Autor: Nétali

AMMG em dia

Edital/Eleições 2026

ASSOCIAÇÃO MÉDICA DE MINAS GERAIS – AMMG EDITAL/ELEIÇÕES 2026 A Comissão Eleitoral da Associação Médica de Minas Gerais, por meio de seu Presidente, e a Diretoria da Associação Médica de Minas Gerais, por meio de seu Presidente, em conformidade com os preceitos estatutários, vêm comunicar aos seus associados que processará Eleições Gerais, no dia 17.08.2026, visando o preenchimento dos cargos previstos nos artigos 7°, 27, 50 e 106 do estatuto, em vigor e Normas Eleitorais aprovadas na Assembleia de Delegados realizada em 28/03/2026, informando, na oportunidade, que estão abertas as inscrições para chapas concorrentes. As chapas dos candidatos à Diretoria da AMMG, Delegados da Capital à Assembleia de Delegados da AMMG e Delegados da AMMG junto à AMB serão vinculadas, constituindo uma única chapa, acompanhadas das anuências, por escrito, de todos os candidatos, serão inscritas até 60 (sessenta) dias antes da data marcada para as eleições, ou seja, 19.06.2026, através de ofício assinado pelos seus candidatos, o Presidente e o Secretário-Geral, dirigido ao Presidente da Comissão Eleitoral, através de ofício que deverá ser protocolado, até às 18h da data limite, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (Av. João Pinheiro, 129/2º Andar, Centro, Belo Horizonte), com a observância das formalidades previstas no Estatuto Social e Normas Eleitorais. Na hipótese de uma única chapa inscrita a eleição poderá ser realizada por aclamação. Belo Horizonte, 08 de abril de 2026. DRA. CIBELE ALVES DE CARVALHO Presidente da Comissão Eleitoral da AMMG

Leia mais »
Ginecologia e Obstetrícia

ISTs silenciosas

ISTs silenciosas reforçam importância da testagem regular Infecções podem evoluir sem sintomas e causar infertilidade, além de complicações na gestação. As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) continuam sendo um importante problema de saúde pública no Brasil, principalmente por um fator preocupante: muitas delas evoluem de forma silenciosa, sem sintomas aparentes, o que favorece a transmissão e dificulta o diagnóstico precoce. Entre as ISTs mais comuns no Brasil, a sífilis representa um desafio para a saúde pública. Segundo dados Ministério da Saúde, divulgados no Boletim Epidemiológico de Sífilis 2025, mostram que o país registrou, em 2024, cerca de 256 mil casos de sífilis adquirida, aproximadamente 89 mil casos em gestantes e cerca de 24 mil casos de sífilis congênita, quando a infecção é transmitida da mãe para o bebê. Segundo a médica ginecologista Raphaela Conrado, membro do Comitê de Sexologia da SOGIMIG, entre as ISTs silenciosas mais comuns também estão clamídia, gonorreia, HPV, HIV nas fases iniciais e hepatite B. “Doença sexualmente transmissível não tem cara! Muitas dessas infecções podem permanecer por meses ou até anos sem causar sintomas evidentes. A pessoa pode não apresentar dor, corrimento ou lesões visíveis e só descobrir a doença em exames de rotina ou quando já existem complicações”, explica. Quando não diagnosticadas e tratadas corretamente, as ISTs podem trazer consequências importantes para a saúde reprodutiva feminina. Entre os riscos estão doença inflamatória pélvica, infertilidade, dor pélvica crônica, gravidez ectópica e complicações durante a gestação. Algumas infecções também podem ser transmitidas da mãe para o bebê durante a gravidez ou no parto. A sífilis, por exemplo, pode causar aborto, parto prematuro, além da transmissão para o recém-nascido. Já o HPV está diretamente associado ao câncer do colo do útero. “As ISTs têm impacto direto na fertilidade e na gestação. Por isso, o rastreio faz parte da rotina do pré-natal e o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações”, destaca a médica. Testagem mesmo sem sintomas Entre os exames considerados essenciais para o rastreamento estão os testes rápidos, disponíveis nos centros públicos de saúde, com resultado em 30 minutos, para HIV, sífilis e hepatites. Além desses, há também o exame preventivo (Papanicolau), que ajuda a identificar alterações relacionadas ao HPV. Também existem exames específicos para clamídia e gonorreia, feitos a partir de secreção vaginal ou urina. A frequência dos exames deve ser individualizada, mas a recomendação geral é manter acompanhamento ginecológico regular. Mulheres com vida sexual ativa devem realizar testagem sempre que houver mudança de parceria ou situação de risco. “O preventivo deve ser feito a partir dos 25 anos, conforme as recomendações do Ministério da Saúde. Já os testes para ISTs devem ser feitos periodicamente, principalmente quando há novas parcerias”, orienta. Prevenção é a melhor estratégia O uso do preservativo continua sendo a principal forma de prevenção contra ISTs. Além disso, a especialista reforça a importância da vacinação contra HPV e hepatite B, testagem regular e tratamento adequado das pessoas infectadas e de seus parceiros. “A vacina contra HPV é uma ferramenta extremamente importante porque previne o câncer do colo do útero. Quanto maior a cobertura vacinal, maior a proteção da população”, afirma Raphaela. Outro ponto fundamental apontado pela médica é o diálogo aberto entre o casal e com o médico, reduzindo estigmas e facilitando o diagnóstico precoce. Para a especialista, a ausência de sintomas não significa ausência de doença. Por isso, a prevenção deve fazer parte da rotina de cuidados com a saúde: “A maioria dessas infecções não dá sinais no início, mas pode trazer consequências importantes. Fazer exames periódicos é uma forma de autocuidado e de proteção da saúde sexual e reprodutiva”, conclui. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ——————————– Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

