Sociedades de Especialidades

GINECOLOGIA

A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) foi fundada em 02 de junho de 1945 . A entidade atua em todo o Estado de Minas Gerais e possui relações com associações congêneres, do país e no exterior. A entidade é filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Seus pilares de ação são a atualização científica, defesa profissional, valorização profissional e interiorização. A SOGIMIG mantem parcerias com as entidades envolvidas com a defesa profissional e a saúde da mulher, nossos objetivos são a educação continuada, melhores condições de trabalho e valorização para o ginecologista e obstetra mineiro.

O PROFISSIONAL
Ginecologia e obstetrícia é uma especialidade médica que opera no campo da obstetrícia e da ginecologia e à qual se acede após treinamento de pós-graduação universitária para o acompanhamento da saúde reprodutiva da mulher e para o tratamento de complicações obstétricas, incluída a prática cirúrgica.

ASSOCIAÇÃO DOS GINECOLOGISTAS E OBSTETRAS DE MINAS GERAIS

Presidente: Dr. Eduardo Batista Cândido

Telefone:

(31) 3222-6599

E-mail:

sogimig@sogimig.org.br

NOTÍCIAS

Reposição hormonal

Reposição hormonal: o que é verdade e o que é mito sobre o tratamento na menopausa Terapia pode melhorar qualidade de vida, mas ainda gera dúvidas sobre riscos, indicações e efeitos colaterais. A reposição hormonal ainda é cercada por dúvidas e receios entre muitas mulheres, especialmente durante o climatério, fase de transição para a menopausa. Indicada para aliviar sintomas causados pela queda dos hormônios, a terapia pode trazer benefícios importantes quando bem orientada, mas a desinformação ainda é um dos principais obstáculos para o acesso ao tratamento. Segundo a médica ginecologista e membro da diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (SOGIMIG), Luciana Calazans, a reposição hormonal consiste na administração de estrogênio, isolado ou combinado à progesterona, com o objetivo de compensar a redução fisiológica desses hormônios. “A principal indicação é no climatério, especialmente na perimenopausa e nos primeiros anos após a menopausa, quando os sintomas costumam impactar mais a qualidade de vida”, explica. Entre os sintomas mais comuns estão os fogachos (ondas de calor) e a sudorese noturna. No entanto, as queixas vão além. Alterações do sono, irritabilidade, dificuldade de concentração e sintomas geniturinários, como ressecamento vaginal e dor na relação, também estão entre os fatores que levam as mulheres a buscar o tratamento. Apesar dos benefícios, a terapia hormonal ainda é alvo de mitos, associados a interpretações antigas de estudos científicos. “Houve uma generalização dos riscos no passado, sem considerar o perfil das pacientes. Hoje sabemos que, quando bem indicada, a terapia tem um perfil de segurança muito mais favorável”, afirma a especialista. Um dos principais questionamentos está relacionado ao risco de câncer. De acordo com a médica, a resposta depende do tipo de terapia e das características da paciente. O uso combinado de estrogênio e progesterona pode estar associado a um discreto aumento do risco de câncer de mama em uso prolongado. Já o estrogênio isolado, indicado para mulheres que retiraram o útero, não demonstrou aumento desse risco. A indicação da reposição hormonal não é universal. Nem todas as mulheres precisam do tratamento. “A decisão deve considerar a presença de sintomas, o impacto na qualidade de vida e o perfil de risco individual”, explica. Além do controle dos fogachos, a terapia pode contribuir para melhora do sono e dos sintomas geniturinários. Em alguns casos, também pode impactar positivamente o humor e a vida sexual, especialmente quando reduz o desconforto durante a relação. Outro ponto importante é o momento de início do tratamento. Existe o conceito de “janela de oportunidade”, em que a reposição hormonal apresenta melhor relação entre riscos e benefícios. “O ideal é iniciar antes dos 60 anos ou até 10 anos após a menopausa”, destaca. A crença de que terapias hormonais “naturais” ou manipuladas são mais seguras também não se sustenta. Segundo a especialista, não há evidência de superioridade dessas formulações em relação às terapias convencionais, além de possíveis variações de dose e menor controle de qualidade. O uso de hormônios sem acompanhamento médico também representa risco. A automedicação pode levar a complicações como sangramentos anormais, alterações no endométrio e eventos tromboembólicos. Para mulheres que apresentam sintomas, mas ainda têm receio do tratamento, a orientação é buscar avaliação especializada. “A decisão deve ser baseada em informação de qualidade, análise individualizada e diálogo entre médica e paciente. Quando bem indicada, a terapia hormonal pode ser uma ferramenta segura e eficaz para melhorar a qualidade de vida”, conclui. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ———————————– Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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ISTs silenciosas

ISTs silenciosas reforçam importância da testagem regular Infecções podem evoluir sem sintomas e causar infertilidade, além de complicações na gestação. As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) continuam sendo um importante problema de saúde pública no Brasil, principalmente por um fator preocupante: muitas delas evoluem de forma silenciosa, sem sintomas aparentes, o que favorece a transmissão e dificulta o diagnóstico precoce. Entre as ISTs mais comuns no Brasil, a sífilis representa um desafio para a saúde pública. Segundo dados Ministério da Saúde, divulgados no Boletim Epidemiológico de Sífilis 2025, mostram que o país registrou, em 2024, cerca de 256 mil casos de sífilis adquirida, aproximadamente 89 mil casos em gestantes e cerca de 24 mil casos de sífilis congênita, quando a infecção é transmitida da mãe para o bebê. Segundo a médica ginecologista Raphaela Conrado, membro do Comitê de Sexologia da SOGIMIG, entre as ISTs silenciosas mais comuns também estão clamídia, gonorreia, HPV, HIV nas fases iniciais e hepatite B. “Doença sexualmente transmissível não tem cara! Muitas dessas infecções podem permanecer por meses ou até anos sem causar sintomas evidentes. A pessoa pode não apresentar dor, corrimento ou lesões visíveis e só descobrir a doença em exames de rotina ou quando já existem complicações”, explica. Quando não diagnosticadas e tratadas corretamente, as ISTs podem trazer consequências importantes para a saúde reprodutiva feminina. Entre os riscos estão doença inflamatória pélvica, infertilidade, dor pélvica crônica, gravidez ectópica e complicações durante a gestação. Algumas infecções também podem ser transmitidas da mãe para o bebê durante a gravidez ou no parto. A sífilis, por exemplo, pode causar aborto, parto prematuro, além da transmissão para o recém-nascido. Já o HPV está diretamente associado ao câncer do colo do útero. “As ISTs têm impacto direto na fertilidade e na gestação. Por isso, o rastreio faz parte da rotina do pré-natal e o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações”, destaca a médica. Testagem mesmo sem sintomas Entre os exames considerados essenciais para o rastreamento estão os testes rápidos, disponíveis nos centros públicos de saúde, com resultado em 30 minutos, para HIV, sífilis e hepatites. Além desses, há também o exame preventivo (Papanicolau), que ajuda a identificar alterações relacionadas ao HPV. Também existem exames específicos para clamídia e gonorreia, feitos a partir de secreção vaginal ou urina. A frequência dos exames deve ser individualizada, mas a recomendação geral é manter acompanhamento ginecológico regular. Mulheres com vida sexual ativa devem realizar testagem sempre que houver mudança de parceria ou situação de risco. “O preventivo deve ser feito a partir dos 25 anos, conforme as recomendações do Ministério da Saúde. Já os testes para ISTs devem ser feitos periodicamente, principalmente quando há novas parcerias”, orienta. Prevenção é a melhor estratégia O uso do preservativo continua sendo a principal forma de prevenção contra ISTs. Além disso, a especialista reforça a importância da vacinação contra HPV e hepatite B, testagem regular e tratamento adequado das pessoas infectadas e de seus parceiros. “A vacina contra HPV é uma ferramenta extremamente importante porque previne o câncer do colo do útero. Quanto maior a cobertura vacinal, maior a proteção da população”, afirma Raphaela. Outro ponto fundamental apontado pela médica é o diálogo aberto entre o casal e com o médico, reduzindo estigmas e facilitando o diagnóstico precoce. Para a especialista, a ausência de sintomas não significa ausência de doença. Por isso, a prevenção deve fazer parte da rotina de cuidados com a saúde: “A maioria dessas infecções não dá sinais no início, mas pode trazer consequências importantes. Fazer exames periódicos é uma forma de autocuidado e de proteção da saúde sexual e reprodutiva”, conclui. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ——————————– Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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Alerta para a adenomiose

