gratuita A Sociedade Mineira de Coloproctologia (SMCP), Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva – Regional Minas Gerais (Sobed MG), Associação Mineira de Gastroenterologia (AMG) e a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) realizam a campanha ‘Março Azul’, em alerta ao Câncer do Intestino. Durante todo o mês, com apoio das entidades nacionais, alertam para os riscos da doença, prevenção, diagnóstico e tratamento. No dia 15 de março e também a partir do dia 19, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) ilumina sua sede chamando atenção para o tema. Palestras, passeio ciclístico, orientações nas praças, mutirão de colonoscopia e a exposição de um intestino gigante fazem parte da programação. De acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva – Regional Minas Gerais, Karen Orsini, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da prevenção do câncer colorretal, será exposto nos dias 27 a a 30 de março o Intestino Gigante, com 20 metros de comprimento, criado pela Associação Brasileira de Prevenção ao Câncer do Intestino (Abrapreci). “A replica permite uma experiência interativa. A caminhada acontece sob a supervisão de monitores, no interior de uma instalação que simula o intestino grosso, onde podemos visualizar exemplos das principais doenças que acometem esse órgão, com destaque ao câncer, bem como ouvir informações relativas à prevenção, diagnóstico e tratamento dessas doenças e importância do consumo de dieta rica em fibras vegetais como os legumes, verduras e frutas.” Orsini explica que o visitante literalmente anda por dentro do intestino. A visita ao interior do modelo dura aproximadamente oito minutos, com acompanhamento de monitores, em geral estudantes de medicina, enfermagem, nutrição, com a presença local de médicos das três sociedades (endoscopistas, gastroenterologistas e coloproctologistas) que subsidiam informações científicas sobre a prevenção do câncer colorretal. SAIBA MAIS SOBRE O CÂNCER DE INTESTINO O câncer de intestino abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus -também é conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. Estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) apontam que o Brasil deve registrar 44 mil novos casos da doença por ano no próximo triênio, entre 2023 e 2025, com 70% concentrados nas regiões Sudeste e Sul. Desses casos, 23.660 devem ser diagnosticados entre mulheres e 21.970 entre homens. A presidente da Sobed MG, Karen Orsini, explica que o câncer de intestino ou colorretal é tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. “Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso.” PREVENÇÃO  Atualmente, cerca de 85% dos casos são diagnosticados em fase avançada, o que aumenta os custos com o atendimento de saúde – cirurgias, quimioterapia, radioterapia – e diminui as chances de cura para um dos tumores malignos mais frequentes e fatais no país. A enfermidade incide em homens e mulheres de forma semelhante, principalmente, a partir dos 45 a 50 anos de idade. É preciso estar atendo ao histórico familiar, antecipando de acordo com o médico o rastreio. A presidente da Sobed MG, explica que o tumor intestinal pode ser influenciado por diversos fatores de risco, incluindo histórico familiar de câncer, sobrepeso ou obesidade, idade igual ou superior a 50 anos, uma dieta rica em alimentos processados e carne vermelha, tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, e a presença de doenças inflamatórias intestinais, como retocolite ulcerativa e doença de Crohn. A prevenção, de acordo com a especialista, está fortemente ligada a um estilo de vida saudável, que inclui a prática regular de exercícios físicos, manutenção do peso ideal, abstenção do tabagismo e consumo moderado de bebidas alcoólicas. QUAIS OS SINTOMAS? •          Alterações como diarreia ou constipação; •          Inchaço, cólicas, dor ou desconforto abdominal; •          Mudanças na aparência ou sangue nas fezes; •          Anemia, cansaço e perda de peso. QUAL O TRATAMENTO? *Varia conforme o estágio da doença, a localização da lesão, além de seu tamanho e extensão.

