Sociedades de Especialidades

GINECOLOGIA

A Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) foi fundada em 02 de junho de 1945 . A entidade atua em todo o Estado de Minas Gerais e possui relações com associações congêneres, do país e no exterior. A entidade é filiada à Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Seus pilares de ação são a atualização científica, defesa profissional, valorização profissional e interiorização. A SOGIMIG mantem parcerias com as entidades envolvidas com a defesa profissional e a saúde da mulher, nossos objetivos são a educação continuada, melhores condições de trabalho e valorização para o ginecologista e obstetra mineiro.

O PROFISSIONAL
Ginecologia e obstetrícia é uma especialidade médica que opera no campo da obstetrícia e da ginecologia e à qual se acede após treinamento de pós-graduação universitária para o acompanhamento da saúde reprodutiva da mulher e para o tratamento de complicações obstétricas, incluída a prática cirúrgica.

ASSOCIAÇÃO DOS GINECOLOGISTAS E OBSTETRAS DE MINAS GERAIS

Presidente: Dr. Eduardo Batista Cândido

Telefone:

(31) 3222-6599

E-mail:

sogimig@sogimig.org.br

NOTÍCIAS

Debate Outubro Rosa

Médicos de diversas especialidades se reuniram, dia 21 de outubro, para o Encontro Multidisciplinar Outubro Rosa. Em sintonia com o tema da campanha de 2026, ‘A vida nos une, o cuidado nos move’, foram ministradas importantes aulas para um público atento que esteve presente no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais (Cencon AMMG) e acompanhou a transmissão online pelo canal do YouTube da AMMG. Voltado à atualização científica, à comunicação médica e aos desafios atuais no cuidado com o câncer de mama, foram debatidos evidências, condutas, tratamentos, novidades em torno do Câncer de Mama e a jornada da paciente desde a prevenção da doença, a descoberta, passando pelo diagnóstico até o tratamento. Na abertura, o mastologista e presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior falou sobre formatação do evento que teve como objetivo reunir várias especialidades para discutir a saúde da mulher sobre vários aspectos. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG), Henrique Lima Couto, a iniciativa levou em conta a importância da atuação de diversas especialidades na abordagem do câncer de mama e, também, a participação das instituições não governamentais que acompanham de perto a jornada das mulheres que passam pelo câncer de mama. No painel  ‘A imagem na detecção precoce e rastreamento’ , moderado pelo presidente da AMMG, o presidente da SBM MG falou sobre ‘Novo protocolo de diretrizes clínicas e terapêuticas do câncer de mama: Progressos e como avançar mais?’, com as vitórias de novas incorporações no Sistema Único de Saúde e os maiores desafios ainda a serem transpassados. A vice-presidente da Sociedade de Radiologia e Diagnóstico de Minas Gerais (SRMG), Ivie Braga de Paula reforçou sobre a importância dos exames de imagem para o rastreamento como ferramentas fundamentais no diagnóstico precoce e também da falta de organização o sistema como um todo para fazer a mulher chegar a consulta, fazer seus exames, antes mesmo de ter qualquer tipo de sintoma da doença. O endocrinologista, Márcio Weissheimer Lauria abordou o ‘Impacto dos agonistas do receptor de GLP1 na redução do risco de câncer de mama’, com a apresentação de pesquisas com dados científicos sobre o papel dos agonistas na redução do risco do câncer de mama. A ginecologista e obstetra, Larissa Aquino falou sobre o tema ‘Prevenção primária e reconhecimento de alto risco para câncer de mama’, ressaltando importância do rastreamento e dos fatores de risco para o desenvovimento da deonça. No painel  ‘Cuidado integral e qualidade de vida’, a vice-presidente da Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC), Tânia Félix Lorenzato da Fonseca Peixoto elencou sobre os ‘Cuidados cardiológicos associado ao tratamento sistêmico do câncer de mama’. A médica do trabalho, Adriana Souza Andrade, apresentou a aula sobre ‘Saúde ocupacional, retorno ao trabalho durante e após tratamento do câncer de mama’ e o cirurgião plástico, Eduardo Eustáquio Salera de Carvalho trouxe a abordagem sobre a ‘Reconstrução mamária imediata: deveria ser uma prioridade para a maioria dos casos?’, levando em conta a individualidade e o cenário no qual a mulher está inserida. No último painel, a vice presidente da SBM MG, Renata Capanema Saliba, moderou o tema central ‘Acesso e Desafios na Jornada´.  Ministraram as aulas, a oncologista Carolina Martins Vieira, com o tema ‘O desafio de garantir os melhores tratamentos no SUS e na Saúde Suplementar’. O médico radio-oncologista, Marcus Castilho com ‘A rede de radioterapia no estado de Minas Gerais, desafios assistenciais’ e o médico geneticista, Henrique Galvão, com a palestra ‘Câncer de mama no SUS: aconselhamento genético pré e pós teste’. Também fez parte deste quadro, Maria Luíza de Oliveira, coordenadora do Pérolas de Minas falando sobre ‘O que realmente as pacientes demandam no dia a dia?’.  Participaram do debate final o presidente da Ação Solidária às Pessoas com Câncer (Aspec), Marcelo Pedroso e a diretora administrativa da Associação de Prevenção do Câncer na Mulher (Asprecam), Cláudia Magalhães. Em todos os intervalos dos painéis, os especialistas discutiram com os participantes tópicos importantes e tiraram dúvidas sobre os temas.   O encontro foi realizado pela Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG), Sociedade de Radiologia e Diagnóstico de Minas Gerais (SRMG) e Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), com o apoio da Sociedade de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC), Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais, Associação  (SBCP MG), Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade (AMMFC), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas Gerais (SBOC MG), Sociedade Brasileira de Genética Médica – Regional Minas Gerais (SBGM MG), a Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg), Ação Solidária as Pessoas com Câncer (Aspec), Pérolas de Minas e Associação de Prevenção do Câncer na Mulher (Asprecam). Em 2026, com o Slogan ‘A vida nos une, o cuidado nos move’, chama a atenção para o cuidado com o câncer de mama como um movimento de acolhimento. Cada ação, cada gesto de apoio e cada informação compartilhada ajuda a transformar essa realidade. CENÁRIO O crescimento do número de casos de câncer de mama no Brasil é alarmante De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima-se que, em 2025, cerca de 74 mil novos casos sejam diagnosticados, o que torna o câncer de mama o tipo mais comum entre as mulheres no país. Conheça alguns números sobre o câncer de mama Incidência 1 em cada 3O câncer de mama é o tipo de câncer mais comum em todo o mundo, representando cerca de 1 em cada 3 casos de câncer diagnosticados em mulheres no Brasil. Estimativas 74 mil/ano Nas mulheres brasileiras, o câncer de mama também é o mais incidente (depois do de pele não melanoma), com 74 mil casos novos previstos por ano até 2025. Chances de cura Acima de 95% Quando o câncer de mama é diagnosticado em estágios iniciais, as chances de cura são significantemente maiores, podendo superar