Leia mais »
Ginecologia e Obstetrícia

Alerta para a adenomiose

ABRIL ROXOAlerta para a adenomiose: doença que pode causar dor intensa e sangramento anormal Condição ginecológica pode afetar a fertilidade e a qualidade de vida, mas ainda é pouco conhecida e frequentemente diagnosticada de forma tardia. Cólica menstrual intensa é normal? Sangramento aumentado durante a menstruação deve ser considerado algo comum? Essas são algumas das dúvidas mais comuns e que a campanha Abril Roxo, mês de conscientização sobre a adenomiose, busca esclarecer ao chamar a atenção para uma doença ginecológica caracterizada pela presença do tecido endometrial que normalmente reveste a parte interna do útero, infiltrado na musculatura uterina, podendo provocar dor, aumento do fluxo menstrual e impacto significativo na qualidade de vida. Segundo o médico ginecologista e membro da diretoria da Sogimig, Eduardo Cunha, um dos principais desafios ainda é combater a normalização dos sintomas. “Não é normal sentir dor intensa ou ter sangramento excessivo durante o período menstrual. Esses sinais precisam ser investigados, porque podem indicar alguma doença ginecológica”, explica. Entre os principais sinais da adenomiose estão o aumento do fluxo menstrual, cólicas progressivas e dor pélvica. Em muitos casos, a mulher menstrua nas datas habituais, mas percebe uma piora gradual na intensidade das dores e no volume do sangramento. De acordo com o especialista, a cólica considerada fora do padrão costuma ser aquela que deixa de responder a medidas simples, como analgésicos leves ou calor local (compressa quente), e passa a interferir na rotina da paciente. “Quando a dor começa a se intensificar progressivamente e impacta as atividades do dia a dia, é importante investigar. Existem várias doenças que podem causar esses sintomas, e o diagnóstico correto é fundamental”, destaca. Além do desconforto físico, a adenomiose também pode interferir na fertilidade. Mulheres com a doença podem apresentar maior dificuldade para engravidar e risco aumentado de complicações gestacionais. Adenomiose x endometriose Apesar de frequentemente confundidas, adenomiose e endometriose são doenças diferentes. Na adenomiose, o tecido semelhante ao endométrio cresce dentro da parede muscular do útero, o que pode causar aumento do órgão, dor e sangramento intenso. Já na endometriose, esse tecido se desenvolve fora do útero, podendo atingir ovários, intestino, bexiga e outras estruturas da pelve. Embora tenham sintomas parecidos, como cólica menstrual intensa e dor pélvica, o diagnóstico e as abordagens de tratamento podem ser diferentes, o que reforça a importância da avaliação especializada. Diagnóstico Para confirmação do diagnóstico, o médico pode solicitar exames de imagem, como o ultrassom transvaginal e a ressonância magnética. O tratamento varia conforme a idade, a intensidade dos sintomas e o desejo reprodutivo da paciente. Entre as opções estão terapias hormonais, medicamentos para controle da dor e dispositivos intrauterinos hormonais. Nos casos em que a mulher já teve filhos e apresenta sintomas importantes, pode ser indicada cirurgia. “Em situações específicas, a retirada do útero pode ser necessária e resolver definitivamente o problema”, explica o médico. Embora anteriormente fosse mais associada a mulheres entre 30 e 40 anos com histórico de múltiplas gestações, hoje se sabe que a adenomiose também pode atingir mulheres jovens e sem filhos. Entre os fatores de risco estão: multiparidade, início precoce da menstruação, ciclos menstruais curtos e obesidade. “Muitas mulheres ainda escutam que cólica forte é algo normal ou ‘coisa de mulher’, mas isso não é verdade. Dor e sangramento excessivo precisam de avaliação do ginecologista de confiança, porque podem estar relacionados a doenças tratáveis”, reforça Eduardo Cunha. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica, além da defesa e valorização dos profissionais da área. ————————————- Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

Leia mais »
AMMG em dia

Atenção Sócio AMMG

Devido à atualização do sistema, o site da Associação Médica de Minas Gerais está lento e, por este motivo, a confirmação de pagamento da anuidade pode demorar a aparecer. No entanto, não se preocupe, pois o sistema interno da AMMG está registrando tudo. Caso necessite de uma declaração de quitação, gentileza entrar em contato com a Central de Atendimento: 31 3247 1623.

Leia mais »
AMMG em dia

Presença confirmada

O II Fórum de Judicialização e Direito Médico recebe o advogado Flávio Carvalho Monteiro de Andrade para abordar um tema cada vez mais relevante para a prática profissional: ‘Pejotização, contratos e riscos legais para o médico’. Representante da Central dos Hospitais e presidente da Comissão de Apoio Jurídico a Micro e Pequenas Empresas da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais, o especialista trará reflexões importantes sobre segurança jurídica, relações contratuais e os cuidados necessários na atuação médica. Data: 19 e 20 de março de 2026Inscrições pelo Sympla!

Leia mais »
AMMG em dia

Presença confirmada

❗A Dra. Ana Carolina Daher Costa, advogada, mestre em Ciências da Saúde e diretora técnica de Saúde Pública da SES/SP, é uma das palestrantes confirmadas no II Fórum de Judicialização e Direito Médico. ✅ Na apresentação ‘Seguros na Medicina: o que o médico precisa saber’, a especialista irá abordar aspectos jurídicos e práticos relacionados à proteção profissional na atividade médica, tema cada vez mais relevante diante do cenário de judicialização da saúde. 🗓️ O evento reúne especialistas da medicina e do direito, dias 19 e 20 de março, na sede da AMMG, para discutir os desafios atuais da judicialização e seus impactos no exercício profissional. 🔗 Inscrições pelo Sympla.

Leia mais »
AMMG em dia

Presença confirmada

❗Dra. Cláudia Navarro, vice-presidente da Associação Médica Brasileira – Região Sudeste, é presença confirmada no II Fórum de Judicialização e Direito Médico. ✅ Em sua participação, abordará o tema ‘Seguros na Medicina: o que o médico precisa saber’. O debate é especialmente relevante diante do atual cenário de judicialização crescente, reforçando a importância da informação qualificada e da atuação preventiva. ✅ Data:19 e 20 de março de 2026 ‼️ Realização da Associação Médica de Minas Gerais. 🔗 Inscrições abertas pelo Sympla!

Leia mais »
AMMG em dia

Presença confirmada

‼️ O II Fórum de Judicialização e Direito Médico contará com a participação do Dr. Sérgio Lages Murta, presidente da Federação Nacional das Cooperativas Médicas (Fencom). ✅ Ele abordará o tema ‘Pejotização, contratos e riscos legais para o médico’, trazendo uma análise atual sobre os desafios que impactam o exercício da medicina e as relações de trabalho na área da saúde. 🗓️ Data: 19 e 20 de março de 2026Local: Associação Médica de Minas Gerais – Belo Horizonte 🔗 Inscrições pelo Sympla!