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Um alerta às mulheres

Câncer de colo do útero pode ser evitado Especialistas alertam sobre prevenção e a importância da vacina O Capitulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital e Colposcopia (ABPTGIC MG) alerta para uma doença altamente prevenível e da importância da vacinação. A sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em Belo Horizonte, abraça essa causa e ilumina sua sede durante de 1º a 11 março de lilás, cor alusiva ao tema. O câncer do colo do útero, também chamado de câncer cervical, é o terceiro tipo de câncer mais incidente entre as mulheres no Brasil, excluindo os casos de tumores de pele não melanoma. No dia quatro de março, é celebrado o Dia Internacional de Conscientização sobre o HPV (Papilomavírus Humano), responsável pela infecção sexualmente mais transmissível em todo o mundo. Além do uso do preservativo e do exame de Papanicolaou, uma das formas mais eficazes para se proteger da doença é a vacina. O Brasil, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), disponibiliza a vacina contra o vírus HPV para meninas e meninos de 9 a 14 anos (14 anos, 11 meses e 29 dias) e para os imunossuprimidos, três doses, de 9 à 45, que incluem homens e mulheres transplantados; pacientes oncológicos em uso de quimioterapia e radioterapia, pessoas vivendo com HIV/Aids. Disponibiliza também o imunizante para as vítimas de violência sexual. De acordo com a presidente da ABPTGIC MG, Adriana Almeida de Souza, as mulheres enfrentam dificuldades como a falta de conhecimento sobre a doença e das estratégias de prevenção. “Há vergonha ou constrangimento em realizar exame preventivo, além das dificuldades para agendar consultas, fazer e obter resultados de exames.” Levantamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o risco estimado é de 13,25 casos a cada 100 mil mulheres para cada ano do triênio 2023-2025. Quanto à distribuição geográfica, é o segundo mais incidente nas Regiões Norte (20,48/100 mil) e Nordeste (17,59/100 mil). Na Região Centro-oeste (16,66/100 mil), ocupa a terceira posição; na Região Sul (14,55/100 mil), a quarta; e, na Região Sudeste (12,93/100 mil), a quinta posição. “O rastreamento organizado, com garantia de seguimento e tratamento dos casos alterados, tem sido efetivo na redução da incidência e da mortalidade por este câncer em países desenvolvidos.”, afirma Lucena Sintomas Em estágio inicial, a doença costuma ser assintomática e, por isso, o rastreamento é necessário. Já a doença avançada costuma causar sangramento vaginal anormal, sangramento após as relações sexuais e corrimento com odor desagradável.  Entre os outros sintomas, é possível haver a ocorrência de sangramento menstrual prolongado, secreção vaginal incomum, sangramento depois da menopausa, dores durante a relação sexual e dor na região pélvica. Nos casos mais avançados, sintomas da doença incluem inchaço das pernas, dificuldade ao urinar ou evacuar e sangue na urina.  Sobre o HPV Na maioria das vezes, o vírus do HPV é eliminado espontaneamente pelo organismo, mas em alguns casos ele pode provocar a formação de verrugas na pele e nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais etc.), anal, genital e da uretra, além de lesões de alto risco nos órgãos genitais que podem evoluir lentamente para o câncer de pênis e o de colo do útero. O tumor peniano é raro e representa apenas 0,4% dos carcinomas malignos do sexo masculino; já o câncer de colo de útero é bem mais comum. O mais preocupante é que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero. Portanto, não há dúvida de que as mulheres são as maiores vítimas dessa IST. ENTREVISTAS E MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA: Assessoria de Imprensa da AMMG: (31) 3247 1639 / 3247 1630

