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Simpósio sobre TEA

2 de abril de 2018

Evento aberto à comunidade discute Transtorno do Espectro Autista 

 

Especialistas falam, no dia 7 de abril, sobre um diagnóstico que causa angústias e dúvidas entre familiares.

 

Tema: Simpósio sobre Transtorno do Espectro Autista

Horário: 9h as 12h30

Local: Associação Médica de Minas Gerais, Avenida João Pinheiro, 161, Centro, Belo Horizonte.

Informações: (31) 3247 1647. Inscrições esgotadas.

 

O que é Transtorno do Espectro Autista (TEA)? Como perceber os sinais precoces da doença? Quais os mitos e verdades? Como médicos, profissionais de saúde, educação e familiares podem lidar com o distúrbio? Estas e outras questões farão parte do Simpósio sobre Espectro Autista (TEA), no dia 7 de abril (sábado), de 9h as 12h30, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), promovido pela Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil – Regional Minas Gerais (Abenepi-MG). Inscrições esgotadas.  

A estimativa, segundo especialistas, é de que uma em cada 68 crianças no Brasil tem o TEA. O diagnóstico, muitas vezes difícil, leva a uma demora nas intervenções e, consequentemente, no tratamento. De acordo com Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), o distúrbio caracteriza-se por déficits persistentes na comunicação e na interação social em múltiplos contextos, incluindo em comportamentos não verbais e em habilidades para desenvolver, manter e compreender relacionamentos. Além destes déficits, o diagnóstico da doença requer a presença de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta uma a cada 160 pessoas no mundo como portadora do TEA. Segundo o presidente da Abenepi-MG, o neuropediatra infantil Rodrigo Carneiro, consiste em um transtorno de ordem neurológica e tem como características dificuldade de interação social, o não fixar o olhar em uma pessoa, movimentos repetitivos, sensibilidade a determinados sons, atraso na fala e hiperfoco. “Conviver com pessoas que estão dentro do Transtorno do Espectro Autista é cada vez mais comum, mas para os pais, que recebem o diagnóstico fica a grande dúvida: meu filho irá levar uma vida normal? Ele irá conseguir fazer as atividades do dia-a-dia?”

Para Carneiro, estas e outras perguntas são muito comuns ao se diagnosticar uma pessoa com o TEA. A intervenção precoce e os estímulos para o desenvolvimento da criança portadora devem ser feitos por diversos especialistas. “É uma força tarefa que envolve neurologistas, psiquiatras, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos, dentre outros. A terapia comportamental é uma das intervenções com maior comprovação científica”, reforça o médico.

O especialista explica que esse é um transtorno de desenvolvimento da primeira infância, com apresentações heterogêneas e graduações com diferentes intensidades, daí o nome espectro autista. Ainda segundo Carneiro, o TEA pode estar associado à outros sintomas neurológicos e comportamentais, podendo ser confundido com outros problemas isolados. As crianças podem ter convulsões, distúrbios do sono, ansiedade, Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), distúrbios alimentares e de linguagem.

 

Confira a programação:

9/9h10: Abertura, com presidente da Associação Brasileira de Neurologia e Psiquiatria Infantil – Regional Minas Gerais (Abenepi-MG), Rodrigo Carneiro

9h10/9h40: Sinais precoces do autismo, com a vice-presidente da Abenepi-MG, Simone Facuri

9h40/10h20: Mitos e verdades no tratamento do TEA, com o diretor da Abenepi-MG,  Walter Camargos

10h20/10h30: Intervalo

10h30/11h20: Terapia Cognitivo Comportamental  e Treinamento de Pais (Aline Abreu, psicóloga) e Isabel F.S Barros, representante da Associação da Síndrome de Asperger (TEA).

11h20/12h: A Inclusão no Transtorno do Espectro Autista (Annelise Júlio, psicóloga)

12h/12h30: Colóquio com os especialistas