Autor: Renata Clímaco

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Terça Cultural: Medicina sem pressa Assista na íntegra no Canal do YouTube da AMMG O auditório Borges da Costa, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais (Cencon AMMG), ficou cheio na noite de 27 de agosto para ouvir o especialista em Clínica Médica Breno Figueiredo Gomes e o gastroenterologista e hepatologista Guilherme Santiago sobre o tem ‘Medicina sem pressa’. O encontro, que faz parte do Terça Cultural da AMMG, contou com a mediação do neurocirurgião e escritor Jair Leopoldo Raso e o apoio da Academia Mineira de Medicina e da Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais.

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Um olhar sob a medicina

‘Medicina sem pressa’ sob olhares atentos O auditório Borges da Costa, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais (Cencon AMMG), ficou cheio na noite de 27 de agosto para ouvir o especialista em Clínica Médica Breno Figueiredo Gomes e o gastroenterologista e hepatologista Guilherme Santiago sobre o tem ‘Medicina sem pressa’. O encontro, que faz parte do Terça Cultural da AMMG, contou com a mediação do neurocirurgião e escritor Jair Leopoldo Raso e o apoio da Academia Mineira de Medicina e da Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais. Olhares atentos Sob olhares atentos, o encontro foi aberto pela diretora Científica da AMMG, Sinara Mônica de Oliveira Leite.  “Estamos com uma plateia seleta e convidados importantíssimos. Precisamos todos refletir sobre o assunto hoje e praticar essa medicina.” Santiago, que também é integrante da Academia Mineira de Medicina, abriu sua palestra falando sobre o projeto Pensar Medicina, com o objetivo de atingir jovens médicos, mas estendendo-se para todas as faixas etárias. “É importante refletir que, hoje, vivemos uma fábrica de doenças. Check-up aleatório é filão de negócio. É uma medicina mercantil. Os melhores sistemas de saúde do mundo não permitem esse tipo de atividade. Existe um embasamento científico que comprova que isso não gera impacto na medicina preventiva”. Santiago reforçou que o diagnóstico precoce é importante, mas não deve acontecer pela busca incessante de doenças. “O que gera uma realização de exames exagerados e sem nenhuma precisão.” Na opinião de Guilherme Santiago, a medicina contemporânea é marcada por excessos: investigações desnecessárias, achados irrelevantes, intervenções injustificáveis. “Isso é preocupante, porque pode adoecer gente sadia e degradar o sistema de saúde”. Na apresentação do especialista em clínica médica, Breno Figueiredo Gomes, ele chamou a atenção que é preciso refletir sobre o que é a medicina. “Ela é cuidar, claro que ela engloba dar diagnósticos, mas ela é mais do que isso. Preocupar-se, dar atenção, manifestar interesse. E é isso que não estamos fazendo e nossos pacientes estão reclamando. Antigamente tínhamos pouco recurso e muita atenção. E hoje vivemos o contrário.” Figueiredo, lembrou do olhar que é preciso o médico ter também sobre a gestão. “Nasce um novo médico. Nasce hoje um novo cliente. Hoje, há muito mais informação. Vários questionamentos e é preciso aprender e ouvir, fazer uma medicina bem feita. “A valorização extrema da anamnese, da boa relação médico-paciente-familiares-colegas, do olho no olho, do cuidado genuíno. É imprescindível ouvir seu paciente, ele pode te mostrar aonde melhorar.”   Ao final, o neurocirurgião, escritor e diretor de teatro, Jair Leopoldo Raso mediou os debates e a manifestação dos convidados. Leituras importantes Os convidados puderam ainda adquirir os livros ‘As sutilezas da medicina – soft skills para profissionais da área da saúde’, de autoria do médico Breno Gomes Figueiredo e do psiquiatra Luís Augusto Dias Malta e ‘Medicina excessiva – sua causa e seus impactos’, de Guilherme Santiago. Veja em nosso Youtube O evento foi transmitido pelo YouTube da AMMG: https://www.youtube.com/@sigaammg/streams. Acesse para rever ou caso não tenha visto. Encontro imperdível. Fotos: Gláucia Rodrigues

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O respeito nos une

Capacitismo: o que precisamos saber sobre o preconceito com as pessoas com deficiência Conheça a história e o legado deixado pelo neurocirurgião Luiz Roberto que nos traz grandes aprendizados sobre o preconceito e a discriminação. Lamentavelmente, Dr. Luiz nos deixou durante a divulgação dessa campanha, mas seu legado e suas valiosas contribuições sobre o tema capacitismo permanecerão vivos. Quase 19 milhões de pessoas com mais de 2 anos possuem algum tipo de deficiência, representando 8,9% da população brasileira, segundo as informações do Censo 2022. Apesar desse grande número, o preconceito e a discriminação com as Pessoas com Deficiência (PCD) continuam obstruindo o caminho rumo à inclusão. “Coitadinho, especial, limitado, incapaz” são apenas alguns dos termos que grande parte das pessoas com deficiência já ouviu. Como consequência, além das condições de natureza física, sensorial, mental ou intelectual que enfrentam, essas pessoas ainda têm que lidar com o capacitismo. Capacitismo: o que é? O capacitismo é a discriminação ocorrida por meio de determinados tratamentos, formas de comunicação, práticas e barreiras que impedem o pleno exercício da cidadania das pessoas com deficiência. Ele é caracterizado, principalmente, quando se pressupõe que alguém é incapaz apenas pelo fato de possuir alguma deficiência. Segundo dados do Disque 100, canal de denúncias do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), foram registradas 394.482 violações contra as pessoas com deficiência no país em 2023. Na comparação com 2022, o crescimento foi de 50%. Entre os tipos de denúncias mais recorrentes, destacam-se negligência à integridade física (47 mil denúncias), exposição de riscos à saúde (43 mil), maus tratos (37 mil) e tortura psíquica (34 mil). Conheça a história do Luiz Roberto* *O depoimento do Luiz Roberto foi gravado em abril deste ano. Durante a divulgação da campanha “Diversidade e Respeito”, ele nos deixou, mas seu legado e suas valiosas contribuições sobre o tema “capacitismo” permanecerão vivos em nossos corações. Sua história e compromisso com a inclusão continuarão inspirando cada um de nós. Nosso agradecimento especial à família do Dr. Luiz Roberto, que autorizou a veiculação deste conteúdo. Luiz Roberto, médico Neurocirurgião por mais de 35 anos, professor da PUC Minas por mais de 40 anos, contou em depoimento como conseguiu tornar-se médico mesmo com as limitações físicas adquiridas ainda bebê, quando enfrentou a poliomielite. “A minha infância foi marcada por grandes dificuldades motoras devido às sequelas da poliomielite. Tenho uma atrofia muscular importante, com fraqueza na perna e no braço direito. A minha família era muito pobre e eu morava muito distante da escola. Com isso, não conseguia frequentar as aulas regularmente e acabei concluindo o ensino infantil apenas aos 14 anos de idade. Nessa época, fui morar com os meus tios, que considero como pais, e a minha vida tomou um rumo mais tranquilo.” Luiz contou que o preconceito acabou impedindo-o de viver uma infância comum a qualquer garoto da sua idade. “Quando criança me chamavam de aleijadinho e isso me deixava com muita raiva. Eu não entendia que isso era preconceito, mas com essas falas fui criando dentro de mim mesmo um preconceito pessoal, o que acabou me impedindo de fazer coisas básicas como vestir short para não expor a perna, usar sempre camisas de manga longa para não mostrar o braço atrofiado.” Somente após vencer a barreira pessoal é que Luiz Roberto passou a encarar os julgamentos com mais coragem. “Na vida adulta, eu sempre tive um bom relacionamento com os meus colegas, mas percebia os olhares quando achavam que eu não tinha capacidade para fazer determinadas coisas devido à minha condição física.” Depois de formado, Luiz optou pela neurocirurgia, especialidade considerada complexa do ponto de vista físico, já que grande parte das cirurgias são muito longas e os profissionais atuam na maior parte do tempo em pé. Apesar de ter tratado as adversidades vividas com leveza, Luiz Roberto lamentou que pessoas com necessidades especiais sejam vítimas de preconceito e tenham a capacidade profissional questionada devido às limitações físicas. E deixou um recado aos colegas médicos. “O médico é um formador de opinião e com importância fundamental nessa luta contra o preconceito. Em especial, contra o capacitismo, você pode orientar familiares e as pessoas, de um modo geral, como devem se comportar diante do indivíduo com necessidade especial, respeitando e entendendo que não há limitações quando se quer. ” CLIQUE E ASSISTA AO VÍDEO DO MÉDICO LUIZ ROBERTO. Fique por dentro: termos e atitudes capacitistas :: Alguns exemplos de termos capacitistas são: “dar uma de João sem braço”, “não temos braço para isso”, “desculpa de aleijado é muleta”, “cego de raiva, sequelado, maluco, retardado, mongoloide, demente, capenga, deformado, surdo/mudo. :: Já atitudes capacitistas acontecem, por exemplo, quando: há surpresa porque uma pessoa com deficiência concluiu a graduação, a pós, ou outro curso; não entendem como uma PCD consegue cuidar dos filhos, morar sozinha ou ser independente; dizem que a pessoa com deficiência parece “tão normal”. Confira mais informações no site https://comunicacao.unimedbh.com.br/diversidade que traz uma cartilha explicativa e todas as informações sobre a campanha.

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Medicina sem pressa

Terça Cultural debate medicina sem pressa Terça Cultural: Medicina sem pressa Data: 27 de agosto Horário: 19h30 Local: Centro de Convenções e Eventos da AMMG (Avenida João Pinheiro, 161, Centro, BG/MG) Inscrições: https://www.sympla.com.br/terca-cultural—medicina-sem-pressa__2578431 No dia 27 de agosto, especialistas falam sobre como exercer a atividade médica sem excessos e no tempo adequado A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), com apoio da Academia Mineira de Medicina (AMM), realiza no dia 27 de agosto, às 19h30, mais uma edição da ‘Terça Cultural’, com o tema ‘Medicina sem pressa’. No Centro de Convenções e Eventos da AMMG (Avenida João Pinheiro, 161, Centro), o especialista em Clínica Médica Breno Figueiredo Gomes e o gastroenterologista e hepatologista Guilherme Santiago trazem reflexões sobre os possíveis excessos no exercício da profissão e habilidades importantes que os médicos precisam desenvolver. O encontro será mediado pelo neurocirurgião Jair Leopoldo Raso. Na opinião de Guilherme Santiago, a medicina contemporânea é marcada por excessos: investigações desnecessárias, achados irrelevantes, intervenções injustificáveis. “Isso é preocupante, porque pode adoecer gente sadia e degradar o sistema de saúde”, avalia. Ele explica que há uma distorção do conceito de medicina preventiva, que não pode ser baseado na procura incessante por doenças. “Muitos fatores contribuem para essa atitude excessiva; por parte do médico, o tecnicismo exacerbado, a relação clínica acelerada e desatenta, as influências mercantis e as pressões do grande capital. Por parte dos pacientes, a expectativa irracional de que a tecnologia permite garantir saúde e eliminar riscos.” Segundo ele, com base científica, é mais fácil encontrar saúde verdadeira por caminhos mais simples e racionais. Breno Figueiredo Gomes considera as habilidades não técnicas necessárias para se tornar um médico completo de verdade. Trata-se das “soft skills”, habilidades leves em tradução direta, que são, por exemplo, comunicação, trabalho em equipe, capacidade empática, habilidade social, autocuidado, entre outras. Para o especialista em clínica médica, é necessário “demostrar que essas habilidades são tão importantes quanto as técnicas, que não passam de obrigação de todos os médicos”. Figueiredo revela que a ‘slow medicine’ ou medicina sem pressa é uma denominação da boa medicina. “A valorização extrema da anamnese, da boa relação médico-paciente-familiares-colegas, do olho no olho, do cuidado genuíno.” Ele completa que exames jamais podem substituir a atenção real ao paciente, e sim complementá-la. “A boa medicina é a solução para o sistema de saúde. Vamos discutir isso!” LANÇAMENTOS DE LIVROS Na ocasião, os palestrantes irão lançar seus respetivos livros. Breno Gomes Figueiredo apresenta ‘As sutilezas da medicina – soft skills para profissionais da área da saúde’, em parceria com o psiquiatra Luís Augusto Dias Malta e Guilherme Santiago lança ‘Medicina excessiva – sua causa e seus impactos’ INSCRIÇÕES https://www.sympla.com.br/terca-cultural—medicina-sem-pressa__2578431 Saiba mais sobre os convidados: Breno Figueiredo Gomes Pai da Malu e da Bebela, casado com a Camila.  Clínico Geral com 23 anos de prática. Coordenador da Equipe de Clínica Médica 5 da Rede Mater Dei de Saúde. ⁠Professor da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Guilherme Santiago Gastroenterologista, hepatologista, preceptor de residência e professor de semiologia. Coordena o Núcleo de Ensino e Pesquisa do Ipsemg e é titular da Academia Mineira de Medicina. Jair Leopoldo Raso Médico, escritor e diretor de teatro. Professor adjunto e secretário geral da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais. Curador de arte e cultura da Fundação Educacional Lucas Machado. Neurocirurgião dos hospitais Biocor e Unimed BH. Formado em medicina pela Faculdade de Medicina de Barbacena, tem especialização em neurocirurgia vascular e da base do crânio na George Washington University (EUA). Mestre e doutor em neurocirurgia pela Universidade Federal de Minas Gerais. Membro titular da Academia Mineira de Medicina. Bacharel em Filosofia pela UFMG.  Diretor da Med&Cena Produções.

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✅ A equipe da AMMG está sempre pronta para atender seus associados e o autoatendimento eletrônico, via WhatsApp, proporciona ainda mais agilidade. ✅ Por meio dele, você acessa a declaração de associado, necessária para utilização de diversos benefícios como plano de saúde e descontos nos produtos e serviços ofertados. ‼️ Fale conosco: (31) 3247 1600.

