Sociedades de Especialidades
CARDIOLOGIA
A Sociedade Mineira de Cardiologia (SMO) tem a função de contribuir com a qualidade de vida profissional de seus associados, defendendo a classe que representa e, sempre que necessário, propõe medidas visando preservar, disciplinar e fiscalizar o exercício da especialidade em Minas Gerais.
O PROFISSIONAL
O cardiologista é o profissional da especialidade médica que cuida do diagnóstico e do tratamento de doenças e disfunções relacionadas com o coração e a circulação sanguínea.
SOCIEDADE MINEIRA DE CARDIOLOGIA
Presidente: Dr. Frederico Toledo Campo Dall’Orto
NOTÍCIAS

Encontro Multidisciplinar
No dia 21 de outubro, as 19h30, no Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais, acontece o Encontro Multidisciplinar Outubro Rosa. Voltado à atualização científica, à comunicação médica e aos desafios atuais no cuidado com o câncer de mama, reunirá especialistas de diversas áreas para discutir evidências, condutas, tratamentos, novidades em torno do Câncer de Mama. O encontro é uma promoção da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG), Sociedade de Radiologia e Diagnóstico de Minas Gerais (SRMG), Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Sociedade de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG), Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC), Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt), Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais, Associação (SBCP MG), Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade (AMMFC), Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas Gerais (SBOC MG), Sociedade Brasileira de Genética Médica – Regional Minas Gerais (SBGM MG), a Sociedade dos Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg), Ação Solidária as Pessoas com Câncer (Aspec), Pérolas de Minas e Associação de Prevenção do Câncer na Mulher (Asprecam) Em 2026, com o Slogan ‘A vida nos une, o cuidado nos move’, chama a atenção para o cuidado com o câncer de mama como um movimento de acolhimento. Cada ação, cada gesto de apoio e cada informação compartilhada ajuda a transformar essa realidade. CENÁRIO Em um cenário em que o Brasil registra cerca de 73,6 mil novos casos por ano, de acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), falar do tema é uma forma concreta de salvar vidas — porque, quando a doença é identificada no início, as chances de cura podem superar 95% em muitos casos. FAÇA AQUI SUA INSCRIÇÃO E CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

AMMG recebe especialista
A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebeu, na noite de terça-feira (6 de outubro), a professora Anne Gompel com a palestra sobre ‘Terapia Hormonal da Menopausa (THM) segundo a expertise Francesa e avaliação de risco de câncer de mama’, com a moderação do professor do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da UFMG, coordenador do Ambulatório de Climatério do HC UFMG e pós Doc na Unidade de Ginecologia Endócrina do Hospital Cochin, em Paris, Márcio Rodrigues. O evento foi uma realização da AMMG, Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) e Sociedade Brasileira de Mastologia Regional Minas Gerais (SBM MG). Para o presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, o encontro além de abrir as atividades do Outubro Rosa, reforça o papel do médico para além do diagnóstico e tratamento do câncer de mama. “Estamos juntos pela valorização da qualidade de vida das mulheres.” O presidente da Sogimig, Eduardo Batista Cândido, enalteceu a parceria entre as sociedades de especialidades e a importância de debater a medicina de qualidade aliado à ciência. Henrique Lima Couto, presidente da SBM MG, agradeceu a presença dos colegas e a possibilidade de transmitir o evento online, permitindo assim a disseminação do conhecimento também para o interior. Em sua palestra, Gompel apresentou os diferentes tipos de câncer de mama e a importância da avaliação para a indicação do THM, levando em conta cada caso, seus benefícios e riscos. A especialista também mostrou dados sobre a importância de levar em consideração a incidência de câncer de mama na família, assim como a idade, obesidade, sedentarismo, tabagismo e ingestão alcoólica, dentre outros, para o aumento dos casos da doença. “É muito importante levar em conta o histórico familiar e fazer uma árvore genealógica, seguindo os graus de parentesco para avaliar o risco do desenvolvimento do câncer da mama.” Após a palestra participaram dos debates, o presidente da SBM MG, Henrique Lima Couto; a vice-presidente da Sociedade Mineira de Radiologia (SMR), Ivie Braga; Maribene Bahia, diretora do Departamento de Cardiologia da Mulher da Sociedade Mineira de Cardiologia e a diretora Cientifica da Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt) e diretora de Comunicação e Marketing da AMMG, Walnéia Cristina de Almeida Moreira. As perguntas foram abertas também aos participantes. Sobre Anne Gompel Professora Emérita de Endocrinologia Reprodutiva e Ginecologia da Universidade Paris Cité, Gompe foi chefe do Departamento de Endocrinologia Ginecológica do Hospital Port Royal Cochin, em Paris. Formou-se em endocrinologia e ginecologia médica, obtendo o título de médica pela Universidade de Paris em 1981 e o de doutora em 1987. Possui responsabilidades acadêmicas nacionais na gestão da especialidade de Ginecologia como presidente Honorária do Colégio Nacional de Professores de Ginecologia Médica. Gompel desenvolveu pesquisas biológicas básicas sobre células mamárias e hormônios, com foco no papel da progesterona e dos progestágenos em células mamárias normais e cancerosas, além de prática clínica e publicações na área de menopausa, contracepção, hormônios e doenças sistêmicas. Atuou como membro do Conselho de diversas sociedades internacionais (EMAS, IMS, ESC). É membro do Conselho da ISGE e vice-presidente da Sociedade Francesa de Menopausa. Publicou extensivamente nas áreas de menopausa, contracepção, angioedema induzido por bradicinina e câncer de mama. É membro do Conselho Editorial da revista Climacteric e revisora de diversos periódicos internacionais. PALESTRA ONLINE Para assistir a palestra acesse o Canal do YouTube da AMMG pelo link: https://youtube.com/live/r-atod2Q9Ok?feature=share Veja os registros de fotos: https://www.flickr.com/photos/185103191@N03/albums/72177720336043019/with/55574926931 Fotos: Gláucia Rodrigues

Desbravando o ChatGPT
Quer incorporar a Inteligência Artificial à sua rotina profissional com segurança, critério técnico e aplicação prática?Inscreva-se no curso “Desbravando o ChatGPT: Ferramentas para o Dia a Dia”. A formação é ministrada pelo Dr. Antônio Toledo — Doutor em Infectologia, especialista em Inteligência Artificial e professor em Ciências da Saúde. O programa foi estruturado de forma objetiva e estratégica, abordando desde a produção qualificada de conteúdo até a otimização de fluxos de trabalho e tomada de decisão com apoio da IA. 💻 Modalidade: 100% online, na plataforma da Associação Médica de Minas Gerais📚 Inclui: videoaulas, eBook exclusivo e materiais complementares para download🎯 Benefício: 20% de desconto para associados da AMMG Informações e inscrições:https://ensino.ammg.org.br/ Conteúdo objetivo, aplicável e direcionado à utilização estratégica da IA desde a produção de conteúdo até a otimização de rotinas profissionais. Mais informações: http://ammg.org.br

Corrida pela saúde
Outubro Rosa: uma corrida pela saúde ⁉️ Você está pronto? Vamos nos juntar a este movimento em apoio aos pacientes com câncer de mama? 🏃♀️No dia 5 de outubro acontece a Caminhada Outubro Rosa, promovida pela Aspec. A concentração será na Praça JK, onde os participantes correrão e caminharão pela Avenida Bandeirantes em um percurso de 3 km indo da Praça da Bandeira e retornando na na Praça JK, em Belo Horizonte. 🏃♀️ Adquira seu kit e faça a diferença na luta pela prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama. Nesse Outubro Rosa, vista a camisa e lute pela prevenção, ampliação do rastreamento e acessibilidade a diagnóstico e tratamento também compõem a ampla pauta desse projeto. 🟣 O evento conta com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG): Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG); Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig); Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt); Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais (SBCP MG); Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg); Sociedade Mineira de Radiologia (SMR); Sociedade Mineira de Medicina do Exercício e do Esporte – José Martins Juliano Eustaquio (Smexe); Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade – Douglas Vinícius Reis Pereira (AMMFC); Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG) e Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas – Carolina Martins Vieira (Sboc MG). 🏃♀️ Adquira seu Kit agora mesmo e esteja pronto para caminhar conosco: clique aqui!

