Autor: jonasjabour

Tudo sobre a gestação

10 mitos e verdades sobre gestação   Especialista esclarece as principais dúvidas de cada etapa   O sonho da maternidade, ao mesmo tempo em que cria uma atmosfera encantadora na imaginação das famílias, pode carregar um sentimento de insegurança, provocado por crendices populares e informações imprecisas que circulam na internet. Para as mães de primeira viagem, a médica Dra Inessa Beraldo, presidente da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais, esclarece o que é mito e o que é verdade. Para quem pensa que a gestação começa a partir do resultado positivo do exame de sangue ou até mesmo do popular exame de farmácia, Dra Inessa ressalta que o ideal é preparar o corpo e a mente da mãe para o turbilhão de transformações que ocorrem com a gravidez. “A gestação é um processo de transformação para a mãe. É fundamental o acompanhamento de um obstetra para sanar todas as dúvidas e assegurar que a gestante tenha mais tranquilidade e segurança neste momento. Ele é o profissional responsável por dar todas as orientações e fazer o mapeamento de possíveis fatores de risco para que a gestação seja um momento especial para toda a família”, afirma Dra Inessa. Agora, confira o que é mito e verdade:   A ingestão de ácido fólico pode prevenir má formação do bebê? Verdade A orientação é que o tratamento seja iniciado no mínimo 30 dias antes de engravidar e continuar até o final do primeiro trimestre da gestação. O ácido fólico é uma vitamina do complexo B que previne problemas no fechamento do tubo neural, que dá origem ao cérebro e medula espinhal.   Métodos contraceptivos podem afetar a fertilidade de forma definitiva? Mito Mulheres que param com o uso de métodos contraceptivos conseguem engravidar. Após um ano da interrupção, a capacidade de engravidar pode se igualar a de mulheres que não usam métodos contraceptivos.   Grávida não pode ter relações sexuais? Mito A relação sexual não causa problemas ao bebê. Ela só deve ser evitada em caso de recomendação médica.   A alimentação da gestante afeta o desenvolvimento do bebê? Verdade Para a formação dos ossos e sangue do feto, bem como para prevenir anemia materna é importante uma alimentação balanceada. A gestante deverá ingerir vegetais, frutas, carne bovina, frango, fígado, ovos, peixes, feijão, grão de bico, lentilha, ervilha, cereais, azeite, leite e derivados.   É possível saber o sexo do bebê pelo formato da barriga? Mito Não há comprovação científica para essa relação. Para saber o sexo do bebê, há inúmeros exames com resultados extremamente seguros.   Grávida não pode tomar café? Depende O uso exagerado de cafeína tem sido associado à alterações fetais. Portanto, o consumo em pequenas quantidades, até 2 xícaras por dia, é permitido. É importante lembrar que outros alimentos como chá, chocolate, refrigerantes e energéticos também contém cafeína.   Há consumo seguro de bebida alcoólica para grávida? Mito O álcool é proibido durante toda a gestação pelo risco de má formação do bebê.   Grávida não pode fazer exercício físico? Mito É recomendada a prática de exercícios físicos desde que a gestante não tenha nenhum tipo de restrição.   Alguns alimentos podem aumentar a produção de leite? Mito A produção de leite materno se dá pelo estímulo do bebê e esvaziamento da mama.   A aréola produz um óleo que hidrata e protege os mamilos? Verdade E o uso de sabonete e gel de banho podem eliminar essa proteção natural que evita a secura e a irritação.   SOBRE A SOGIMIG   A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ——————————– Flávio Amaral/Assessoria de Imprensa Sogimig +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes

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CMGO 2023 foi destaque

CMGO 2023 Convidados internacionais, apresentações de pesquisas  e novas tecnologias foram alguns dos destaques da 15ª edição do Congresso.   Cerca de 750 médicos, residentes e estudantes participaram do 15º Congresso Mineiro de Ginecologia e Obstetrícia, na última semana, em Belo Horizonte. Ao longo de quatro dias, cerca de 100 palestrantes participaram de 29 mesas-redondas. A programação também contou com 6 cursos avançados, 12 simulações, 5 conferências, além de updates e discussões. Para a presidente da SOGIMIG, Inessa Beraldo, empossada na noite de sexta-feira (5/6), o evento cumpriu com a função de capacitar profissionais e compartilhar informações de qualidade com médicos, residentes e estudantes. “Estou muito satisfeita com o resultado do Congresso! Foi um trabalho desenvolvido há meses por toda a equipe SOGIMIG, juntamente com diversos parceiros. Buscamos temas relevantes que pudessem somar conhecimento aos ginecologistas, obstetras, residentes e estudantes”. Inessa ainda destacou a junção com a Jornada Infanto-Puberal e com a Jornada de Mastologia, o que facilitou o acesso às informações por parte dos visitantes, além de agregar valor ao evento. Entre os destaques da programação, estão palestrantes internacionais, apresentação de pesquisas e novas tecnologias para gerar maior assertividade no diagnóstico e tratamento dos pacientes. No primeiro dia, o psiquiatra Jairo Bouer destacou a necessidade do atendimento humanizado a crianças e adolescentes, a importância do acolhimento e como a relação com a tecnologia está impactando a vida deles. “Temos que tomar cuidado com a forma com que conversamos com elas porque têm resistência à figura da autoridade. Ter uma comunicação mais horizontalizada e se mostrar como uma pessoa com quem ela possa se abrir, se sentir confortável e acolhida, facilitará o atendimento”. Em outra apresentação no evento, ele conversou com os participantes sobre a importância do acolhimento de jovens com distúrbios de ansiedade e depressão, sexualidade em tempos de diversidade e uso de álcool e outras substâncias. “O comportamento do jovem hoje é um desafio para profissionais da saúde em todas as áreas. O ginecologista, ao perceber algo na vida dessa menina, pode interferir, seja fazendo o encaminhamento ao especialista ou chamando os responsáveis para discutir a questão. Estar atento e criar um espaço seguro para a paciente pode gerar uma abertura importante”. Ainda no primeiro dia do Congresso, um dos diretores da SOGIMIG, Eduardo Cândido, anunciou o resultado das premiações de trabalhos científicos. Veja quem foram os vencedores:   Prêmio Lucas Machado: Mário Dias Correa-Junior Preeclamsia among women with COVID-19 during pregnancy and its impact on maternal and perinatal outcomes: Results from a national multicenter study on COVID, in Brazil, the REBRACO initiative   Prêmio Clóvis Salgado:   Marcio Alexandre Hipólito Rodrigues Post-COVID-19 syndrome in a sample of climacteric women living in Latin American   Tema Livre   Gabriel Lage Neves Exenteração pélvica total e colostomia úmida em uma paciente com câncer cervical recidivado: relato de caso e revisão de literatura     Anelise Oliveira de Morais Chikungunya na gestação: alerta para repercussões maternas graves a partir de relatos de casos clínicos   No dia seguinte, o médico chileno Juan Blümel apresentou a conferência Pesquisa da Saúde da Mulher na América Latina e participou da mesa-redonda Evidências da Terapia Hormonal na prevenção de déficits cognitivos. Segundo Blümel, fazer atividade física, ter boa alimentação e melhorar a saúde mental são ações que permitem um envelhecimento mais saudável. Além disso, a Terapia Hormonal também preenche um espaço, melhorando a qualidade de vida. Blümel ainda explicou como o estrogênio pode ser um fator que ajude nesse processo por meio da eliminação de radicais livres ligados ao envelhecimento.     O médico argentino Fernando Neuspiller foi um dos destaques do terceiro dia do CMGO. Ele participou da mesa-redonda Medicina Reprodutiva para o Ginecologista e falou sobre Novas Tecnologias na FIV.   “O futuro é muito promissor no que se refere a modificar o impacto da idade na reprodução feminina e masculina. Provavelmente, nos próximos dez anos, será possível mudar o paradigma do envelhecimento na saúde reprodutiva”, destacou.     No último dia da 15ª edição do CMGO, o médico e vice-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein, Sérgio Podgaec, durante o update sobre Endometriose, falou sobre a nova Classificação AAGL 2021: motivos para seu uso rotineiro em relação às classificações anteriores.   Segundo Podgaec, com essa classificação o médico consegue ter elementos importantes para o perfil da doença e o grau de avanço – infiltração e órgãos acometidos. Assim, os médicos conseguem se preparar, juntamente com a equipe, para que a patologia seja corrigida com maior assertividade.   SUCESSO   Veja comentários de participantes:   “Participo do Congresso há anos. Além de aprender com os colegas, um aspecto muito importante é a troca de experiências. Entre os destaques, a palestra do Jairo Bouer foi de extrema importância para melhorar a nossa relação com as novas gerações.” – Ataíde Júnior, ginecologista obstetra   “Venho todo ano ao Congresso para ver o que está sendo discutido, as novidades, o que é polêmica. É importante se manter atualizado. Além disso, é uma oportunidade de rever os colegas.” – Eliane Motta Castanheira, ginecologista   “Como médica, tenho que levar outras experiências para o consultório. Essa é uma ótima fonte de informação. Acabei de sair de um estágio de neuro e acho que essa soma de experiências, no momento em que estou, conta muito para a minha formação.” – Iolanda Milagres, estudante do 6º período   “A SOGIMIG é uma grande parceira da Sociedade Mineiro de Pediatria e sempre escolhe temas instigantes para a programação. Parabéns! O aprimoramento técnico e o compartilhamento de experiências me motivaram a participar. Destaco os temas relacionados à gestação, ao atendimento ao bebê na sala de parto e na fase da adolescência.” – Márcia Machado, pediatra   “Este ano a SOGIMIG preparou um grande Congresso para nós. Temas muito interessantes foram apresentados e foi uma importante oportunidade para atualização técnica para os médicos.” – Stephanie Quaresma, ginecologista obstetra   CMGO 2024   Acompanhe as mídias sociais da SOGIMIG e fique por dentro de todas as notícias sobre o XVI Congresso Mineiro de

