Sociedades de Especialidades

MASTOLOGIA

A Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional de Minas Gerais congrega médicos que tem interesse comum na especialidade e visa agregar benefícios tais como reconhecimento da categoria, valorização da especialidade, trabalho junto as comissões nacionais para honorários médicos, atualização científica e confecção de protocolos, realização de eventos, promoção de cursos preparatórios para a prova do TEM, intermediação da especialidade com a população e, mais recentemente, a realização do site da regional de Minas Gerais para oferecer estes recursos por meio da internet. Os médicos especialistas que participam desta sociedade podem e devem participar de todas as atividades desenvolvidas com o intuito que promover o crescimento da entidade e a valorização do especialista.

O PROFISSIONAL
A mastologia é especialidade médica que se dedica ao estudo das glândulas mamárias. É quem estuda, previne, diagnostica, trata e reabilita todas as doenças da mama. Quando estivermos diante de qualquer suspeita ou diagnóstico de quaisquer alterações nas mamas ou necessitarmos de respostas para dúvidas a esse respeito, devemos recorrer ao mastologista.

SOCIEDADE BRASILEIRA DE MASTOLOGIA – REGIONAL MG

Presidente: Dr. Henrique Lima Couto  

Telefone:

(31) 3247-1613

E-mail:

mastologia@ammg.org.br

Instagram:

@sbmmastologiamg

NOTÍCIAS

Encontro Multidisciplinar

No dia 21 de outubro, as 19h30, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais, acontece o Encontro Multidisciplinar Outubro Rosa. Voltado à atualização científica, à comunicação médica e aos desafios atuais no cuidado com o câncer de mama, reunirá especialistas de diversas áreas para discutir evidências, condutas, tratamentos, novidades em torno do Câncer de Mama. O encontro é uma promoção da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG), Sociedade de Radiologia e Diagnóstico de Minas Gerais (SRMG), Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Sociedade de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC), Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais, Associação  (SBCP MG), Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade (AMMFC), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas Gerais (SBOC MG), Sociedade Brasileira de Genética Médica – Regional Minas Gerais (SBGM MG), a Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg), Ação Solidária as Pessoas com Câncer (Aspec), Pérolas de Minas e Associação de Prevenção do Câncer na Mulher (Asprecam) Em 2026, com o Slogan ‘A vida nos une, o cuidado nos move’, chama a atenção para o cuidado com o câncer de mama como um movimento de acolhimento. Cada ação, cada gesto de apoio e cada informação compartilhada ajuda a transformar essa realidade. CENÁRIO Em um cenário em que o Brasil registra cerca de 73,6 mil novos casos por ano, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), falar do tema é uma forma concreta de salvar vidas — porque, quando a doença é identificada no início, as chances de cura podem superar 95% em muitos casos. FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO E CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

