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ENCONTRO MULTIDISCIPLINAR DEBATE TROMBOSE VENOSA

Encontro multidisciplinar debate Trombose Venosa

Encontro, dia 20 de outubro (sábado), na sede da AMMG aborda a epidemiologia, fatores de risco e números da doença no Brasil e no mundo

Trombose Venosa

Data: 20 de outubro, sábado

Horário: 8h30 às 12h30

Local: Teatro Oromar Moreira (Avenida João Pinheiro, 161, Centro, BH)

Informações e inscrições: (31) 3247 1619 ou seaci@ammgmail.org.br

Público alvo: médico, estudante de medicina e profissionais da área de saúde

A diretoria científica da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) promove Reunião Multidisciplinar, dia 20 de outubro, com o tema ‘Trombose venosa’. O encontro acontece de 8h30 às 12h30, na sede da entidade, e a coordenação é do Departamento de Hematologia e Hemoterapia da AMMG. O evento ainda conta com a participação da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional Minas Gerais, Sociedade Brasileira de Clínica Médica – Regional Minas Gerais, Departamento de Patologia Clínica da AMMG, Sociedade Mineira de Pneumologia e Cirurgia Torácica e Sociedade de Radiologia e Diagnóstico por Imagem de Minas Gerais.

A trombose é caracterizada pela formação ou desenvolvimento de um coágulo sanguíneo que pode causar a obstrução e a inflamação na parede do vaso, conhecida pelos médicos como trombose venosa - quando este vaso é uma veia ou trombose arterial, quando o vaso é uma artéria. Segundo o movimento World Thrombosis Day, a trombose venosa é a terceira maior causa de mortalidade após o infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral. Os membros inferiores são os locais mais comuns de trombose e os principais sintomas são: dor nas pernas, endurecimento, inchaço, vermelhidão e calor local. O pulmão é o segundo órgão mais comum de ser acometido, sendo os principais sinais: falta de ar súbita e progressiva, dor nas costas ou no peito que piora com a respiração profunda, palpitação e, às vezes, desmaio.

Entre os fatores relacionados à trombose arterial (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral) encontram-se: o tabagismo, aterosclerose, hipertensão arterial, diabetes, alterações do colesterol, sedentarismo, dentre outros. No caso da trombose venosa estão: a idade avançada, cirurgias, trauma, câncer, uso de contraceptivos orais, terapia de reposição hormonal, entre outros.  "Dentre a população de risco se inserem as pessoas hospitalizadas ou que estão incapazes de andar normalmente. “A hospitalização reduz a mobilidade. Imobilizações por fraturas ou cirurgias também são fatores de risco. No indivíduo que não está internado, os hábitos de vida são determinantes na prevenção do problema”, pontua a hematologista Suely Meireles Rezende.

Na programação serão debatidos temas como ‘Diagnóstico e complicações da trombose venosa profunda’, ‘Como o laboratório clínico pode auxiliar o diagnóstico do tromboembolismo venoso?’, ‘Prevenção e tratamento do tromboembolismo venoso no século XXI’, ‘Tromboprofilaxia em pacientes hospitalizados’, dentre outros. Para o diretor científico da AMMG, Agnaldo Soares Lima, por ser uma doença comum e sua incidência ter aumentado devido ao envelhecimento da população, o médico deve saber os sinais e sintomas da trombose venosa e seu tratamento, importante para o diagnóstico precoce. Por isso, a importâncias desta discussão. Informações: seaci@ammgmail.org.br ou (31) 3247 1619.

 

Verdades sobre a trombose

 É possível prevenir a trombose

Além do acompanhamento médico, qualquer pessoa pode tomar medidas de prevenção, entre elas: exercitar-se; controlar o peso; evitar o cigarro; movimentar as pernas durante longos períodos sentada; usar meias elásticas no caso de insuficiência venosa, sempre com orientação médica.

 Dor é um dos sintomas

Os membros inferiores são os locais mais comuns de trombose e os principais sintomas são o inchaço, a vermelhidão, a dor e o calor local, além de dor nas pernas.

Exame de imagem é essencial para o diagnóstico

Sim, é imprenscindível para confirmar e localizar o coágulo.

Gestantes podem desenvolver trombose

O risco é seis vezes maior de trombose durante a gestação. No período de pós-parto, durante aproximadamente 40 dias, esse risco chega a ser 15 vezes maior.

Existem fatores de risco

Sim, para trombose arterial (infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral) encontram-se o tabagismo, aterosclerose, hipertensão arterial, diabetes, alterações do colesterol, sedentarismo, dentre outros; e no caso da trombose venosa estão a idade avançada, cirurgias, trauma, câncer, uso de contraceptivos orais, terapia de reposição hormonal, entre outros.

Fonte: Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular