
Assembleia Geral AMB
28 de março de 2025, às 14h Plataforma online da AMB www.amb.org.br Inscrições até às 18h do dia 21 de março
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28 de março de 2025, às 14h Plataforma online da AMB www.amb.org.br Inscrições até às 18h do dia 21 de março

Entidades médicas recomendam como padrão ouro o rastreamento com mamografia a partir dos 40 anos para todas as mulheres As mulheres com menos de 50 anos e com mais de 70 devem ter garantido acesso aos exames de rastreamento de câncer de mama pela rede de planos de saúde no País. Essa é a principal conclusão de parecer técnico encaminhado na quarta-feira (26) à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em resposta ao pedido de informações feito pela autarquia às entidades médicas que acompanham o tema. O documento elaborado pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), por meio de sua Comissão Nacional de Mamografia (CNM), faz uma análise criteriosa do impacto negativo de uma possível restrição a esse serviço e aponta os benefícios de sua extensão à população dessas faixas etárias. O texto também leva a assinatura da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) e Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), e conta com o aval da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama). Para o mastologista e vice-presidente da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Gabriel de Almeida Silva Júnior, que também apoia esse movimento, é fundamental levar essa informação ao público de maneira mais simples possível e massiva. “Muitas mulheres não sabem quando começar a prevenção e, pior, diante disso, não lutam por seus direitos e ficam à mercê de um diagnóstico tardio, podendo levar a descoberta da doença em estágios preocupantes, onde não há muito o que se fazer.” Além disso, o diagnóstico nos estágios iniciais melhora a qualidade de vida das pacientes e reduz custos com tratamentos oncológicos complexos. Estudos analisados pelo CBR apontam que rastrear a doença entre 40 e 74 anos pode contribuir para a queda na mortalidade. “Estes achados levantam a preocupação quanto à necessidade de reconsiderar as estratégias de prevenção primária e secundária nesse grupo de mulheres jovens, garantindo-lhes acesso aos exames de rastreamento por meio dos planos de saúde e na rede pública de atendimento”, destaca a presidente da Comissão Nacional de Mamografia e vice-presidente da Sociedade Mineira de Radiologia (SMR), Ivie Braga de Paula. ACESSE A ÍNTEGRA DO PARECER TÉCNICO SOBRE ACESSO A MAMOGRAFIA O posicionamento entra no escopo da discussão promovida pela ANS por meio de consulta pública que propõe a inclusão de medidas proativas nos planos critérios de saúde para o rastreamento do câncer de mama em mulheres de 50 a 69 anos, com mamografias a cada dois anos. Especialistas e entidades médicas acreditam que a iniciativa da Agência abre espaço para que as operadoras limitem o acesso dessa população a esses exames. Detecção precoce Na avaliação do texto assinado pelas entidades, entre as vantagens do rastreamento do câncer de mama na população geral apontadas no trabalho, que agora está sob a análise da ANS, estão a detecção precoce de tumores, o que reduz as chances de tratamentos cirúrgicos extensos, incluindo a mastectomia, e de necessidade de quimioterapia. Além disso, o diagnóstico precoce gera maior qualidade de vida para as mulheres que tiveram a doença, reduz custos com tratamentos oncológicos complexos e, sobretudo, estimula a queda na mortalidade provocada pela doença em mulheres com idades entre 40 e 74 anos. Para chegar a essa conclusão, foram analisados dezenas de estudos publicados em algumas das principais revistas científicas do mundo. A incidência do câncer de mama tem aumentado no mundo nas últimas décadas, com uma taxa de crescimento de 0,5% ao ano. Apesar desse aumento global, persistem disparidades significativas entre regiões com diferentes níveis socioeconômicos. Um estudo que avaliou dados de 185 países demonstrou que a incidência oscilou de 25 casos por 100 mil mulheres em países de média e baixa renda (incluindo regiões da África e Leste Asiático) até mais de 85 casos por 100 mil mulheres em países de alta renda (como os situados na América do Norte, Europa e Austrália). No Brasil, para o triênio de 2023 a 2025, estima-se que ocorrerão 73.610 novos casos de câncer de mama por ano. Isso corresponde a um risco estimado de 66,54 novos casos para cada 100 mil mulheres. Esses números colocam o câncer de mama como o mais incidente entre as mulheres em todas as regiões brasileiras, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) que revelam que a distribuição geográfica dessa doença no País revela uma heterogeneidade significativa. A maior incidência está presente no Sudeste (84,46 por 100 mil mulheres), seguido pelo Sul (71,44 por 100 mil), Centro-Oeste (57,28 por 100 mil), Nordeste (52,20 por 100 mil) e Norte (24,99 por 100 mil). Fatores de risco No documento, as entidades apontam que essa variabilidade regional pode ser atribuída a uma combinação de fatores, como diferenças na estrutura populacional, nos níveis de exposição a fatores de risco conhecidos (histórico familiar, fatores genéticos, hábitos de vida, entre outros) e no acesso a serviços de saúde, incluindo programas de rastreamento e diagnóstico precoce. Além disso, os dados revelam que a distribuição etária no câncer de mama no Brasil é diferente comparativamente aos países desenvolvidos. No País, há maior prevalência de tumores nas mulheres na pré-menopausa, abaixo dos 50 anos, conforme revelam uma série de trabalhos analisados. O estudo multicêntrico Amazona I, com representatividade de várias regiões brasileiras, demonstrou que 12% dos tumores ocorreram antes dos 40 anos, 32% dos 40 aos 50 anos e 56% acima dos 50 anos. Já nos Estados Unidos, 4% dos casos de câncer ocorreram antes dos 40 anos, 13% entre 40-49 anos, e 83% acima de 50 anos. Essa diferença também é observada em outros países em desenvolvimento. Pacientes jovens O parecer técnico aponta ainda que no Brasil, como em outras partes do mundo, se percebe o aumento dos tumores em pacientes jovens, abaixo de 40 anos, geralmente mais agressivos e com maior dimensão no diagnóstico. O documento mostra que um estudo com pacientes tratadas de câncer de mama entre 2009 e 2020 mostrou um aumento na proporção de casos da doença no subgrupo abaixo de 40 anos,

O CRM-MG tem a honra de receber Carla Madeira, uma das mais prestigiadas autoras da literatura brasileira contemporânea. Escritora dos best-sellers “Tudo é Rio”, “A Natureza da Mordida” e “Véspera”, Carla compartilhará suas reflexões sobre protagonismo feminino tanto em suas obras quanto em sua trajetória profissional, como empresária, publicitária e escritora. O evento contará com um bate-papo enriquecedor, com abertura para perguntas e uma sessão de autógrafos. Participe desta celebração em homenagem ao Dia da Mulher e inspire-se com essa história de talento e superação. 🗓️ Data: 07/03/2024🕢 Hora: de 19h às 21h30📍 Local: Sede CRM-MG (Rua dos Timbiras 1200, Boa Viagem)🎟️ Inscreva-se gratuitamente na plataforma de cursos do CRM-MG💡Evento aberto ao público geral📱Transmissão ao vivo pelo Youtube

Tomou posse no dia 21 de fevereiro em 2025, por meio de Assembleia Geral Ordinária convocada em 20 de dezembro de 2025, a nova diretoria da Sociedade Mineira de Medicina do Exercício e do Esporte (Smexe). Assumiu a presidência, para o triênio 2025/2027, o médico José Martins Juliano Eustáquio. Compõe a diretoria Mateus Marcatti (secretário geral), José, André Gualberto Jafeth Alves (vice-Presidente), Leandro Goursand Penna (tesoureiro), Leonardo Nunes Coelho Fantini (diretor Científico); Rodrigo Simões Castilho (diretor de Comunicação); Celso Furtado de Azevedo Filho (diretor de Defesa Profissional) e Ricardo Zenun Franco (diretor de Relações Comerciais). A presidente eleita para a próxima gestão é Carla Tavares Felipe Vieira. Durante a eleição, Martins apresentou as ações planejadas para o triênio, dando continuidade aos projetos realizados na gestão da médica Flávia Magalhães (2022/2024), e também do médico do esporte, Fabiano Condé Araújo, que presidiu a Smexe de 2019 a 2021, organizando o V Congresso Mineiro de Medicina do Exercício e do Esporte, e presidido por Martins. Para Martins, o congresso deixou um legado que precisa ser retomado devido a sua excelência. “Foram 50 trabalhos, sendo 35 aprovados para publicação nos anais do congresso na Revista Médica de Minas Gerais (Volume 31, Suplemento 3). Mais de 50 palestrantes nacionais e internacionais se empenharam para a realização de 12 aulas e 12 mesas-redondas com especialistas em suas áreas de atuação”, explica Martins. Gestão atual A atual gestão (2025/2027), pretende trazer de volta o Congresso Mineiro de Medicina do Exercício e do Esporte, chegando em sua sexta edição. Além deste encontro, a diretoria irá desenvolver mais parcerias com sociedades médicas mineiras para oferecer aulas conjuntas, apoiando projetos de educação continuidade. Também está em seus planos fomentar a aproximação com as federações esportivas mineiras, promovendo a educação continuada para profissionais não médicos ligados ao esporte. Martins e sua diretoria pretendem também retomar as campanhas que estão alinhadas à meta de reduzir o sedentarismo e prevenir doenças com fatores de risco modificáveis. Gestões anteriores De 2022 a 2024, a Smexe foi presidida pela médica do esporte, Flávia Magalhães, que participou de amplo debate sobre o risco do uso de anabolizantes, assim como outros importantes debates, como o incentivo à prática de exercícios físico para o bem- estar e saúde em geral. Na gestão de 2019 a 2021, assumiu o médico Fabiano Araújo, que promoveu 1° Curso de Princípios de Medicina Esportiva aos profissionais do futebol associados a Federação Mineira de Futebol (FMF). De acordo com Araújo, essas ações visavam fortalecer a formação e o diálogo entre os envolvidos na medicina esportiva e no esporte no estado, ampliando o alcance da Smexe. Apesar da pandemia COVID-19, a SMEXE, em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais (AMM), foram organizadas as campanhas anuais do ‘Janeiro Dourado’ nas cidades mineiras de Belo Horizonte e Uberaba, que promoveram a avaliação médica pré-participativa (APP) e hábitos saudáveis na prática esportiva. De acordo com Araújo, vale ressaltar o legado de inovação e gestão financeira ao entregar com um aumento de 10 vezes no caixa da sociedade para as gestões posteriores. “A nova diretoria aproveitará estas iniciativas, ajustando-as demandas atuais e fortalecendo a integração entre medicina esportiva e a comunidade do estado de Minas Gerais.” * Fabiano Araújo é médico do esporte, formado pela Fundação José Bonifácio Lafayette de Andrada (2004), com mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atua em consultório particular, realizando avaliações de desempenho com testes cardiopulmonares. Prescreve treinos personalizados para atletas de resistência (ciclistas e triatletas), integrando medicina esportiva e tecnologia, com foco em saúde e desempenho.