ABRIL ROXOAlerta para a adenomiose: doença que pode causar dor intensa e sangramento anormal Condição ginecológica pode afetar a fertilidade e a qualidade de vida, mas ainda é pouco conhecida e frequentemente diagnosticada de forma tardia. Cólica menstrual intensa é normal? Sangramento aumentado durante a menstruação deve ser considerado algo comum? Essas são algumas das dúvidas mais comuns e que a campanha Abril Roxo, mês de conscientização sobre a adenomiose, busca esclarecer ao chamar a atenção para uma doença ginecológica caracterizada pela presença do tecido endometrial que normalmente reveste a parte interna do útero, infiltrado na musculatura uterina, podendo provocar dor, aumento do fluxo menstrual e impacto significativo na qualidade de vida. Segundo o médico ginecologista e membro da diretoria da Sogimig, Eduardo Cunha, um dos principais desafios ainda é combater a normalização dos sintomas. “Não é normal sentir dor intensa ou ter sangramento excessivo durante o período menstrual. Esses sinais precisam ser investigados, porque podem indicar alguma doença ginecológica”, explica. Entre os principais sinais da adenomiose estão o aumento do fluxo menstrual, cólicas progressivas e dor pélvica. Em muitos casos, a mulher menstrua nas datas habituais, mas percebe uma piora gradual na intensidade das dores e no volume do sangramento. De acordo com o especialista, a cólica considerada fora do padrão costuma ser aquela que deixa de responder a medidas simples, como analgésicos leves ou calor local (compressa quente), e passa a interferir na rotina da paciente. “Quando a dor começa a se intensificar progressivamente e impacta as atividades do dia a dia, é importante investigar. Existem várias doenças que podem causar esses sintomas, e o diagnóstico correto é fundamental”, destaca. Além do desconforto físico, a adenomiose também pode interferir na fertilidade. Mulheres com a doença podem apresentar maior dificuldade para engravidar e risco aumentado de complicações gestacionais. Adenomiose x endometriose Apesar de frequentemente confundidas, adenomiose e endometriose são doenças diferentes. Na adenomiose, o tecido semelhante ao endométrio cresce dentro da parede muscular do útero, o que pode causar aumento do órgão, dor e sangramento intenso. Já na endometriose, esse tecido se desenvolve fora do útero, podendo atingir ovários, intestino, bexiga e outras estruturas da pelve. Embora tenham sintomas parecidos, como cólica menstrual intensa e dor pélvica, o diagnóstico e as abordagens de tratamento podem ser diferentes, o que reforça a importância da avaliação especializada. Diagnóstico Para confirmação do diagnóstico, o médico pode solicitar exames de imagem, como o ultrassom transvaginal e a ressonância magnética. O tratamento varia conforme a idade, a intensidade dos sintomas e o desejo reprodutivo da paciente. Entre as opções estão terapias hormonais, medicamentos para controle da dor e dispositivos intrauterinos hormonais. Nos casos em que a mulher já teve filhos e apresenta sintomas importantes, pode ser indicada cirurgia. “Em situações específicas, a retirada do útero pode ser necessária e resolver definitivamente o problema”, explica o médico. Embora anteriormente fosse mais associada a mulheres entre 30 e 40 anos com histórico de múltiplas gestações, hoje se sabe que a adenomiose também pode atingir mulheres jovens e sem filhos. Entre os fatores de risco estão: multiparidade, início precoce da menstruação, ciclos menstruais curtos e obesidade. “Muitas mulheres ainda escutam que cólica forte é algo normal ou ‘coisa de mulher’, mas isso não é verdade. Dor e sangramento excessivo precisam de avaliação do ginecologista de confiança, porque podem estar relacionados a doenças tratáveis”, reforça Eduardo Cunha. Sobre a Sogimig A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica, além da defesa e valorização dos profissionais da área. ————————————- Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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Desbravando o ChatGPT

Quer incorporar a Inteligência Artificial à sua rotina profissional com segurança, critério técnico e aplicação prática?Inscreva-se no curso “Desbravando o ChatGPT: Ferramentas para o Dia a Dia”. A formação é ministrada pelo Dr. Antônio Toledo — Doutor em Infectologia, especialista em Inteligência Artificial e professor em Ciências da Saúde. O programa foi estruturado de forma objetiva e estratégica, abordando desde a produção qualificada de conteúdo até a otimização de fluxos de trabalho e tomada de decisão com apoio da IA. 💻 Modalidade: 100% online, na plataforma da Associação Médica de Minas Gerais📚 Inclui: videoaulas, eBook exclusivo e materiais complementares para download🎯 Benefício: 20% de desconto para associados da AMMG Informações e inscrições:https://ensino.ammg.org.br/ Conteúdo objetivo, aplicável e direcionado à utilização estratégica da IA desde a produção de conteúdo até a otimização de rotinas profissionais. Mais informações: http://ammg.org.br

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Março amarelo

Alerta para diagnóstico precoce da endometriose Condição pode começar na adolescência, comprometer a fertilidade e afetar outros órgãos. A endometriose é uma condição que pode provocar dor intensa, impacto na qualidade de vida e, em alguns casos, infertilidade. De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de prevalência é estimada entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva. Segundo o presidente do Comitê de Cirurgia e Endoscopia Ginecológica da SOGIMIG, Rodrigo Manieri Rocha, o problema pode surgir ainda na adolescência e não deve ser tratado como algo “normal”. A endometriose é caracterizada por uma formação tecidual com elementos específicos, compostos por células glandulares (semelhantes ao revestimento interno do útero) e fibrose intensa, muito possivelmente de origem congênita. Esse tecido pode estar implantado  nos ovários, no intestino, na bexiga e em estruturas profundas da pelve. Entre os principais sintomas estão dor durante a menstruação, dor nas relações sexuais, dor para evacuar ou urinar, alterações intestinais como constipação ou diarreia e dificuldade para engravidar. Algumas mulheres podem não apresentar sintomas evidentes, o que reforça a importância do acompanhamento ginecológico regular.  “Hoje sabemos que a dor não deve ser considerada normal. Qualquer dor menstrual que cause incômodo e atrapalhe o dia a dia merece investigação”, destaca o especialista. Apesar de historicamente considerada de difícil diagnóstico, a realidade vem mudando. “Com profissionais capacitados e o uso adequado do ultrassom transvaginal, é possível diagnosticar a endometriose com bastante eficiência”, afirma Rodrigo. A demora no diagnóstico, segundo ele, está mais relacionada ao acesso aos exames do que à ausência de métodos diagnósticos. Embora tenha relação com a infertilidade, a maioria das mulheres com a condição engravida espontaneamente. Em casos mais avançados, alternativas como preservação da fertilidade, congelamento de óvulos ou embriões e técnicas de reprodução assistida podem ser consideradas. Além do sistema reprodutivo, a condição pode comprometer outros órgãos. Intestino, bexiga, ureter e, em situações mais raras, diafragma e nervos da pelve. O tratamento inclui terapias hormonais para reduzir a atividade biológica da doença, cirurgia para remoção de lesões em casos específicos e medidas complementares como fisioterapia pélvica, atividade física, alimentação adequada e controle da dor. “É possível que a mulher tenha vida plena mesmo convivendo com a endometriose, desde que haja acompanhamento adequado”, explica. Segundo o médico, dor pélvica recorrente não deve ser ignorada. “Dor não é normal! Não é normal sentir dor intensa na menstruação, dor na relação ou dificuldade importante no funcionamento do intestino ou da bexiga. É fundamental procurar avaliação especializada para identificar a causa e evitar sofrimento desnecessário”, conclui. Sobre a SOGIMIG A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais é uma entidade filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Possui cerca de 2.000 associados e trabalha para a atualização científica e para a defesa e a valorização dos profissionais da área. ————————————————- Contato para imprensa: Flávio Amaral Assessoria de Imprensa Sogimig (31) 9 9235-9531 | flavio@maisinovacao.com.br +Inovação | Comunicação e Estratégias Inteligentes.

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Prevenção ao HPV

⁉️ Você sabe como se prevenir? ✅ A mulher pode se prevenir recebendo a vacina contra o vírus HPV. No entanto, é importante reforçar que a vacina não dispensa a necessidade dos exames, como o papanicolau, pois não protege a mulher de todos os tipos de vírus do HPV. ✅ O uso de preservativos também deve ser uma medida preventiva contra esse tipo de vírus, prevenindo também outras doenças sexualmente transmissíveis. #ammg #cancercolodoutero #prevenção #HPV

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