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Novo PodCast AMMG

✅ Médicos se reúnem em Ubá para a realização da Urezoma. A programação conta com a participação dos representantes das entidades médicas, especialistas com temas científicos e acadêmicos de medicina. A Urezoma ocorre mensalmente e é itinerante entre as filiadas da Zona da Mata. 👂Ouça o PodCast e participe: https://4et.us/simjkr

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Notícias Filiadas

Urezoma Ubá

No dia 24 de agosto acontece a 514º Urezoma Ubá em parceria com a Associação Médica de Ubá (AMU), a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) e o Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM MG). Na programação serão apresentadas palestras sobre ‘Manifestações cutâneas associadas e doenças sistêmicas’; ‘Saúde digital e inteligência artificial na medicina’ e o ‘Exercício da medicina dentro de parâmetros éticos’.   Participam da mesa redonda sobre ‘Desafios contemporâneos da medicina’, o vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior; o presidente do CRM MG, Ricardo Hernane L. Gonçalves de Oliveira; o presidente da AMU, Luiz Carlos Vieira de Almeida Júnior; o presidente da Urezoma, Delano Carneiro; os conselheiros efetivo do CRM MG, João Batista Gomes Soares e Cláudio Renato Barros Carneiro; o delegado seccional efetivo do CRM MG de Ubá; Rafael Couto Marques e diretor Administrativo da Unimed Ubá, Carlos Augusto Mokdeci Khouri.

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SMO oferece atualização

✅ A Sociedade Mineira de Oftalmologia (SMO) realiza no dia 19 de outubro, de 8h às 13h, o Curso de Neuro-Oftalmologia: diagnósticos e condutas em neuro-oftalmologia. ✅ O curso é aberto a médicos, neurologistas, oftalmologistas, residentes em áreas afins e acadêmicos de medicina. Inscreva-se: https://doity.com.br/curso-neuro-oftalmologia-smo

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Saúde Vascular em alerta

Com informação adequada e busca de orientação profissional é possível prevenir uma série de doenças que acometem a saúde vascular. Procure um médico angiologista para te acompanhar de perto. E pensando na importância da saúde vascular, a Associação Médica de Minas Gerais apoia a campanha promovida pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), com apoio da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular -Regional Minas Gerais (SBACV MG) e ilumina a sua sede. A SBACV lançou em agosto de 2023, a segunda edição da Cartilha de Cuidados com a Saúde Vascular. Desta vez, o manual aborda os tipos de aneurismas, suas complicações e a importância do diagnóstico, do acompanhamento e do tratamento. O material é digital e gratuito. Acesse pelo link: https://sbacv.org.br/storage/2023/07/Cartilha-CampanhaAgosto-2023-1.pdf Como se prevenir Fonte: Sbacv

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Dica de especialista

Ciclo Menstrual e o impacto na pele Especialista explica como a alimentação e métodos contraceptivos podem ser aliados.  O equilíbrio da vida profissional com rotinas de autocuidado é parte importante para um corpo saudável, e isso inclui a atenção dedicada à pele. O que muitas mulheres ainda não sabem é que adaptar os cuidados com a pele (skincare), ao ciclo menstrual pode gerar benefícios. A médica e membro da diretoria da Sogimig, Ines Katerina Cavallo Cruzeiro, explica que o ciclo menstrual feminino é marcado por alterações hormonais que afetam diretamente a condição da pele. “Principalmente após a ovulação, há uma concentração de progesterona circulante, aumentando a oleosidade da pele e favorecendo o surgimento ou aumento das acnes. Nesse período do ciclo menstrual, é indicado evitar o consumo de alimentos mais oleosos, porque eles podem potencializar esses efeitos”, afirma a médica. Os métodos contraceptivos, segundo Ines, além de evitar uma gestação indesejada, têm papel importante na redução desses efeitos. Esse resultado se dá, principalmente por meio de métodos orais combinados, porque muitos deles têm estrogênio (em geral, o etinilestradiol), substância que promove aumento de uma enzima no fígado, reduzindo a circulação de testosterona livre e auxiliando na queda da oleosidade da pele. A especialista ainda ressalta que na gestação também há uma alteração hormonal importante, com elevação da progesterona. Esse hormônio, que tem alguma semelhança com a testosterona, pode ativar alguns receptores e resultar no surgimento ou aumento da acne no rosto e nas costas. Entender essas variações hormonais é essencial para adotar uma abordagem mais personalizada e eficaz de skincare. Como cada organismo reage de uma forma diferente às variações hormonais, alimentação e aos métodos contraceptivos, é fundamental que a mulher procure um médico ginecologista e, também, dermatologista para ter um resultado satisfatório e com toda segurança necessária. Sobre a SOGIMIG A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. —————————————— Flávio Amaral  Assessoria de Imprensa Sogimig  (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br  +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes

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