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Março Azul faz um alerta

Março Azul: médicos e pacientes se mobilizam em campanha nacional de prevenção ao câncer de intestino O câncer de intestino representa uma das principais causas de morte por câncer no Brasil, afetando anualmente milhares de famílias. Embora seja prevenível por meio de métodos diagnósticos acessíveis, como o teste de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia, a doença permanece como grande desafio para o sistema de saúde brasileiro. Em resposta a essa realidade, a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) se uniram novamente em torno da campanha nacional Março Azul, que em 2024 leva como lema Médico e paciente: uma parceria que salva vidas! Juntos na prevenção do câncer de intestino. Pelo quarto ano, a campanha busca conscientizar profissionais de saúde, gestores e decisores políticos e pacientes sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado do câncer de intestino, visando diminuir sua incidência no País. A iniciativa enfatiza a colaboração entre o sistema de saúde e as entidades de especialidades médicas, com o objetivo de promover a saúde e o bem-estar da população brasileira. “A mensagem principal do Março Azul é mostrar a importância da prevenção do câncer de intestino. Está provado cientificamente que a remoção de pólipos adenomatosos realizada durante a colonoscopia previne e evita o surgimento do câncer de intestino. Então, mais que o diagnóstico precoce, que também é importante e salva vidas, precisamos conscientizar a população sobre a prevenção”, ressalta o presidente da SBCP, Helio Moreira. Os principais sintomas da doença incluem alterações recentes no hábito intestinal, como diarreia ou constipação que não se resolve espontaneamente ou com medicação, presença de sangue nas fezes, cólicas abdominais persistentes, dor durante a defecação e/ou sensação de evacuação incompleta, redução do apetite que pode ou não estar acompanhada de perda de peso, e anemia. “Por isso é fundamental estar atento a esses sinais e procurar avaliação médica para um diagnóstico precoce e tratamento adequado. Alguns pacientes podem não apresentar qualquer tipo de sintoma nas fases iniciais da doença, o que torna mais importante a utilização de exames diagnósticos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e colonoscopia para diagnóstico precoce do câncer de intestino, notadamente em indivíduos com mais de 50 anos”, lembra Sergio Pessoa, presidente da FBG. “A alta incidência do câncer de intestino segue nos desafiando a conscientizar e proteger a população de uma doença que pode ser prevenida e combatida com exames simples. Essa é uma ação que foca na proteção à saúde e à vida do brasileiro”, afirma o médico Herberth Toledo, presidente da SOBED. “Para nós, o Março Azul traduz a nossa responsabilidade com a população e com a orientação às políticas públicas. Nossa missão de contribuir para a qualidade de vida das pessoas”, justifica. Segundo ele, todas as regionais da SOBED, SBCP e FBG estão mobilizadas para disseminar a campanha e conscientizar a população em todo o País. De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), espera-se que entre 2023 e 2025 ocorram 45.630 novos casos de câncer colorretal no Brasil, potencialmente afetando mais de 136 mil brasileiros. O Inca aponta um risco estimado de 21,10 casos por 100 mil habitantes, divididos entre 21.970 homens e 23.660 mulheres. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do DATASUS, referentes a 2020, indicam que 20.245 pessoas faleceram devido ao câncer de cólon, reto e ânus, ressaltando a urgência de ações preventivas e de conscientização. Prevenção – Atualmente, cerca de 85% dos casos de câncer de intestino são diagnosticados em fase avançada, o que aumenta os custos com o atendimento de saúde – cirurgias, quimioterapia, radioterapia – e diminui as chances de cura para um dos tumores malignos mais frequentes e fatais no País. “Evitar a doença e, principalmente, aumentar a possibilidade de cura e de sobrevida de seus pacientes exigem diagnóstico e tratamento precoces dessa doença, com impacto positivo não apenas pela preservação de vidas, como também pela redução de custos do sistema de saúde”, destaca Marcelo Averbach, presidente do Núcleo de ações sociais da SOBED, presidente da ONG Zoé e coordenador da campanha nacional. O tumor intestinal pode ser influenciado por diversos fatores de risco, incluindo histórico familiar de câncer, sobrepeso ou obesidade, idade igual ou superior a 50 anos, uma dieta rica em alimentos processados e carne vermelha, tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, e a presença de doenças inflamatórias intestinais, como retocolite ulcerativa e doença de Crohn. A prevenção do câncer de intestino está fortemente ligada a um estilo de vida saudável, que inclui a prática regular de exercícios físicos, manutenção do peso ideal, abstenção do tabagismo e consumo moderado de bebidas alcoólicas. Além disso, é recomendável adotar uma dieta rica em verduras, frutas, legumes, farelos e cereais integrais, beber cerca de 2 litros de água por dia e limitar o consumo de carne vermelha e alimentos ultraprocessados e embutidos. Campanha 2024 – A Campanha Março Azul 2024, dedicada à conscientização sobre o câncer de intestino, está disponível no site www.marcoazul.org.br. O portal oferece uma série de informações sobre a doença, incluindo métodos de prevenção, fatores de risco, diagnóstico e opções de tratamento. A iniciativa conta com o apoio institucional da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), além do endosso de diversas outras entidades. Para ampliar o alcance e a visibilidade da campanha, monumentos em vários estados brasileiros serão iluminados de azul durante o mês de março, simbolizando a luta contra o câncer de intestino e incentivando a população a adotar medidas preventivas. O slogan da campanha deste ano busca transmitir uma mensagem clara sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, sublinhando a relação de confiança entre médico e paciente como fundamental para a detecção eficaz da doença. Em edições anteriores, a campanha alcançou um público estimado em 93 milhões de pessoas em todo o País, com a participação ativa de artistas, influenciadores, times de futebol e personalidades esportivas, que ajudaram a disseminar a

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Vem aí a IX Colpominas

  Saiba mais sobre o evento O Capítulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia – ABPTGIC/MG realizará nos dias 24 e 25 de março de 2023, em Belo Horizonte, o IX Colpominas – Jornada de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia. A jornada será uma ótima oportunidade para debater as principais estratégias dos profissionais além de servir de fórum para discussões sobre práticas do dia a dia da especialidade. PALAVRA DA PRESIDENTE Estamos entusiasmados com a realização do IX Colpominas – Jornada de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia, que acontece nos dias 24 e 25 de março de 2023, no Centro de Convenções e Eventos da AMMG, em Belo Horizonte. Neste ano, retomamos com segurança e muita energia os eventos presenciais. Apesar dos desafios frente a pandemia da Covid 19, a edição online da Jornada, em 2021, foi bastante produtiva, com recorde de participantes, o que nos anima ainda mais. Para nós do Capítulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia – ABPTGIC/MG a Jornada é o principal encontro entre os médicos da nossa especialidade com residentes, acadêmicos e patrocinadores, que sempre trazem diferenciais do mercado e muita tecnologia. Enfim, uma grande oportunidade de aprendizado, atualização, troca de experiências, negócios e parcerias. Durante os dois dias de evento, teremos a ótima oportunidade de debater as principais estratégias dos profissionais, além de servir de fórum para discussões sobre práticas do dia a dia da especialidade. É muito bom ter você aqui. Dra. Telma Franco Presidente do Capítulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital Inferior e Colposcopia – ABPTGIC/MG