O Capitulo Mineiro da Associação Brasileira de Patologia do Trato Genital e Colposcopia (ABPTGIC MG) e a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) chamam a atenção para uma doença altamente prevenível e para a importância da vacina. Juntos nesse coro, a AMMG ilumina a sua sede e reforça a necessidade da realização dos exames de prevenção do câncer do colo do útero. A imunização está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde para meninas e meninos de 9 a 14 anos.

Em março, especialistas reforçam as orientações para prevenir a doença, mas os cuidados devem ocorrer durante todo ao ano A Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva – Regional Minas Gerais (Sobed MG), Associação Mineira de Gastroenterologia (AMG) e a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) realizam a campanha ‘Março Azul’, em alerta ao Câncer do Intestino. Durante todo o mês, com apoio das entidades regionais, alerta para os riscos da doença, prevenção, diagnóstico e tratamento. A partir do dia 19, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) ilumina sua sede chamando atenção para o tema. O câncer de cólon e reto ocupa uma das posições de maior relevância entre os tipos de câncer diagnosticados em Minas Gerais. A taxa de incidência varia conforme a faixa etária e o sexo, sendo mais frequente em pessoas acima de 50 anos, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O número estimado de casos novos em Minas Gerais por ano é de aproximadamente 5.380; sendo que 2.640 nos homens e 2.740, nas mulheres. As projeções apontam um crescimento contínuo dos casos no estado, seguindo o padrão de outras regiões brasileiras. Minas Gerais apresenta uma incidência de câncer de cólon e reto intermediária quando comparada a outros estados brasileiros. A taxa bruta de incidência estimada no estado é de 25,2 casos por 100.000 habitantes. Essa taxa é inferior à observada em estados do Sul do Brasil, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que apresentam algumas das maiores incidências do país. Mesmo assim, Minas ainda se mantém entre as mais altas do Sudeste. De acordo com o presidente da Sociedade Mineira de Coloproctologia (SMCP), Hélio Antônio Silva, o aumento pode estar associado a fatores como envelhecimento populacional, dieta rica em alimentos ultraprocessados, sedentarismo e predisposição genética. “O câncer de intestino abrange os tumores que se iniciam no cólon (parte do intestino grosso), no reto (a parte final do intestino, imediatamente antes do ânus) e no ânus – também é conhecido como câncer de cólon e reto ou câncer colorretal.” A boa notícia, explica o especialista, é que a doença pode ser evitada com exames de rastreamento e prevenção. “Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. A retirada desses pólipos durante o exame de colonoscopia consegue evitar que o câncer se desenvolva. Quando a doença é detectada. ainda pode ser tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser diagnosticada precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos.” PREVENÇÃO Atualmente, cerca de 85% dos casos é diagnosticado em fase avançada, o que aumenta os custos com o atendimento de saúde – cirurgias, quimioterapia, radioterapia – e diminui as chances de cura para um dos tumores malignos mais frequentes e fatais no país. A enfermidade incide em homens e mulheres de forma semelhante, principalmente, a partir dos 45 a 50 anos de idade. É preciso estar atento ao histórico familiar, antecipando o rastreio, de acordo com o médico, quando existe história familiar da doença. O presidente da SMCP explica que o tumor intestinal pode ser influenciado por diversos fatores de risco, incluindo histórico familiar de câncer, sobrepeso ou obesidade, idade igual ou superior a 45 anos, uma dieta rica em alimentos processados e carne vermelha, tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, e a presença de doenças inflamatórias intestinais, como retocolite ulcerativa e doença de Crohn. A prevenção primária, de acordo com o especialista, está fortemente ligada a um estilo de vida saudável, que inclui a prática regular de exercícios físicos, manutenção do peso ideal, abstenção do tabagismo e consumo moderado de bebidas alcoólicas. Além disso, os exames periódicos têm papel muito importante na prevenção (chamada de prevenção secundária) da doença. Pessoas (tanto homens quanto mulheres) acima de 45 anos, mesmo sem nenhum sintoma, devem procurar orientação médica para a realização dos exames preventivos. Aquelas que têm algum fator de risco devem começar os exames mais cedo, por volta dos 40 anos de idade. QUAIS OS SINTOMAS? COMO É FEITA A PREVENÇÃO: QUAL O TRATAMENTO? *O tratamento varia conforme o estágio da doença, a localização da lesão, além de seu tamanho e extensão.