Leia mais »
AMMG em dia

Visite exposição coletiva

Atelier do Jambreiro apresenta mostra coletiva Com curadoria de Abílio Abdo, chega ao Espaço Otto Cirne, neste mês de março, exposição coletiva do Atelier do Jambreiro. Um grupo composto por dez artistas plásticas apresenta telas e cerâmica nas técnicas acrílica, aquarela, guache nanquim e em giz pastel seco. Em trabalhos abstratos e figurativos, cada uma delas expressa sua personalidade no mundo das artes. Fundado em 2005, inspirado pela filosofia de ensino de Alberto da Veiga Guignard, “o Atelier do Jambreiro é um espaço que reúne artistas, unidos pelo amor à arte e pela busca da própria forma de se expressar”, de acordo com o curador. Peças fora de acervo pessoal serão comercializadas e ficam expostas até o final de março, de 8h às 21h, de segunda a sábado. O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes. Médicos não associados e artistas não médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda. Interessados devem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação, pelo telefone (31) 3247 1608 ou pelo e-mail comunicacao@ammg.org.br. Conheças as artistas: Edelcy Seabra Com uma formação que combina moda e arte, iniciou sua trajetória como estilista e é graduada em Comunicação Visual pela UEMG. Heliana Henriques Artista visual com formação em Artes pela Universidade do Estado da Bahia e pós-graduação em Arte Contemporânea pelo Senac. Possui experiência em cerâmica e pesquisa dos estilos Marajoara, Tapajônica e Konduri. Jadyza Maria Artista visual e bacharel em Artes Plásticas pela Escola Guignard, com obras que exploram a relação entre natureza e presença humana por meio de técnicas como desenho, pintura e colagem. Lai Faria Formada pela Escola Guignard, com especializações em Arteterapia e Ensino de Linguagens Artísticas. Seu trabalho transita entre pintura, desenho, colagem e fotografia. Laura Porto Profissional multidisciplinar com formação em Pedagogia, Direito e Artes Plásticas, atualmente cursando Bacharelado em Artes na Escola Guignard. Lourdes Drummond Artista visual e odontóloga formada pela UFMG, com especialização em Artes Plásticas pela Escola Guignard, onde concluiu licenciatura e bacharelado. Márcia Martins Formada em Artes Plásticas pela Guignard, dedica-se às artes desde 2013. Experiencia vários materiais em seu fazer artístico, dentre eles, a argila, o tecido, a tinta, o ferro. Maria Inês Oliveira Formada no Atelier do Jambreiro, tem fascinação pelas linhas, empregando em seus trabalhos agulhas e tesouras, bem como lápis, pincéis, argila e computação gráfica, para se expressar artisticamente. Mônica Batitucci Graduada em Arquitetura pela UFMG, trabalhou como responsável pelo design e criação de bijuterias finas. Começou nas artes visuais em 2016 integrando o grupo do Atelier do Jambreiro. Tânia Caçador Artista visual, graduada em Artes Plásticas pela Escola Guignard. Integra o grupo do Atelier do Jambreiro desde 2007. De 2018 a 2021, participou também do Grupo Livre de Aquarela, dirigido pela professora Márcia Franco.

Leia mais »
AMMG em dia

Dr. Lippi deixa legado

✝️ A diretoria da Associação Médica de Minas Gerais lamenta profundamente o falecimento, no dia 22 de fevereiro, do psiquiatra José Raimundo da Silva Lippi, conhecido pelos colegas como Dr. Lippi. O velório acontece hoje, dia 23 de fevereiro, de 15h às 17h, no Cemitério Parque da Colina (Rua Santarém, 50, Nova Cintra), Memorial 1. Não há ainda informações sobre o sepultamento. Dr. Lippi deixa um legado não só em sua especialidade, mas em toda a medicina. Ele foi presidente da Academia Mineira de Medicina e professor da Universidade Federal de Minas Gerais.

Leia mais »