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Alerta Urgente AMB

AMB e entidades divulgam nota contra a resolução 487 do Conselho Nacional de Justiça, que ordena o fechamento de Hospitais de Custódia e Tratamento Psiquiátrico, o que resultará na soltura de cerca de 5800 criminosos que cumprem penas nessas instituições.

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Participe dessa Campanha

Ser solidário é um ato de amor! E você já pensou em fazer a sua parte hoje? Participe de mais uma Campanha ‘Cobertor e Agasalho do Bem’: seja solidário e aqueça o corpo e o coração de quem precisa. O frio já está começando e sua ajuda será muito bem-vinda. ATÉ QUANDO DOAR Até o dia 31 de maio, estaremos recebendo cobertores e agasalhos nos postos de coleta da AMMG, CRM MG, Fencom, Sinmed MG e Sammg. Confira os endereços em nosso post. INICIATIVA A Campanha é uma iniciativa da Associação Médica de Minas Gerais, Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, Sindicato dos Médicos de Minas Gerais, Federação Nacional das Cooperativas Médicas e Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais. Contamos com a sua doação POSTOS DE DOAÇÃO

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Café com Ciência na AMMG

Café com Ciência acontece na AMMG Revista Médica e a relação da microbiota e o câncer são temas A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebe e integra, na próxima terça-feira, 9 de maio, 18h, no auditório Borges da Costa, o ‘Café com Ciência’, encontro científico mensal do Instituto Mário Penna. O tema desta oitava edição é ‘Microbiota e Câncer: uma visão multidirecional da doença’. O evento é gratuito, aberto para médicos e acadêmicos de medicina. A iniciativa consiste em simpósios que favorecem o desenvolvimento do saber científico e promovem reflexões sobre a oncologia e a produção acadêmica no Brasil. AMMG apresenta a RMMG O diretor científico da AMMG, Agnaldo Soares Lima, fará a apresentação da Revista Médica de Minas Gerais (RMMG). A publicação está em sua 33ª edição. É um periódico científico de acesso aberto, revisão por pares e de publicação em fluxo contínuo com fechamento anual de volumes. Conquistou neste ano, qualificação B2 do Qualis Capes. A RMMG é indexada ·        Lilacs, ·        DOAJ, ·        Latindex. Presença nas bases ·        EBSCO, ·        Diadorim, ·        Google Scholar, ·        Portal Capes ·        BVS.   Acesse a Revista https://rmmg.org/Home   Como publicar Deseja submeter para avaliação artigos originais, revisões sistemáticas, relatos de casos, comentários, pontos de vista e imagens inéditas da sua especialidade? Converse conosco: revistamedica@ammg.org.br / (31) 3247-1612.   Como participar do Café com Ciência ·        Data: 9/05/2023 – terça-feira ·         Horário: 18h às 21h ·         Inscrição: https://www.sympla.com.br/evento/8-edicao-do-cafe-com-ciencia/1973088