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AMMG recebe especialista

A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebeu, na noite de terça-feira (6 de outubro), a professora Anne Gompel com a palestra sobre ‘Terapia Hormonal da Menopausa (THM) segundo a expertise Francesa e avaliação de risco de câncer de mama’, com a moderação do professor do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da UFMG, coordenador do Ambulatório de Climatério do HC UFMG e pós Doc na Unidade de Ginecologia Endócrina do Hospital Cochin, em Paris, Márcio Rodrigues. O evento foi uma realização da AMMG, Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e Sociedade Brasileira de Mastologia Regional Minas Gerais (SBM MG). Para o presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, o encontro além de abrir as atividades do Outubro Rosa, reforça o papel do médico para além do diagnóstico e tratamento do câncer de mama. “Estamos juntos pela valorização da qualidade de vida das mulheres.” O presidente da Sogimig, Eduardo Batista Cândido, enalteceu a parceria entre as sociedades de especialidades e a importância de debater a medicina de qualidade aliado à ciência. Henrique Lima Couto, presidente da SBM MG, agradeceu a presença dos colegas e a possibilidade de transmitir o evento online, permitindo assim a disseminação do conhecimento também para o interior. Em sua palestra, Gompel apresentou os diferentes tipos de câncer de mama e a importância da avaliação para a indicação do THM, levando em conta cada caso, seus benefícios e riscos. A especialista também mostrou dados sobre a importância de levar em consideração a incidência de câncer de mama na família, assim como a idade, obesidade, sedentarismo, tabagismo e ingestão alcoólica, dentre outros, para o aumento dos casos da doença. “É muito importante levar em conta o histórico familiar e fazer uma árvore genealógica, seguindo os graus de parentesco para avaliar o risco do desenvolvimento do câncer da mama.”   Após a palestra participaram dos debates, o presidente da SBM MG, Henrique Lima Couto; a vice-presidente da Sociedade Mineira de Radiologia (SMR), Ivie Braga; Maribene Bahia, diretora do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Mineira de Cardiologia e a diretora Cientifica da Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt) e diretora de Comunicação e Marketing da AMMG, Walnéia Cristina de Almeida Moreira. As perguntas foram abertas também aos participantes. Sobre Anne Gompel Professora Emérita de Endocrinologia Reprodutiva e Ginecologia da Universidade Paris Cité, Gompe foi chefe do Departamento de Endocrinologia Ginecológica do Hospital Port Royal Cochin, em Paris. Formou-se em endocrinologia e ginecologia médica, obtendo o título de médica pela Universidade de Paris em 1981 e o de doutora em 1987. Possui responsabilidades acadêmicas nacionais na gestão da especialidade de Ginecologia como presidente Honorária do Colégio Nacional de Professores de Ginecologia Médica. Gompel desenvolveu pesquisas biológicas básicas sobre células mamárias e hormônios, com foco no papel da progesterona e dos progestágenos em células mamárias normais e cancerosas, além de prática clínica e publicações na área de menopausa, contracepção, hormônios e doenças sistêmicas. Atuou como membro do Conselho de diversas sociedades internacionais (EMAS, IMS, ESC). É membro do Conselho da ISGE e vice-presidente da Sociedade Francesa de Menopausa. Publicou extensivamente nas áreas de menopausa, contracepção, angioedema induzido por bradicinina e câncer de mama. É membro do Conselho Editorial da revista Climacteric e revisora ​​de diversos periódicos internacionais. PALESTRA ONLINE Para assistir a palestra acesse o Canal do YouTube da AMMG pelo link: https://youtube.com/live/r-atod2Q9Ok?feature=share Veja os registros de fotos: https://www.flickr.com/photos/185103191@N03/albums/72177720336043019/with/55574926931 Fotos: Gláucia Rodrigues

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Palestra Anne Gompel

Abrindo as atividades do ‘Outubro Rosa’, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebe, no dia 6 de outubro, as 19h, a professora Anne Gompel, para palestrar sobre ‘Terapia Hormonal da Menopausa segundo a expertise Francesa e avaliação de risco de câncer de mama’. A moderação ficará a cargo do especialista Márcio Rodrigues, professor associado do Departamento de Ginecologia e Obsetrícia da UFMG, coordenador do Ambulatório de Climatério do HC UFMG e pós Doc na Unidade de Ginecologia Endócrina do Hospital Cochin, em Paris. O evento é uma promoção da Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG) e da AMMG. Professora Emérita de Endocrinologia Reprodutiva e Ginecologia da Universidade Paris Cité, Gompe foi chefe do Departamento de Endocrinologia Ginecológica do Hospital Port Royal Cochin, em Paris. Formou-se em endocrinologia e ginecologia médica, obtendo o título de médica pela Universidade de Paris em 1981 e o de doutora em 1987. Possui responsabilidades acadêmicas nacionais na gestão da especialidade de Ginecologia como presidente Honorária do Colégio Nacional de Professores de Ginecologia Médica. Desenvolveu pesquisas biológicas básicas sobre células mamárias e hormônios, com foco no papel da progesterona e dos progestágenos em células mamárias normais e cancerosas, além de prática clínica e publicações na área de menopausa, contracepção, hormônios e doenças sistêmicas. Atuou como membro do Conselho de diversas sociedades internacionais (EMAS, IMS, ESC). É membro do Conselho da ISGE e vice-presidente da Sociedade Francesa de Menopausa. Publicou extensivamente nas áreas de menopausa, contracepção, angioedema induzido por bradicinina e câncer de mama. É membro do Conselho Editorial da revista Climacteric e revisora ​​de diversos periódicos internacionais. INSCRIÇÕES ABERTAS AQUI

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Câncer de Mama

A informação e o diagnóstico precoce são as ferramentas mais poderosas para aumentar as chances de cura e salvar vidas. Neste ano, o Slogan A vida nos une, o cuidado nos move!, reforça que o cuidado é um movimento de acolhimento. Durante o Outubro Rosa, vamos falar da importância do autocuidado durante toda a vida. Em outubro, a cor rosa ilumina o mês para reforçar a luta contra o câncer de mama, o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e a sede da Associação Médica de Minas Gerais se veste de rosa. DADOS CÂNCER DE MAMA O câncer de mama faz parte da realidade de milhares de pessoas no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama, por ano, até 2028. Ter acesso à informação de qualidade pode mudar os números de incidência, ajudar a compreender a jornada e buscar o apoio correto, quando necessário, no decorrer da jornada.Conhecer os fatores de risco, adotar hábitos saudáveis, estar atento aos sinais de alerta e saber quando procurar atendimento são iniciativas que salvam vidas. SAIBA MAIS SOBRE O CÂNCER DE MAMA O câncer de mama se caracteriza pela proliferação anormal, de forma rápida e desordenada, das células do tecido mamário. A doença se desenvolve em decorrência de alterações genéticas. Porém, isso não significa que os tumores da mama são sempre hereditários. Em seu funcionamento normal, o corpo substituiu as células antigas por células novas e saudáveis. As mutações genéticas podem alterar a habilidade da célula de manter sua divisão e reprodução sob controle, produzindo células em excesso, formando o tumor. Um tumor pode ser benigno (não perigoso para a saúde) ou maligno (tem o potencial de ser perigoso). Os benignos não são considerados cancerígenos: suas células têm aparência próxima do normal. Elas crescem lentamente e não invadem os tecidos vizinhos, nem se espalham para outras partes do corpo. Já os tumores malignos são cancerosos. Caso suas células não sejam controladas, podem crescer e invadir tecidos e órgãos vizinhos, eventualmente se espalhando para outras partes do corpo. O câncer de mama consiste em um tumor maligno que se desenvolve a partir de células da mama. Geralmente, ele começa nas células do epitélio que reveste a camada mais interna do ducto mamário. Mais raramente, o câncer pode começar em outros tecidos, tais como o adiposo e o fibroso da mama. O câncer de mama pode ser “in situ”, aquele em que ainda não há risco de invasão e metástase, com chances de cura de aproximadamente 100%. Mesmo os tumores invasivos (quando invadem a membrana basal da célula) podem ser curados se o diagnóstico for estabelecido em fase precoce. As alterações nos genes podem ser herdadas (casos dos cânceres hereditários) ou adquiridas. O câncer de mama hereditário corresponde a cerca de 5% a 10% dos casos, ou seja, quando existem parentes de primeiro grau com a doença. Portanto, 90% dos casos decâncer de mama não têm origem hereditária. As alterações genéticas, que são chamadas mutações, podem ser determinadas por vários fatores, entre eles: exposição a hormônios (estrogênios), irradiação na parede torácica para tratamento de linfomas, excesso de peso, ausência de atividade física, excesso de ingestão de gordura saturada e álcool. Fonte: Sociedade Brasileira de Mastologia

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Desbravando o ChatGPT

Quer incorporar a Inteligência Artificial à sua rotina profissional com segurança, critério técnico e aplicação prática?Inscreva-se no curso “Desbravando o ChatGPT: Ferramentas para o Dia a Dia”. A formação é ministrada pelo Dr. Antônio Toledo — Doutor em Infectologia, especialista em Inteligência Artificial e professor em Ciências da Saúde. O programa foi estruturado de forma objetiva e estratégica, abordando desde a produção qualificada de conteúdo até a otimização de fluxos de trabalho e tomada de decisão com apoio da IA. 💻 Modalidade: 100% online, na plataforma da Associação Médica de Minas Gerais📚 Inclui: videoaulas, eBook exclusivo e materiais complementares para download🎯 Benefício: 20% de desconto para associados da AMMG Informações e inscrições:https://ensino.ammg.org.br/ Conteúdo objetivo, aplicável e direcionado à utilização estratégica da IA desde a produção de conteúdo até a otimização de rotinas profissionais. Mais informações: http://ammg.org.br