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Corrida Outubro Rosa

⁉️ Você está pronto? Vamos nos juntar a este movimento em apoio aos pacientes com câncer de mama? 🏃‍♀️No dia 24 de outubro acontece a Caminhada Outubro Rosa, promovida pela Aspec. A concentração será na Praça JK, onde os participantes correrão e caminharão pela Avenida Bandeirantes em um percurso de 3 km indo da Praça da Bandeira e retornando na na Praça JK, em Belo Horizonte. 🏃‍♀️ Adquira seu kit e faça a diferença na luta pela prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Nesse Outubro Rosa, vista a camisa e lute pela prevenção, ampliação do rastreamento e acessibilidade a diagnóstico e tratamento também compõem a ampla pauta desse projeto. 🟣 O evento conta com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG): Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG); Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig); Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt); Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais (SBCP MG); Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg); Sociedade Mineira de Medicina do Exercício e do Esporte (Smexe); Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade; Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG). Sociedade Mineira de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (SRMMG) e Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC). 🏃‍♀️ Adquira seu Kit agora mesmo e esteja pronto para caminhar conosco: clique

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Encontro Multidisciplinar

No dia 21 de outubro, as 19h30, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais, acontece o Encontro Multidisciplinar Outubro Rosa. Voltado à atualização científica, à comunicação médica e aos desafios atuais no cuidado com o câncer de mama, reunirá especialistas de diversas áreas para discutir evidências, condutas, tratamentos, novidades em torno do Câncer de Mama. O encontro é uma promoção da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG), Sociedade de Radiologia e Diagnóstico de Minas Gerais (SRMG), Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Sociedade de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC), Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais, Associação  (SBCP MG), Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade (AMMFC), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas Gerais (SBOC MG), Sociedade Brasileira de Genética Médica – Regional Minas Gerais (SBGM MG), a Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg), Ação Solidária as Pessoas com Câncer (Aspec), Pérolas de Minas e Associação de Prevenção do Câncer na Mulher (Asprecam) Em 2026, com o Slogan ‘A vida nos une, o cuidado nos move’, chama a atenção para o cuidado com o câncer de mama como um movimento de acolhimento. Cada ação, cada gesto de apoio e cada informação compartilhada ajuda a transformar essa realidade. CENÁRIO Em um cenário em que o Brasil registra cerca de 73,6 mil novos casos por ano, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), falar do tema é uma forma concreta de salvar vidas — porque, quando a doença é identificada no início, as chances de cura podem superar 95% em muitos casos. FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO E CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