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Notícias

Valorize o especialista

Oftalmologista precisa ser valorizado   7 de maio é a data em que se celebra o profissional responsável pela saúde dos olhos   Em 7 de maio é comemorado o Dia do Oftalmologista, profissional responsável pela saúde dos olhos. Dados da pesquisa Demografia Médica, realizada em 2022 e divulgada este ano pela Associação Médica Brasileira (AMB), revela que do total de 495.716 registros de médicos com títulos de especialistas 17.967 são oftalmologistas. O especialista precisa ser valorizado, pois no mercado ainda há pessoas não habilitadas que insistem em oferecer tratamentos oculares: são os optometristas.   A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) alertam para que os cidadãos consultem apenas com médicos oftalmologistas. O diretor da SMO e da AMMG, Luiz Carlos Molinari, lembra um caso recente ocorrido em Belo Horizonte. “Em fevereiro deste ano, um optometrista foi condenado, em primeira instância, a não praticar atos privativos de médico oftalmologista. O ocorrido foi parar nas mídias e a ação já estava sendo movida pela SMO desde maio de 2021”, explica.   CONSULTA É COM O ESPECIALISTA Molinari ressalta que somente o especialista consegue identificar possíveis problemas nos olhos e indicar tratamentos adequados como, por exemplo, uso de óculos e/ou lentes corretivas quando necessários. “A atenção com a saúde ocular deve acontecer durante todas as fases da vida. Tem início na gestação, nos cuidados com a mãe durante o pré-natal, e nos recém-nascidos submetidos ao teste do olhinho, capaz de detectar, ainda na maternidade, doenças como catarata e glaucoma congênitos, tumor e outros problemas oculares.” Tanto na rede privada quando no Sistema Único de Saúde (SUS), o médico oftalmologista deve ser o especialista a ser consultado a quaisquer sinais de problemas nos olhos. As principais doenças oculares, responsáveis pela maior parte dos atendimentos feitos no Brasil pelos oftalmologistas, são: Catarata; Glaucoma; Conjuntivite; Retinopatia diabética; Degeneração macular relacionada à idade; Erros de refração; Traumas oculares; e outros. FORMAÇÃO O diretor da AMMG e da SMO destaca que para se formar um médico oftalmologista são necessários seis anos do curso de medicina, mais três anos de residência na especialidade ou até cinco anos dependendo da subespecialidade. “Essa formação é o que torna o profissional capaz de cuidar da saúde ocular da população de maneira competente. Por meio de cursos não reconhecidos não é possível se fazer uma boa oftalmologia que é uma especialidade médica. Quem deve cuidar da comunidade em termos de saúde ocular é realmente o médico oftalmologista.”

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Roda de conversa imperdível

Você é nossa convidada para uma amorosa roda de conversa sobre a maternidade, suas alegrias e desafios. Cláudia Barbosa Salomão, presidente dos Comitês Científicos de Ginecologia Infanto Puberal da Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e da Sociedade Mineira de Pediatria (SMP); Inessa Beraldo de Andrade Bonomi, presidente eleita da Sogimig e Walnéia de Almeida Moreira, diretora da AMMG e médica do trabalho, falam sobre: 🚺 Gravidez tem hora certa? Impactos na adolescência e após os 40 anos; 🚺 A mãe e a sexualidade – A maternidade, suas transformações e sua influência na vida do casal; 🚺 A mãe e a vida profissional – Os desafios de conciliar a maternidade e o trabalho. 🕐 Encontro Presencial. Inscrições pelo Sympla: https://4et.us/rt49u8