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Outubro Rosa em ação

No último domingo, 19 de outubro, foi celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama e para marcar a data e o mês em que diversas atividades acontecem para reforçar a importância de falar sobre o tema, aconteceu a Caminhada Outubro Rosa e a 1ª Corrida Aspec. Participantes se reuniram na Praça JK  em um percurso de 3 km até a Praça da Bandeira. O objetivo foi promover a conscientização sobre a importância do rastreamento e do diagnóstico precoce do câncer de mama. O encontro foi uma promoção da Aspec Solidária e conta com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG); Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig); Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt); Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais (SBCP MG); Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg); Sociedade Mineira de Radiologia (SMR); Sociedade Mineira de Medicina do Exercício e do Esporte – José Martins Juliano Eustaquio (Smexe); Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade – Douglas Vinícius Reis Pereira (AMMFC); Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG) e Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas (Sboc MG). Além da caminhada e a corrida, foram promovidas atividades coletivas físicas como alongamento e exercícios aeróbicos. Especialistas também estiveram presentes, tirando as dúvidas e falando da importância de inserir na rotina de vida hábitos de vida saudáveis que incluem uma boa alimentação, a prática de atividades físicas e o abandono ao tabagismo. Números Nas mulheres brasileiras, o câncer de mama é o mais incidente (depois do de pele não melanoma), com 74 mil casos novos previstos por ano até 2025. No entanto, nem todas as mulheres receberão o diagnóstico, por não realizarem exames de rotina ou não procurarem assistência médica ao sinal de alterações nas mamas. A situação reflete a desigualdade no acesso aos serviços de saúde e as deficiências de informação que impactam diretamente o cenário. De acordo com o mastologista e vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, é importante dizer a todas as mulheres que estar em movimento é um ato de se prevenir contra o câncer de mama e outros cânceres também. “É importante fazer os exames de rotina, ter o acompanhamento médico, mas antes de tudo, as mudanças vem de dentro, de uma nova postura que inclui hábitos de vida saudáveis.” Além disso, o diagnóstico nos estágios iniciais melhora a qualidade de vida das pacientes e reduz custos com tratamentos oncológicos complexos. Estudos analisados pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico (CBR) por Imagem apontam que rastrear a doença entre 40 e 74 anos pode contribuir para a queda na mortalidade. Entenda sobre os exames de rastreamento O Ministério da Saúde anunciou no dia 23 de setembro uma mudança histórica na política nacional de rastreamento do câncer de mama: a partir de agora, mulheres de 40 a 49 anos poderão realizar mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS) mesmo sem sinais ou sintomas da doença, mediante decisão conjunta com o profissional de saúde. A medida revoga as barreiras que dificultavam o acesso desse grupo etário ao exame e aproxima o Brasil das recomendações das principais sociedades médicas do mundo. SBM defende rastreamento desde 2008 A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) considera esta medida uma vitória para a saúde da mulher brasileira. Desde 2008, a entidade recomenda que o rastreamento mamográfico seja iniciado aos 40 anos, em frequência anual, posição defendida com base em evidências científicas e na realidade epidemiológica do país. “Há muitos anos a SBM luta para que as brasileiras tenham acesso ao rastreamento precoce a partir dos 40 anos. Cerca de 40% dos casos de câncer de mama são diagnosticados entre os 40 e 50 anos, o que mostra o quanto essa decisão pode salvar vidas. Esta é uma conquista de toda a sociedade e resultado de um trabalho persistente de sensibilização junto ao poder público”, afirma Tufi Hassan, presidente da SBM. Entenda o que mudou Até então, o protocolo nacional de rastreamento recomendava a mamografia apenas para mulheres de 50 a 69 anos, com repetição a cada dois anos, independentemente de histórico familiar ou sintomas. Com o novo direcionamento do Ministério da Saúde, passam a valer as seguintes diretrizes: • Mulheres de 40 a 49 anos: passam a ter direito ao exame, a partir de decisão conjunta com profissional de saúde, mesmo sem sinais ou sintomas.• Faixa de 50 a 74 anos: segue com rastreamento regular a cada dois anos, mas agora com a faixa etária estendida até os 74 anos.• Acima de 74 anos: a indicação será personalizada, considerando histórico clínico e expectativa de vida. Segundo o Ministério, a ampliação de acesso para a faixa de 40 a 49 anos e a extensão até os 74 representam um convite para que mais mulheres realizem o exame regularmente, fortalecendo o diagnóstico precoce. Fotos: Gláucia Rodrigues VEJA TODAS AS FOTOS AQUI

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