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Saiba como se prevenir

A Vice-presidente do Capítulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital e Colposcopia, Adriana Almeida de Souza Lucena, fala neste PodCast sobre o Câncer de Colo de Útero, vacinas e prevenção. Ela também convida os colegas especialistas a participarem da IX Colpominas que acontece dias 24 e 25 de março, no Centro de Convenções e Eventos da AMMG. A organização da Jornada é do setor de Gestão de Eventos da AMMG. OUÇA AQUI Câncer de colo do útero pode ser evitado Especialistas alertam sobre prevenção e a importância da vacina   Uma doença evitável e curável e que ainda leva à morte de milhares de mulheres no mundo: o câncer do colo do útero. O Capitulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital e Colposcopia (ABPTGIC MG) alerta para uma doença altamente prevenível e da importância dessa vacinação. No dia 4 de março, é celebrado o Dia Internacional de Conscientização sobre o HPV (papilomavírus humano), causador da doença.   A sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em Belo Horizonte, abraça essa causa e ilumina sua sede durante a primeira semana de março de lilás, cor alusiva ao tema. Também do dia 24 a 25 do mesmo mês acontecerá no Centro de Convenções e Eventos da AMMG, o Colpominas 2023, onde especialistas discutirão a temática dentre outros que afetam as mulheres nessa área. Confira mais sobre: https://doity.com.br/colpominas.   PREVENÇÃO Além do uso do preservativo e do exame de Papanicolaou, uma das formas mais eficazes para se proteger da doença é a vacina, que deve ser aplicada tanto em meninas (de 9 a 14 anos) quanto em meninos (de 11 a 14 anos), pessoas de nove a 26 anos com HIV/Aids e pacientes oncológicos ou transplantados (esse último grupo precisa de prescrição médica para vacinar). Hoje o Ministério da Saúde (MS) preconiza duas doses oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para o público-alvo.   NÚMEROS PREOCUPANTES No Brasil, excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer do colo do útero é o terceiro tipo de câncer mais incidente entre mulheres. Para o ano de 2022 foram estimados 16.710 casos novos, o que representa um risco considerado de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Na mortalidade proporcional por câncer em mulheres, em 2020, os óbitos por câncer do colo do útero ocupam o terceiro lugar no país, representando 6,1% do total.   Para a presidente da ABPTGIC MG, Telma Franco, esses números são preocupantes. É a quarta forma mais frequente de tumor entre as mulheres e a mais comum entre as que vivem com Aids. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), as populações de baixa renda são as mais afetadas pelas mortes. “O câncer de colo de útero afeta desproporcionalmente as mulheres que vivem em regiões menos desenvolvidas do mundo pois, nesses locais, não há efetividade nas ações e nem mesmo a disseminação correta de informações, como a importância da vacinação contra o HPV.”   Franco acredita que as mulheres enfrentam dificuldades como a falta de conhecimento sobre a doença e das estratégias de prevenção. “Elas também têm vergonha ou constrangimento em realizar exame preventivo e encontram dificuldades para agendar consultas, fazer e obter resultados de exames.” Em agosto de 2020, a OMS reforçou sua estratégia global para acelerar a eliminação do tumor, considerando três pilares principais: prevenção através da vacinação; triagem e tratamento de lesões pré-cancerosas; tratamento e cuidados paliativos para câncer cervical invasivo. Entretanto, ponderou que a Covid-19 pode atrapalhar os esforços para atingir as metas delineadas para 2030.   SOBRE O HPV Na maioria das vezes, o vírus do HPV é eliminado espontaneamente pelo organismo, mas em alguns casos ele pode provocar a formação de verrugas na pele e nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais etc.), anal, genital e da uretra, além de lesões de alto risco nos órgãos genitais que podem evoluir lentamente para o câncer de pênis e o de colo do útero. O tumor peniano é raro e representa apenas 0,4% dos carcinomas malignos do sexo masculino; já o câncer de colo de útero é bem mais comum.   O mais preocupante é que, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 291 milhões de mulheres no mundo são portadoras do HPV, sendo que 32% estão infectadas pelos tipos 16, 18 ou ambos, responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero. Portanto, não há dúvida de que as mulheres são as maiores vítimas dessa IST.

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