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Notícias

Valorize o especialista

Oftalmologista precisa ser valorizado   7 de maio é a data em que se celebra o profissional responsável pela saúde dos olhos   Em 7 de maio é comemorado o Dia do Oftalmologista, profissional responsável pela saúde dos olhos. Dados da pesquisa Demografia Médica, realizada em 2022 e divulgada este ano pela Associação Médica Brasileira (AMB), revela que do total de 495.716 registros de médicos com títulos de especialistas 17.967 são oftalmologistas. O especialista precisa ser valorizado, pois no mercado ainda há pessoas não habilitadas que insistem em oferecer tratamentos oculares: são os optometristas.   A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e a Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) alertam para que os cidadãos consultem apenas com médicos oftalmologistas. O diretor da SMO e da AMMG, Luiz Carlos Molinari, lembra um caso recente ocorrido em Belo Horizonte. “Em fevereiro deste ano, um optometrista foi condenado, em primeira instância, a não praticar atos privativos de médico oftalmologista. O ocorrido foi parar nas mídias e a ação já estava sendo movida pela SMO desde maio de 2021”, explica.   CONSULTA É COM O ESPECIALISTA Molinari ressalta que somente o especialista consegue identificar possíveis problemas nos olhos e indicar tratamentos adequados como, por exemplo, uso de óculos e/ou lentes corretivas quando necessários. “A atenção com a saúde ocular deve acontecer durante todas as fases da vida. Tem início na gestação, nos cuidados com a mãe durante o pré-natal, e nos recém-nascidos submetidos ao teste do olhinho, capaz de detectar, ainda na maternidade, doenças como catarata e glaucoma congênitos, tumor e outros problemas oculares.” Tanto na rede privada quando no Sistema Único de Saúde (SUS), o médico oftalmologista deve ser o especialista a ser consultado a quaisquer sinais de problemas nos olhos. As principais doenças oculares, responsáveis pela maior parte dos atendimentos feitos no Brasil pelos oftalmologistas, são: Catarata; Glaucoma; Conjuntivite; Retinopatia diabética; Degeneração macular relacionada à idade; Erros de refração; Traumas oculares; e outros. FORMAÇÃO O diretor da AMMG e da SMO destaca que para se formar um médico oftalmologista são necessários seis anos do curso de medicina, mais três anos de residência na especialidade ou até cinco anos dependendo da subespecialidade. “Essa formação é o que torna o profissional capaz de cuidar da saúde ocular da população de maneira competente. Por meio de cursos não reconhecidos não é possível se fazer uma boa oftalmologia que é uma especialidade médica. Quem deve cuidar da comunidade em termos de saúde ocular é realmente o médico oftalmologista.”

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Geral

Exposição Coisas de Minas

Espaço Cultural abriga ‘Coisas de Minas’ Mais uma vez, o Studio Sergio Cioglia traz ao Espaço Cultural Otto Cirne uma exposição coletiva. As artistas plásticas Eloisa Marcolino e Doralice B. Pereira retrataram cidades históricas, trem, fogão à lenha, jabuticabeiras, enquanto Sérgio Cioglia homenageia as mães com pássaros e flores. Intitulada ‘Coisas de Minas’, a mostra de pinturas é recebida durante o mês de maio. A primeira formação do trio difere muito do mundo das artes. Medicina com especialização em pediatria é a titulação de Eloisa Marcolino. Hoje aposentada como médica, formou-se em Ikebana, cursou uma extensão na Universidade Federal de Minas Gerais em desenho e iniciação à pintura. Sob orientação de Cioglia, aprendeu pintura acrílica. Doralice B. Pereira é graduada e pós-graduada em Geografia. Em 2018, passou a se dedicar totalmente ao trabalho artístico e, além das aulas no Studio para a atual mostra, fez pintura no Centro de Extensão da Faculdade de Letras e de Belas Artes da UFMG. Sérgio Cioglia é formado em Eletrônica e é bacharel em Artes Plásticas pela Escola Guignard, com habilitação em Pintura e Escultura. ESTILO Com estilo figurativo, Eloisa procura inspiração no belo e na harmonia das cores. “Considero cada quadro como um desafio a ser superado.” Realista, Doralice vê o real com outros olhares e se transporta com leveza para outras dimensões que a inspiram na produção das obras. Como maiores inspirações, Sérgio tem a natureza e figuras humanas: “Capturar a alma humana observando as expressões, olhares e particularidades de um rosto com pinceladas é sem dúvida meu maior desafio na pintura”, revela o artista que se autointitula realista e surrealista. As peças de ‘Coisas de Minas’ serão comercializadas e ficarão expostas até o final do mês de maio de 8h às 21h, de segunda a sábado. O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Mina Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes. CONTATO Médicos não associados e artistas não médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda. Interessados devem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação, pelo telefone (31) 3247 1608 ou e-mail comunicacao@ammg.org.br.