Participe dessa campanha
Caminhada alerta para a prevenção ao Câncer de Mama Belo Horizonte sedia, no dia 19 de outubro, de 8h às 13h, em BH, Caminhada Outubro Rosa com a presença de especialistas para alertar sobre o tema No dia 19 de outubro (domingo), de 8h às 13h, Belo Horizonte recebe a Caminhada Outubro Rosa e a 1ª Corrida Aspec. Participantes irão se reunir na Praça JK (Avenida Bandeirantes, 240, Sion), em um percurso de 3 km até a Praça da Bandeira. O objetivo é promover a conscientização sobre a importância do rastreamento e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Os kits para participar podem ser adquiridos, antecipadamente, pelo Sympla. O encontro é uma promoção da Aspec Solidária e conta com o apoio da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Minas Gerais (SBM MG); Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig); Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt); Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica – Regional Minas Gerais (SBCP MG); Sociedade de Acadêmicos de Medicina de Minas Gerais (Sammg); Sociedade Mineira de Radiologia (SMR); Sociedade Mineira de Medicina do Exercício e do Esporte – José Martins Juliano Eustaquio (Smexe); Associação Mineira de Medicina de Família e Comunidade – Douglas Vinícius Reis Pereira (AMMFC); Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (Sbem MG) e Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica – Regional Minas – Carolina Martins Vieira (Sboc MG). ESTATÍSTICAS Nas mulheres brasileiras, o câncer de mama é o mais incidente (depois do de pele não melanoma), com 74 mil casos novos previstos por ano até 2025. No entanto, nem todas as mulheres receberão o diagnóstico, por não realizarem exames de rotina ou não procurarem assistência médica ao sinal de alterações nas mamas. A situação reflete a desigualdade no acesso aos serviços de saúde e as deficiências de informação que impactam diretamente o cenário. Para o mastologista e vice-presidente da AMMG, Gabriel de Almeida Silva Júnior, ações como estas trazem à luz um maior acesso as informações que, nem sempre, chegam de forma clara para a população. “Muitas mulheres não sabem quando começar a prevenção e, pior, diante disso, não lutam por seus direitos e ficam à mercê de um diagnóstico tardio, podendo levar a descoberta da doença em estágios preocupantes, onde não há muito o que se fazer.” IMPORTÂNCIA DO DIAGNÓSTICO PRECOCE Além disso, o diagnóstico nos estágios iniciais melhora a qualidade de vida das pacientes e reduz custos com tratamentos oncológicos complexos. Estudos analisados pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico (CBR) por Imagem apontam que rastrear a doença entre 40 e 74 anos pode contribuir para a queda na mortalidade. De acordo com o presidente eleito da SBM MG, Henrique Lima Couto, 2025 chegou com muitas conquistas. Primeiro, Couto aponta o lançamento do Programa da Agência Nacional de Saúde para melhorar o controle e os resultados do diagnóstico, tratamento e prevenção do câncer de mama. Outro ganho importante foi o reconhecimento por parte da ANS pela realização da mamografia de dois em dois anos, a partir dos 40 anos de idade. E, por último, o Ministério da Saúde após 20 anos, também reconheceu essa importância, o que é uma grande conquista. “Essa é uma grande conquista. No Brasil, cerca de 40% das mulheres são acometidas pela doença com menos de 50 anos. São mulheres agora que não estão mais abandonadas. Precisamos avançar com acesso a biópsia e tratamentos dignos, que muitas vezes estão incorporados na rede suplementar, mas não estão no Sistema Único de Saúde. Avançar em reabilitação, qualidade de vida, humanização, cuidado e amor.” Veja alguns depoimentos sobre a importância de um trabalho multidisciplinar Inessa Beraldo e Eduardo Cândido Ex-presidente e atual presidente da Associação dos Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig) A Ginecologia e a Obstetrícia têm papel central na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama, acompanhando a saúde da mulher em todas as fases da vida, inclusive durante a gestação. Nas consultas de rotina, é possível identificar fatores de risco, orientar sobre hábitos saudáveis e indicar exames de rastreamento, como a mamografia, garantindo que a detecção seja feita em estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores. Para as gestantes, o cuidado é ainda mais especial: mesmo durante a gravidez, a avaliação da mama é segura e essencial, protegendo a saúde da mãe e do bebê. É importante lembrar da necessidade de as mulheres fazerem as visitas periódicas ao seu ginecologista, para que todos esses cuidados elencados, sejam dispensados a elas. Walnéia Almeida Presidente da Associação Mineira de Medicina do Trabalho (Amimt) O médico do trabalho é importantíssimo na prevenção do câncer de mama ao integrar ações de promoção da saúde e prevenção dentro do ambiente laboral, orientando as trabalhadoras sobre a importância do rastreamento precoce e estimulando a realização periódica da mamografia, de acordo com atuais protocolos. Além disto, o especialista pode também identificar fatores de risco relacionados ao estilo de vida e ao ambiente ocupacional, como sedentarismo, obesidade, tabagismo e exposição a substâncias potencialmente carcinogênicas, implementando programas de educação, incentivo à atividade física e hábitos alimentares saudáveis. Ao criar campanhas internas, palestras e parcerias com serviços de saúde, amplia o alcance das informações e contribui para o diagnóstico precoce e consequentemente redução da mortalidade pela doença. Ivie Braga de Paula Vice-presidente Sociedade Mineira de Radiologia (SMR) O trabalho do médico radiologista é mudar o destino de uma mulher diagnosticando lesões muito pequenas, as vezes visíveis apenas com a lupa. Ao cuidar das condições para que o diagnóstico precoce aconteça antes que a doença apresente sintomas, como qualidade técnica do exame, a identificação de lesões suspeitas e realização de outros exames de imagem e biópsias para esclarecer o achado, o médico radiologista salva vidas. E, mesmo quando o diagnóstico precoce não foi possível, é através dos exames de imagem de qualidade que podemos conhecer o real tamanho da doença. O especialista participa das decisões em várias fases, desde antes do diagnóstico até após o tratamento do câncer de mama. Gabriela Barbi

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