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AMMG recebe especialista

A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebeu, na noite de terça-feira (6 de outubro), a professora Anne Gompel com a palestra sobre ‘Terapia Hormonal da Menopausa (THM) segundo a expertise Francesa e avaliação de risco de câncer de mama’, com a moderação do professor do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da UFMG, coordenador do Ambulatório de Climatério do HC UFMG e pós Doc na Unidade de Ginecologia Endócrina do Hospital Cochin, em Paris, Márcio Rodrigues. O evento foi uma realização da AMMG, Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e Sociedade Brasileira de Mastologia Regional Minas Gerais (SBM MG). Para o presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, o encontro além de abrir as atividades do Outubro Rosa, reforça o papel do médico para além do diagnóstico e tratamento do câncer de mama. “Estamos juntos pela valorização da qualidade de vida das mulheres.” O presidente da Sogimig, Eduardo Batista Cândido, enalteceu a parceria entre as sociedades de especialidades e a importância de debater a medicina de qualidade aliado à ciência. Henrique Lima Couto, presidente da SBM MG, agradeceu a presença dos colegas e a possibilidade de transmitir o evento online, permitindo assim a disseminação do conhecimento também para o interior. Em sua palestra, Gompel apresentou os diferentes tipos de câncer de mama e a importância da avaliação para a indicação do THM, levando em conta cada caso, seus benefícios e riscos. A especialista também mostrou dados sobre a importância de levar em consideração a incidência de câncer de mama na família, assim como a idade, obesidade, sedentarismo, tabagismo e ingestão alcoólica, dentre outros, para o aumento dos casos da doença. “É muito importante levar em conta o histórico familiar e fazer uma árvore genealógica, seguindo os graus de parentesco para avaliar o risco do desenvolvimento do câncer da mama.”   Após a palestra participaram dos debates, o presidente da SBM MG, Henrique Lima Couto; a vice-presidente da Sociedade Mineira de Radiologia (SMR), Ivie Braga; Maribene Bahia, diretora do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Mineira de Cardiologia e a diretora Cientifica da Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt) e diretora de Comunicação e Marketing da AMMG, Walnéia Cristina de Almeida Moreira. As perguntas foram abertas também aos participantes. Sobre Anne Gompel Professora Emérita de Endocrinologia Reprodutiva e Ginecologia da Universidade Paris Cité, Gompe foi chefe do Departamento de Endocrinologia Ginecológica do Hospital Port Royal Cochin, em Paris. Formou-se em endocrinologia e ginecologia médica, obtendo o título de médica pela Universidade de Paris em 1981 e o de doutora em 1987. Possui responsabilidades acadêmicas nacionais na gestão da especialidade de Ginecologia como presidente Honorária do Colégio Nacional de Professores de Ginecologia Médica. Gompel desenvolveu pesquisas biológicas básicas sobre células mamárias e hormônios, com foco no papel da progesterona e dos progestágenos em células mamárias normais e cancerosas, além de prática clínica e publicações na área de menopausa, contracepção, hormônios e doenças sistêmicas. Atuou como membro do Conselho de diversas sociedades internacionais (EMAS, IMS, ESC). É membro do Conselho da ISGE e vice-presidente da Sociedade Francesa de Menopausa. Publicou extensivamente nas áreas de menopausa, contracepção, angioedema induzido por bradicinina e câncer de mama. É membro do Conselho Editorial da revista Climacteric e revisora ​​de diversos periódicos internacionais. PALESTRA ONLINE Para assistir a palestra acesse o Canal do YouTube da AMMG pelo link: https://youtube.com/live/r-atod2Q9Ok?feature=share Veja os registros de fotos: https://www.flickr.com/photos/185103191@N03/albums/72177720336043019/with/55574926931 Fotos: Gláucia Rodrigues

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Palestra Anne Gompel

Abrindo as atividades do ‘Outubro Rosa’, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebe, no dia 6 de outubro, as 19h, a professora Anne Gompel, para palestrar sobre ‘Terapia Hormonal da Menopausa segundo a expertise Francesa e avaliação de risco de câncer de mama’. A moderação ficará a cargo do especialista Márcio Rodrigues, professor associado do Departamento de Ginecologia e Obsetrícia da UFMG, coordenador do Ambulatório de Climatério do HC UFMG e pós Doc na Unidade de Ginecologia Endócrina do Hospital Cochin, em Paris. O evento é uma promoção da Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG) e da AMMG. Professora Emérita de Endocrinologia Reprodutiva e Ginecologia da Universidade Paris Cité, Gompe foi chefe do Departamento de Endocrinologia Ginecológica do Hospital Port Royal Cochin, em Paris. Formou-se em endocrinologia e ginecologia médica, obtendo o título de médica pela Universidade de Paris em 1981 e o de doutora em 1987. Possui responsabilidades acadêmicas nacionais na gestão da especialidade de Ginecologia como presidente Honorária do Colégio Nacional de Professores de Ginecologia Médica. Desenvolveu pesquisas biológicas básicas sobre células mamárias e hormônios, com foco no papel da progesterona e dos progestágenos em células mamárias normais e cancerosas, além de prática clínica e publicações na área de menopausa, contracepção, hormônios e doenças sistêmicas. Atuou como membro do Conselho de diversas sociedades internacionais (EMAS, IMS, ESC). É membro do Conselho da ISGE e vice-presidente da Sociedade Francesa de Menopausa. Publicou extensivamente nas áreas de menopausa, contracepção, angioedema induzido por bradicinina e câncer de mama. É membro do Conselho Editorial da revista Climacteric e revisora ​​de diversos periódicos internacionais. INSCRIÇÕES ABERTAS AQUI

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Câncer de Mama

A informação e o diagnóstico precoce são as ferramentas mais poderosas para aumentar as chances de cura e salvar vidas. Neste ano, o Slogan A vida nos une, o cuidado nos move!, reforça que o cuidado é um movimento de acolhimento. Durante o Outubro Rosa, vamos falar da importância do autocuidado durante toda a vida. Em outubro, a cor rosa ilumina o mês para reforçar a luta contra o câncer de mama, o tipo mais comum entre as mulheres no mundo e a sede da Associação Médica de Minas Gerais se veste de rosa. DADOS CÂNCER DE MAMA O câncer de mama faz parte da realidade de milhares de pessoas no Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar 78.610 novos casos de câncer de mama, por ano, até 2028. Ter acesso à informação de qualidade pode mudar os números de incidência, ajudar a compreender a jornada e buscar o apoio correto, quando necessário, no decorrer da jornada.Conhecer os fatores de risco, adotar hábitos saudáveis, estar atento aos sinais de alerta e saber quando procurar atendimento são iniciativas que salvam vidas. SAIBA MAIS SOBRE O CÂNCER DE MAMA O câncer de mama se caracteriza pela proliferação anormal, de forma rápida e desordenada, das células do tecido mamário. A doença se desenvolve em decorrência de alterações genéticas. Porém, isso não significa que os tumores da mama são sempre hereditários. Em seu funcionamento normal, o corpo substituiu as células antigas por células novas e saudáveis. As mutações genéticas podem alterar a habilidade da célula de manter sua divisão e reprodução sob controle, produzindo células em excesso, formando o tumor. Um tumor pode ser benigno (não perigoso para a saúde) ou maligno (tem o potencial de ser perigoso). Os benignos não são considerados cancerígenos: suas células têm aparência próxima do normal. Elas crescem lentamente e não invadem os tecidos vizinhos, nem se espalham para outras partes do corpo. Já os tumores malignos são cancerosos. Caso suas células não sejam controladas, podem crescer e invadir tecidos e órgãos vizinhos, eventualmente se espalhando para outras partes do corpo. O câncer de mama consiste em um tumor maligno que se desenvolve a partir de células da mama. Geralmente, ele começa nas células do epitélio que reveste a camada mais interna do ducto mamário. Mais raramente, o câncer pode começar em outros tecidos, tais como o adiposo e o fibroso da mama. O câncer de mama pode ser “in situ”, aquele em que ainda não há risco de invasão e metástase, com chances de cura de aproximadamente 100%. Mesmo os tumores invasivos (quando invadem a membrana basal da célula) podem ser curados se o diagnóstico for estabelecido em fase precoce. As alterações nos genes podem ser herdadas (casos dos cânceres hereditários) ou adquiridas. O câncer de mama hereditário corresponde a cerca de 5% a 10% dos casos, ou seja, quando existem parentes de primeiro grau com a doença. Portanto, 90% dos casos decâncer de mama não têm origem hereditária. As alterações genéticas, que são chamadas mutações, podem ser determinadas por vários fatores, entre eles: exposição a hormônios (estrogênios), irradiação na parede torácica para tratamento de linfomas, excesso de peso, ausência de atividade física, excesso de ingestão de gordura saturada e álcool. Fonte: Sociedade Brasileira de Mastologia

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