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Maio Roxo alerta para as DIIs

Especialistas alertam sobre as doenças inflamatórias intestinais  E maio a cor roxa, que celebra o tema, ilumina a sede da Associação Médica de Minas Gerais, em Belo Horizonte As doenças inflamatórias intestinais (DIIs) estão cada vez mais presentes na população. Apesar de não ter cura, especialistas explicam que existem tratamentos. Para alertar a população sobre o tema, a sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), em Belo Horizonte, é iluminada de roxo. A Sociedade Mineira de Coloproctologia (SMCP), durante todo o mês de maio, fala em suas redes sociais sobre as DIIs, dentre elas a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn. Ainda nos dias 18 e 19 de maio, acontecerá o IbdDay, um evento voltado para médicos que procuram atualização científica sobre o assunto nas áreas da coloproctologia, endoscopia e gastroenterologia. Saiba mais no site: www.ibdday.com.br. As doenças inflamatórias intestinais causam quadros de inflamação no sistema digestivo podendo causar diarreias, sangramentos e complicações gastrointestinais como obstrução, fístulas e até câncer. De acordo com presidente da SMCP, Juliano Alves Figueiredo, é preciso falar sobre o tema para ajudar a entender melhor o problema e possibilitar que o paciente busque ajuda especializada. Quais são elas A doença de Crohn, a mais comum entre as DIIs, é uma inflamação que pode se manifestar em qualquer parte do tubo digestivo – que vai da boca até o ânus. “Não é contagiosa e surge tanto em adultos como em crianças. Também é cientificamente comprovado que fatores como o tabagismo, maus hábitos alimentares e contato com certos tipos de vírus e bactérias podem alterar a evolução da enfermidade”, explica Figueiredo. Ao contrário da doença de Crohn, a retocolite ulcerativa apresenta inflamação quase que, exclusivamente, na mucosa do intestino grosso e é mais frequente em pacientes mais velhos. Geralmente, o diagnóstico das enfermidades é realizado por meio de exames laboratoriais, radiológicos, colonoscopia e biópsia do intestino. “Ambas podem ser tratadas por meio do uso de medicações orais e injetáveis e, em casos mais graves, pode ser indicada a cirurgia”, comenta o médico. Segundo Figueiredo, sem causa comprovada, as DIIs podem estar ligadas a fatores hereditários e imunológicos, sendo agravadas pelos maus hábitos de vida. Atingem ambos os sexos, indistintamente, e o diagnóstico acontece geralmente por volta da terceira década de vida. As DIIs acometem, principalmente, jovens em plena atividade, limitando temporária ou definitivamente suas ocupações habituais, influenciando o comportamento na escola, no trabalho, no relacionamento social e familiar, na autoimagem e na atividade sexual.   Sintomas mais comuns Diarreia com ou sem a presença de muco ou sangue; Dor no abdômen; Perda de peso e febre; Surgimento de feridas e inflamações na região do ânus; Inflamações na boca (conhecidas clinicamente como estomatites); Cólicas; Dificuldade para eliminação de gases intestinais.

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