PRONUNCIAMENTO OFICIAL SOBRE FISCALIZAÇÕES SENSACIONALISTAS Casos notórios recentes trouxeram à tona um problema crescente: a fiscalização sensacionalista realizada por agentes do Executivo e Legislativo. O tema é de extrema preocupação para o Conselho Superior das Entidades Médicas de Minas Gerais (COSEMMG), formado pelo Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), pela Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), pelo Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (SINMED-MG) e pela Academia Mineira de Medicina. Essas ações, conduzidas sem critérios técnicos, expõem profissionais de saúde e pacientes, desrespeitam a legislação e não contribuem para a solução dos reais desafios da saúde pública. O COSEMMG reforça que a fiscalização é fundamental para garantir a qualidade do atendimento e a segurança dos pacientes. No entanto, ela deve ser realizada por órgãos competentes, de maneira técnica e com foco em melhorias concretas. O uso dessas visitas como ferramenta de autopromoção ou espetáculo midiático distorce a realidade e ignora os verdadeiros problemas estruturais, além de promover um intenso desestímulo para o ingresso de novos profissionais, ou seja, contribui, na verdade, para o agravamento da situação, já sabidamente, precária. Além disso, o COSEMMG destaca que condições de trabalho adequadas e relações trabalhistas respeitosas são fundamentais para que os médicos possam exercer sua função com segurança e qualidade. A desvalorização dos profissionais e da medicina ética compromete diretamente a assistência prestada à população. Cada uma dessas entidades tem acompanhado de perto os casos recentes dentro de suas esferas de competência, atuando para garantir o respeito aos profissionais e a boa prática médica. Defendemos uma fiscalização responsável e orientada para resultados efetivos, garantindo que a saúde pública avance de forma digna e estruturada. Seguimos atentos e atuantes na defesa da boa medicina em Minas Gerais Conselho Superior das Entidades Médicas de Minas Gerais (COSEMMG): Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (SINMED-MG) e Academia Mineira de Medicina.

🗣️Participam do novo PodCast da AMMG, o presidente da Urezoma, Delano Carneiro, o presidente da Associação Médica de Leopoldina, Paulo Lupatini, e o vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, que fala sobre inteligência artificial. Ouça aqui: https://4et.us/sroe3p

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Acontece no dia 15 de fevereiro, a 517º Urezoma em Leopoldina em parceria com a Associação Médica de Leopoldina (AML), a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG). Na programação serão apresentadas palestras sobre temas como ‘Como reduzir meus plantões, cuidando do meu dinheiro’, ‘Cuidados Paliativos’. ‘Registro de Qualificação de Especialidade – Posicionamento do STF’, ‘Exercício ilegal da medicina’ e ‘Judicialização da medicina’. O vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, participa do encontro com a palestra sobre ‘Uma abordagem da Inteligência Artificial na saúde’. Participam do debate sobre ‘Associativismo, o presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG), Ricardo Hernane L. Gonçalves de Oliveira; o conselheiro do CRM MG, João Batista Gomes Soares; o presidente do Sindicado dos Médicos de Minas Gerais, Jordani Campos Machado, o diretor de Assuntos do Interior da AMMG, Lincoln Lopes Ferreira; o presidente da AML, Paulo Rubens Lupatini e o presidente da Urezoma, Delano Carlos Carneiro. Na ocasião, os participantes ainda terão a apresentação do programa do próximo Congresso Mineiro da História da Medicina e do II Congresso da História da Medicina de Juiz de Fora.